sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Folhas Mortas e outros avisos.


Hi, blogueiros!

Pois é, as férias se foram, hein? E eu não vou dizer que estou feliz com isso, porque não estou mesmo! 2015 vai ser um ano de muitas lágrimas e eu sei disso tão bem quanto sei meu nome, por isso, antecipadamente, peço que orem por mim! Eu passei um tempinho sem dar as caras por aqui, não foi? Bem, há uma explicação para isso e é o que eu vou lhes dar agora. Um amigo meu me falou sobre o concurso do SESC deste ano, e me incentivou a participar na categoria Romance, como eu não posso fazê-lo, decidi dar uma de ghost writer para minha irmã e inscrever uma obra. Eu nunca ganho essas coisas, só para salientar, mas participar não custa, né? Por isso, esses dias todos foram dedicados a trabalhar em Folhas Mortas, em dez dias eu deixei a história completa com quarenta capítulos + prólogo e epílogo. E, devo dizer, ficou um livro e tanto! Estou altamente satisfeita com o resultado e já planejei um spinn-off para o livro, no qual começarei a trabalhar em breve. Com o término deste livro, ficam apenas Avalanche e Congelada para completar as metas de escrita a que me propus este ano, mas, no momento, eu vou me dedicar ao meu TCC, pois quero terminá-lo ainda neste semestre. Então, fica o aviso, Folhas Mortas está concluído! E mal espero para que vocês o leiam, estou muito animada.
As leituras estão andando devagar como vocês podem ver, pois estou trabalhando com duplo afinco esses dias, com o término das férias e a volta atribulada da faculdade, receio ter um tempo reduzido para meu lazer pessoal, que é ler e escrever. Mas sempre que puder estarei atualizando o blog com novidades sobre o que ando lendo e o que anda acontecendo comigo. Lembrando que amanhã acontece o sorteio do meu livro Um Novo Começo no facebook ;) ainda dá tempo participar.

Até a volta, blogueiros!

The Lost Girl

Poder - Saga Encantadas #3 - Sarah Pinborough + Considerações gerais

Informações:

Título Original: Beauty
Título no Brasil: Poder
Série: Encantadas #3
Autor: Sarah Pinborough
Ano de Lançamento Original: 2013
Ano de lançamento no Brasil: 2014
País de Origem: Inglaterra
Editoras: Gollancz (Original)
                  Única (Brasil)

Sinopse: Quando um príncipe mimado é enviado pelo seu pai para tentar desvendar os mistérios de um reino perdido, ninguém imagina os perigos que ele encontrará pela frente! Acompanhado da figura sóbria e sagaz do Caçador e de Petra, uma jovem valente que possui uma ligação muito forte com a floresta, o príncipe acaba encontrando um reino adormecido por uma estranha magia. Todos os seres vivos foram cercados pela densa mata e estão dormindo, em um sono pesado demais, que só poderia vir da magia. Mas que tipo de bruxaria assolaria uma cidade inteira e seus habitantes? E, principalmente, quem faria mal a uma jovem rainha tão boa e tão bela? A não ser, claro, que os olhos não percebam o que um coração cruel pode esconder...
Poder é o terceiro volume da trilogia Encantadas, e traz como história principal o conto da Bela Adormecida. Porém, esqueça os clichês tradicionais e se entregue a uma nova visão dos contos de fadas, em que heróis e anti-heróis precisam se unir para não perecerem à beleza superficial de princesas e rainhas egocêntricas e aos príncipes em busca de aventuras.

O que eu achei: Ao contrário dos outros dois livros, que não caíram muito bem no meu gosto, Poder foi absurdamente interessante de ler. Mais ou menos como Veneno, mas de uma maneira mais ampla, com isso, quero dizer que o livro todo é bom e não apenas uma parte dele. Se analisarmos a ordem cronológica lógica dos três, veremos que Poder é o livro 1 e que a história dos três livros é, na verdade, contada de trás para frente. Mesmo que seja dito que é uma versão moderna de A Bela Adormecida, eu não diria isso, na verdade é uma mescla de A Bela Adormecida com A Bela e a Fera, além de abordar outros contos como Chapeuzinho Vermelho e Rapunzel. O misto de mistério, ação e até mesmo as doses de safadeza - que parecem ser obrigatórias na trilogia - além da engenhosa criatividade da autora, tornaram Poder uma leitura instigante, vemos como o príncipe idiota de Branca de neve E de Cinderella, se tornou o que é, além de quem é o misterioso homem do fuso, embora não façamos ideia de como ele pegou o fuso de volta ¬¬'  de todos da trilogia, esse foi o único que eu gostei do início ao fim e não vou falar mais para não acabar spoilando, até porque o livro é muito pequeno.

A SAGA ENCANTADAS: CONSIDERAÇÕES GERAIS
Eu não diria que a trilogia Encantadas - e continuo achando que esse nome é irônico - são livros de terror. Também acho de certa forma um exagero dizer que são "livros para adultos", há, realmente, uma grande "apelação sexual" nos três livros, principalmente o terceiro que tem até uma cena de "sexo grupal", mas a maneira como é descrita torna a leitura apimentada, mas não "enjoativa". Quer dizer, não é um livro para adolescentes de doze anos (mesmo que hoje elas já leiam 50 tons de cinza), mas também não é um livro +18! As histórias foram realmente bem construídas quanto a isso não há a menos dúvida, muitas delas - senão todas - foram bruscamente modificadas, até mesmo mescladas umas nas outras,  o que faz com que você se  surpreenda de uma forma ou de outra. SPOILER DE FEITIÇO: Convenhamos, encontrar uma princesa lésbica não é pra todo mundo. Principalmente uma princesa lésbica que nada nua, dorme com o caçador e termina a história com a madrasta! LEIA DE NOVO A PARTIR DAQUI: Senti um pouco de falta do "quê" do tratamento medieval, achei a linguagem do livro um pouco "livre demais" para histórias passadas em reinos distantes. Uma coisa indiscutível para qual dou sinceros parabéns e me curvo perante a autora é o realismo com que a época é tratada. Reis escrotos e de aparência desgastada, príncipes libertinos e fúteis, falso moralismo, criadas insinuantes, essa é uma realidade muito pouco abordada nos livros de época, embora, na minha opinião, tenha sido um pouco irreal ignorar o poder opressor do clero na época, afinal, as princesas eram regadas de rigorosas restrições quanto a sexualidade principalmente. Mas não sou nenhuma estudante de história para reclamar disso. O primeiro livro foi, em parte, meio chato, na outra foi apenas chocante. O segundo foi altamente irritante e o terceiro foi, para mim, o de leitura mais fluida. Numa nota geral de 0 a 5 eu dou a esta trilogia 3,0.

sábado, 24 de janeiro de 2015

Feitiço - Saga Encantadas #2 - Sarah Pinborough

Então, pessoas, finalmente eu consegui terminar esse livro. O motivo de toda a demora - porque eu devia ter terminado ha anos - foi o motivo de eu ter me envolvido em um projeto muito importante e, por essa razão, tive que dar uma parada nas leituras E na produção de Asking for Alexandra. E tenho certeza que isso vai me complicar com apenas 1 semana disponível. Mas, enfim...

Informações:

Título Original: Charm
Título no Brasil: Feitiço
Série: Encantadas #2
Autor: Sarah Pinborough
Ano de Lançamento Original: 2013
Ano de lançamento no Brasil: 2013
País de Origem: Inglaterra
Editoras: Gollancz (Original)
                  Única (Brasil)


Sinopse: Você se lembra da história da Cinderela, com sua linda fada madrinha, suas irmãs feias e um príncipe encantado? Então esqueça essa história, pois nesta releitura de Sarah Pinborough ninguém é o que parece. Em um reino próximo, a realeza anuncia um baile que encontrará uma noiva para o príncipe e parece que o desejo de Cinderela irá ganhar aliados peculiares para ser realizado. Contudo, não será fácil: ela não é a aposta de sua família para esse casamento real, e sua fada madrinha precisa de um favorzinho em troca de transformar essa pobre coitada em uma diva real. Enquanto isso, parece que Lilith não está muito contente com os últimos acontecimentos e, ao mesmo tempo em que seu reino parece sucumbir ao frio, ela resolve usar sua magia para satisfazer suas vontades.Feitiço é o segundo volume da trilogia iniciada com Veneno, um best-seller inglês clássico e moderno ao mesmo tempo em que recria as personagens mais famosas dos irmãos Grimm com personalidade forte, uma queda por aventuras e, eventualmente, uma sina por encrencas. Princesas, rainhas, reis, caçadores e criaturas da floresta: não acredite na inocência de nenhum deles!

O que eu achei: No segundo volume da série Encantadas - e eu começo a achar sinceramente que o nome dessa série é uma ironia ou uma piada de mau gosto - nós conhecemos Cinderela. É, aquela do sapatinho, só que de uma maneira totalmente nova. Além do fato de ela adorar "brincar" com seu próprio corpo em meio aos seus devaneios com o lindo e perfeito príncipe, a tão conhecida gata borralheira é uma garotinha mimada que não raciocina e, provavelmente, tem menos massa cinzenta que qualquer ruiva que você já conheceu - sim, ela é ruiva! - ou ainda, qualquer loira tingida. Em feitiço somos levados ao mundinho de felicidade de uma garota sonhadora que não mede esforços para conseguir aquilo que quer e, de forma bizarra e até meio libidinosa, nos vemos diante dos sonhos ruídos de Cinderela, do confronto com os personagens de Veneno e relevações chocantes sobre Branca de Neve. Talvez pelo fato de até mesmo preferir um outro tipo de literatura eu não estou gostando muito da série. E olhe que eu sou fascinada por livros passados nas eras medievais, mas essa releitura dos contos está muito desfocada na minha opinião. Na tentativa de criar princesas "independentes" a autora acabou fazendo mulheres relativamente tolas, libertinas e luxuriosas. Comparado ao seu antecessor, Feitiço é péssimo! E mesmo embora a linha de narração siga igual a história do livro não me agradou nem convenceu. Nota 3,0

domingo, 18 de janeiro de 2015

Veneno - Saga Encantadas #1 - Sarah Pinborough

Informações:

Título Original: Poison
Título no Brasil: Veneno
Série: Encantadas #1
Autor: Sarah Pinborough
Ano de Lançamento Original: 2013
Ano de lançamento no Brasil: 2013
País de Origem: Inglaterra
Editoras: Gollancz (Original)
                  Única (Brasil)


Sinopse: Sexy, sarcástico e de prender a respiração!
Para os fãs de Once Upon a Time e Grimm, Veneno é a prova de que contos de fadas são para adultos!
Não existe “Felizes para sempre”!
Você já pensou que uma rainha má tem seus motivos para agir como tal? E que princesas podem ser extremamente mimadas? E que príncipes não são encantados e reinos distantes também têm problemas reais? Então este livro é para você! Em Veneno, a autora Sarah Pinborough reconta a história de Branca de Neve de maneira sarcástica, madura e sem rodeios. Todos os personagens que nos cativaram por anos estão lá, mas seriam eles tão tolos quanto aparentam? Acompanhe a história de Branca de Neve e seu embate com a Rainha, sua madrasta. Você vai entender por que nem todos são só bons ou maus e que talvez o que seria “um final feliz” pode se tornar o pior dos pesadelos!
Veneno é o primeiro livro da trilogia Encantadas, e já é um best-seller inglês. Sarah Pinborough coloca os contos de fadas de ponta-cabeça e narra histórias surpreendentes que a Disney jamais ousaria contar. Com um realismo cínico e cenas fortes, o leitor será levado a questionar, finalmente, quem são os mocinhos e quem são os vilões dos livros de fantasia!
Palavra da editora:
Veneno é um livro tenro como uma maçã envenenada.
Belo como os vilões costumam ser.
Sarcástico como príncipes mimados.
E sem finais felizes porque já estamos bastante crescidinhos! (E, ainda assim, é um dos finais mais chocantes da ficção atual!)

O que eu achei: Em Veneno, acompanhamos a relação conturbada de Branca de Neve com sua jovem madrasta (apenas 4 anos mais velha que ela) e de Lilith, sua madrasta, com o marido com quem fora forçada a casar. Ao contrário do que conhecemos a vida toda, a princesa que foi pioneira de todas as animações da Disney é, aqui, selvagem, meio mimada, um pouco sem vergonha também, devo dizer, com um espírito intrépido e indomável. Ao contrário do que pensamos, a rainha não quer matar Branca de Neve simplesmente por ser "mais bonita que ela", simplesmente ela odeia a menina de forma completa, o jeito como ela é aclamada pelo povo, o modo selvagem como se porta, seu jeito mimado e meio arrogante às vezes. E, claro, o fato de ela ser mais bonita conta também. Mas, inicialmente, não era a intenção de Lilith matar a princesa, queria torná-la infeliz para que ela se casasse e fosse embora, mas após ser humilhada por ela em sua própria festa de aniversário, os limites se extrapolam e ela envia um caçador condenado para ir atrás dela e matá-la, mas o homem, furioso com a mulher, deixa a garota ir embora (não sem antes ser seduzido por ela) e fica a cargo da bisavó de Lilith, a velhinha da casa de doces de João e Maria, cuidar para que Branca seja amaldiçoada. Encontramos anões, que não são só sete, com uma vida dura e escrava, um príncipe que não tem absolutamente nada de encantado, Aladim (sim, Aladim) que virou escravo da lâmpada que usufruiu e um espelho que fala incansavelmente a mesma coisa, mas que fica trancado em um armário. E, isso tudo, acompanhado de um desfecho inesperado e chocante! Eu dei ao livro três estrelas, gostei do realismo impresso na obra, mas em determinados momento achei que foi realista demais até. O comportamento de Branca de Neve é metade compreensível e metade assombroso, por mais que saibamos que não havia muita "pompa" na realidade medieval, as princesas e filhas de nobres eram muito ligadas aos quesitos religiosos e de honra, nunca tomando determinadas atitudes que poderiam ser a ruína de suas vidas. Mas, no fim, valeu a pena ler.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Último Sacrifício - Academia de Vampiros #6 - Richelle Mead

Informações:

Título Original: Last Sacrifice
Título no Brasil: Último Sacrifício
Série: Academia de Vampiros #6
Autor: Richelle Mead
Gênero: Fantasia, Romance, Ficção
Ano de Lançamento (Original): 7 de Setembro de 2010
Ano de Lançamento (No Brasil): 11 de Julho de 2013
País de Origem: EUA
Editoras: Contraponto (Portugal)
                  Razorbill (EUA)
                  Agir (Brasil)

Sinopse: Rose Hathaway sempre jogou com suas próprias regras. Ela quebrou as regras quando fugiu da Academia St. Vladimir com sua melhor amiga e a última princesa Dragomir sobrevivente, Lissa. Ela quebrou as regras quando se apaixonou por seu maravilhoso e fora-dos-limites instrutor, Dimitri. E ela ousou desafiar a Rainha Tatiana, a líder do mundo Moroi, arriscando sua vida e reputação para proteger futuras gerações de guardiões dhampir. Agora a lei finalmente pegou Rose por um crime que ela sequer cometeu. Ela está presa pelo mais alto crime imaginável: o assassinato de um monarca. Ela precisará da ajuda de Dimitri e Adrian para encontrar a única pessoa viva que pode atrasar sua execução e forçar a elite Moroi a reconhecer uma chocante nova candidata ao trono real: Vasilisa Dragomir. Mas o relógio está correndo contra a vida de Rose. Ela sabe em seu coração que o mundo dos mortos a quer de volta… E desta vez ela realmente não tem uma segunda chance. A grande questão é: quando sua vida é dedicada a salvar os outros, quem vai te salvar?

Enredo: Presa. Rose Hathaway, uma das mais brilhantes jovens guardiãs estava presa por assassinar a rainha Tatiana. Correndo contra o tempo e sem muitas chances de escapar de uma execução, Rose recebe a ajuda de Abe, seu pai, juntamente com Dimitri e seus amigos para, numa elaborada missão, arrumarem sua fuga e ganhar tempo para limpar seu nome. Como Dimitri ainda se mostrava completamente distante e demonstrava ainda que só estava cumprindo ordens de Lissa, Rose mantem-se cada dia mais firme com Adrian e tenta se convencer que apenas a amizade de Dimitri é suficiente. Os dois recebem a ajuda de Sydney em determinado ponto, além de roupas, ela lhes oferece passe livre em qualquer hotel, mas Rose não quer ficar escondida, já que está livre, quer manter sua promessa a Tatiana e encontrar o filho bastardo de Eric Dragomir, o pai de Lissa, isso permitiria que a melhor amiga tivesse seu lugar de direito no conselho. Mas, com a intervenção de Victor Dashkov e Sonya Karp, grandes revelações e desafios vem pela frente quando Rose está fugindo pela sua vida e lutando contra a escuridão que tira de Lissa e que começa a lhe consumir, além de ter que guiar Dimitri na sua recuperação dos traumas de se tempo de Strigoi. Reviravoltas acontecem quando finalmente encontram o segundo herdeiro Dragomir e descobrem quem, realmente havia assassinado Tatiana e por que colocara a culpa em Rose. Mas, novamente, as portas da morte se abriram para a dampira e, dessa vez, as coisas podem não sair com um final feliz.

O que eu achei: Apesar de a minha colocação de enredo ter sido bem "compacta" há muito mais em jogo no livro, só quis ser mais resumida para não acabar dando um spoiler. Como todos os outros livros, somos levados pela perspectiva de Rose a um mundo onde só há problema atrás de problema. O desenvolvimento de Último Sacrifício em determinadas partes foi maçante, mesmo assim, a leitura se torna altamente viciante, fazendo com que você voe pelos capítulos sem se dar conta, o que é realmente raro acontecer, pelo menos comigo. O desfecho da história é totalmente inesperado, uma jogada de mestre de Mead, sem dúvida. O que eu não achei nada legal foi ela ter deixado tantas perguntas em aberto para só responder na série Bloodlines. Sei lá, foi meio injusto na minha opinião. Uma das coisas que mais gostei foi a reaproximação de Rose e Dimitri. Vou sentir saudade do jeito que a Richelle escreve, me inspirou muito. A série, em uma visão geral, é muito boa. Valeu a pena cada  página.

domingo, 11 de janeiro de 2015

Laços do Espírito - Academia de Vampiros #5 Richelle Mead

Informações:

Título Original: Spirit Bound
Título no Brasil: Laços do Espírito
Série: Academia de Vampiros #5
Autor: Richelle Mead
Gênero: Fantasia, Romance, Ficção
Ano de Lançamento (Original): 18 de Maio de 2010
Ano de Lançamento (No Brasil): 27 de Janeiro de 2012
País de Origem: EUA
Editoras: Contraponto (Portugal)
                  Razorbill (EUA)
                  Agir (Brasil)

Sinopse: Depois de uma longa e dolorosa viagem à Sibéria, terra natal de seu amado Dimitri, Rose Hathaway finalmente voltou à escola e reencontrou sua melhor amiga, Lissa. A formatura se aproxima, e elas mal podem esperar pela vida que vão ter além dos portões da São Vladimir. No entanto, o coração de Rose dói cada vez que se lembra do que passou na Rússia o fracasso em salvar Dimitri e do que ainda precisará enfrentar. Sua jornada inclui libertar o perigoso Victor Dashkov da prisão de segurança máxima e encontrar Robert Doru, o único que possui informações para resgatar Belikov das terríveis profundezas de sua condição de Strigoi. A vampira acredita existir apenas uma chance em um milhão, até porque Dimitri continua sua perseguição para matá-la. Sentenças de morte e declarações de amor se confundem, e ela precisa correr contra o mais implacável dos inimigos: o tempo. E, dessa vez, Rose prometeu a Lissa que a levaria junto. Será que a princesa Moroi terá forças quando souber o que a espera?

Enredo: Depois de quase ter sido morta por Dimitri, Rose conseguiu voltar a escola e, ainda mais, foi aceita de volta às aulas e estava prestes a se formar oficialmente guardiã. Dimitri, como era esperado, não parou de persegui-la e agora estava disposto não somente a encontrá-la, como determinado a matá-la também, Mas Rose também estava determinada. Queria descobrir qual a maneira de trazer um strigoi de volta à vida e, mais uma vez, ela coloca a vida e o futuro de seus amigos em risco graças a sua obsessão sem limites. Assim, Ela, Lissa e Ed viajaram até o Canadá para invadir a prisão de segurança máxima Tarasov e libertar Victor Dashkov, na tentativa de encontrar o irmão dele, Robert Doru que supostamente trouxera um strigoi de volta ao seu estado anterior. Mas a solução não se mostra tão fácil quando Dimitri os ataca e Rose fica entre deixá-lo viver mais um pouco e buscar a cura ou cumprir a promessa que fizera a si mesma caso se encontrassem de novo e matá-lo. (Adivinhem só?). Por mais surpreendente que pareça, elas conseguem retornar a escola inteiras e Rose é afastada de Lissa e sofre as punições rígidas dos guardiões, mas quando a vida de Lissa corre perigo ao ser sequestrada por Dimitri, algo incrível acontece, Rose fica á frente das linhas de resgate e se vê na missão decisiva de matar Dimitri de uma vez quando Lissa o transforma novamente em dampiro. O choque não traz boas coisas, todos ficam apreensivos sobre a verdadeira natureza de Dimitri e o trancam em uma cela, as decisões na corte estão em polvorosa e segredos sobre a familia de Lissa assim como o futuro de Rose estão prestes a mudar quando a Rainha Tatiana é misteriosamente assassinada e Rose presa como a responsável.

O que eu achei: Laços do Espírito, como os outros, segue o mesmo padrão, só somos acrescidos de situações novas e descobertas novas. As coisas com Dimitri não saem bem como a gente espera e as atitudes de Rose se tornam mais e mais insuportáveis e maçantes, ao ponto de, no fim da saga, a gente começar a sentir raiva dela. Uma coisa que eu nunca achei que seria possível quando comecei a ler a saga. O cerco finalmente se fechou e a gente fica meio embasbacado com os acontecimentos e revelações, É tudo muito rápido e brusco, e não tenho ideia de quem pode estar por trás disso. O livro em si é como os outros, incrível. 

O próximo livro, O Último Sacrifício, provavelmente demore um pouco a ser lido, o que vai me custar uma semana toda para terminar provavelmente por ser o maior deles... E isso limita para 5 a miinha leitura de Janeiro, o que não é nada bom... Mas vamos ver.

Pensando, refletindo, avaliando...

Eu fui criada e educada na religião católica apostólica romana. Minha mãe é católica, meu pai era (hoje em dia ele está mais para um presbiteriano, não frequenta a igreja, acredita em Deus, mas não aceita o clero), minhas madrinhas são católicas assim como toda a minha família materna (a paterna eu não tenho ideia.), e assim eu fui educada sob a fé cristã. Desde muito pequena eu nutri um amor e uma ligação fortíssima com Nossa Senhora, a quem minha falecida mãe Lili ensinou-me a chamar de mãe, eu ia à missa com tanta frequência quanto leio hoje, eu realmente tinha uma fé inabalável, temia a Deus, às vezes, até no sentido ruim da palavra, mas nada poderia me fazer deixar de acreditar nele.
Desde pequena, mais precisamente aos cinco anos, eu tinha um medo absurdo de crescer. Tão absurdo quanto possível, e embora não soubesse exatamente por que, eu tinha plena certeza de que não queria crescer, na minha cabeça os adultos eram ruins, ser adulto era ruim e hoje eu vejo quão certa eu estava. Acho que eu tinha treze anos quando meu tio Lourival morreu, eu me lembro bem que foi meu primeiro contato com a morte, foi a primeira vez que eu olhei para o céu e perguntei por quê? Mesmo assim, em nenhum momento eu duvidei da existência de Deus, em nenhum momento eu questionei minha fé, eu só queria saber porque aquilo tinha acontecido, queria uma razão para alguém tão bom ter ido embora daquele jeito. Quando eu completei quinze anos uma amiga da minha familia ficou gravemente doente, foi internada e muita gente acreditava que não ia "escapar", minha família e outros amigos fizeram uma corrente de oração forte, com adoração na capela aqui perto de casa, dias e dias de clamor a Deus pela vida dela, e funcionou, ele atendeu nossas preces. Ela se recuperou, e ainda hoje está viva. E naquele momento eu disse a mim mesma: Sim, como todos dizem, Deus atende as nossas preces.
Foi então que, no ano seguinte, minha mãe Lili foi internada, disseram que ela tinha um aneurisma no coração, ela estava muito mal. Novamente, fizemos uma corrente de orações, meu coração se encheu de esperanças porque eu sabia que Deus me ouviria, ouviria a todos nós. Mãe Lili era a pessoa mais devota que eu já havia conhecido, ela tinha uma fé invejável, comparada à fé dos santos de nossa igreja. E, pela primeira vez na minha vida, Deus disse não. E ela morreu. Eu tinha dezesseis anos, mas o mundo ainda estava meio "cego" pra mim, eu ainda era inocente, eu ainda acreditava mais que qualquer coisa no mundo. E, de repente, meu mundo desabou. Eu não vou dizer a vocês que daquele dia em diante eu parei de acreditar em Deus, seria mentira e das grandes. Mas a minha fé sofreu um choque, porque ao contrário do que todos diziam, ao contrario do que eu me fiz acreditar, Deus também dizia não. Deus também se "recusava a nos ouvir" e surgiu, eu não diria revolta, mas uma lacuna naquilo que eu achava que era indestrutível dentro de mim. Mesmo assim, eu segui em frente, me lembro que tinha nessa época, dois amigos meus de religiões diferentes, Girlene, que é evangélica e Silmar, que como eu, é católico e de quem eu sinto muita saudade. Cada um, ao seu modo, tentou me mostrar e falar sobre os planos do Senhor, sobre como ele faz cada coisa certa no momento certo da nossa vida.
Eu fui crescendo e, devagar, fui me afastando da igreja. Não perdi a fé em Deus, mas ela foi enfraquecendo, minha religião passou a ficar mais branda dentro de mim, o fogo intenso de quando eu era criança, tornou-se uma brasa suave. Uma sucessão de anos ruins foram começando a acontecer conforme eu crescia, alguém pode dizer É o preço de se afastar de Deus, bom, o fato de eu parar de ir à missa com a mesma frequencia não implica dizer que eu me afastei de Deus, eu continuava rezando todas as noites, mas como cristã, eu sei que não é o bastante. Quando 2014 acabou eu fiz uma promessa a mim mesma, eu ia lutar pela minha fé, voltaria para a igreja e tentaria reaver o que perdi, me reaproximar mais profundamente de Deus. Quando eu comecei a ir à missa, já na primeira semana de 2015, senti a diferença. Não nas pessoas que ficavam encarando os meus tênis ou na sensação claustrofóbica de estar em um lugar cheio de gente, mas em mim. Era eu que estava diferente. Ontem foi a que mais me impressionou (sim, eu vou à missa aos sábados porque é menos cheia que aos domingos), eu estava fadigada, de uma maneira eu diria até anormal. Travei uma verdadeira luta interna contra mim mesma para permanecer acordada e prestar total atenção. As músicas não me envolviam mais como antes, parecia que eu tinha entrado em outro universo. E, ao chegar em casa e fazer minhas orações antes de dormir, eu pedi perdão a Deus... embora eu saiba que ele sabe o que aconteceu dentro de mim, não pude deixar de me desculpar e de pedir, novamente, que ele continue do meu lado, que me livre de deixar minha fé morrer.
Sabe, blogueiros, quando eu entrei na faculdade, o coordenador do meu curso dava aulas de linguística, e nos alertou sobre nosso professor de filosofia que é ateu. Ele disse para nós que, até o fim do curso, só uma fé inabalável conseguiria resistir, pois seríamos confrontados com coisas que nos fariam questionar tudo. De fato, eu tive que concordar, em certas aulas de literatura ano passado, eu ouvi um professor dizer que "Religião é um atraso. E que a crença em um ser superior (Deus) só serve para nos manter nas 'rédeas' da igreja e se submeter às suas vontades restritivas", claro que ele usou palavras bem mais complicadas pra dizer isso, eu dei uma simplificada no negócio, ainda ouvi, em uma aula do humanismo, sobre o tal Carpen Dien, o viver o agora, o "liberta-se" de Deus para ser livre e fazer o que bem entender, a noção de não existir pecado e de que somos livres para escolher por nós mesmos, pois a noção de alma é subjetiva. Realmente, em certos momentos, eu me questionei sobre tudo, vinham coisas à minha cabeça como: E se for tudo errado? E como eu posso saber que foi realmente Deus que deixou aquelas palavras na Bíblia se ela foi escrita, provavelmente em hebraico e foram os romanos que traduziram? Como vou saber que eles não manipularam aquilo? E se, no fim de tudo, Deus dissesse que a gente seguiu uma mentira o tempo todo e que ele não queria que a gente fizesse isso ou aquilo? Mas logo que surgiam, eu meneava a cabeça e as afastava. Era ridículo. É ridículo.
Não sou presa pela minha religião, mas isso não implica dizer que eu vou sair por aí correndo nua no meio da rua simplesmente porque eu quero. Não é a questão do moralismo ou de algo ser certo ou errado. Sempre ouvi nas missas a questão do livre-arbítrio nos dado por Deus, ele "permite" o mal porque somos livres para escolher segui-lo. Eu havia me esquecido que Deus nos diz não de fato porque ele sabe coisas que nós não sabemos. E depois de muito tempo ele me lembrou isso através de um filme com um titulo bem simples e bem profundo God's not dead. Em um mundo como vemos hoje, essa frase, essa afirmação, é mais que necessária. A ideia de viver o "Carpen Dien" é válida sim, desde que se saiba discernir liberdade de libertinagem. Imagina se o mundo fosse isento de regras? Se tudo fosse feito de qualquer jeito? Deus não nos monitora como fantoches que ele mexe a seu bel prazer, ele nos deixa livre para escolher nossos caminhos e, aqueles que escolhem segui-lo, vivem sob seus preceitos do mesmo jeito que quem dirige segue as regras de trânsito, quem escreve, as regras de ortografia, quem julga, as regras legislativas e etc. Não é que nós "temos" que fazer isso, é que nós queremos fazer, porque é nosso sentido de certo. E se Deus realmente não existisse como muita gente diz, então qual o sentido de tudo isso? Porque estamos aqui e o que acontece quando morremos? Por que viver e para que? Deus não é uma ideia que usamos para nos confortar diante de coisas ruins, ele é o sentido de tudo, o centro, a razão pela qual somos o que somos, Se as pessoas conseguissem amar só um pouquinho de nada como Deus, o mundo não era como é. Realmente, diante de tudo aquilo surgiram mesmo questões na minha mente, que eu fiz questão absoluta de ignorar, e percebi por fim que a minha fé continua aqui, talvez não igual como era quando eu tinha sete anos, mas tão inquebrável e viva quanto. Nada é capaz de fazer eu duvidar de Deus e sei que ele faz tudo com um propósito, um propósito certo que, mesmo que para nós pareça doloroso e errado, até injusto, é a forma que ele tem de nos ensinar e nos fazer acreditar nele, acreditar que ele não nos machuca, ele nos molda, ele nos preparara. E dói, sim, porque crescer dói. Se você avaliar sua vida até aqui vai ver que eu tenho razão.
No começo do ano, alguém me mandou uma mensagem bem simples que dizia God's not dead. Eu não reconheci o número, mas sabia que era o nome de um filme. Ontem eu parei para assistir, e agora, isso não é mais um nome de um filme, é uma verdade incontestável. Não importa o quanto as pessoas ou até mesmo as circunstâncias queiram fazer você crer no contrário, Deus não está morto, ele é a vida. Ele deu a vida por nós. Acreditar nisso é uma escolha assim como segui-lo e ele não vai te amar menos por fazer a escolha errada.

sábado, 10 de janeiro de 2015

Últimas novidades sobre Folhas Mortas

Oi blogueiros!

Bom, prometi a vocês que os deixaria informados acerca do andamento dos quatro livros que pretendo trabalhar neste ano, bem, espero que com as aulas eu consiga continuar fazendo isso. Então, só ontem eu me dei conta que Folhas Mortas já está com trinta capítulos! Sim, 30! Eu nunca pensei que conseguiria tamanha proeza, a maioria dos meus livros chegava, no máximo, a 22 e olhe lá! Fiquei eufórica, confesso. Em compensação, o trabalho de Asking for Alexandra foi para o ralo porque o meu computador decidiu travar bonito e eu fiquei sem conseguir salvar as nove páginas que havia escrito! Fiquei furiosa demais.
As coisas com Folhas Mortas seguem bem, eu estou tentando seguir o mesmo ritmo e acrescentando outras coisas, acredito que em Maio ela esteja pronta. Não posso dizer com certeza, mas é uma estimativa positiva considerando toda a chateação da faculdade... Eu vou fazer o possível para que continue um ritmo de trabalho positivo como eu tenho tido até agora.
Amanhã sai a resenha de Laços do Espírito e eu já vou pegar O ùltimo sacrifício, este último talvez eu demore um pouco pra ler, porque tipo, ele é bem grandinho '-' mas a gente vê. O ano não vai nada bom até aqui... 2015 vai ser igual ou pior que 2014 pelo que estou vendo... mas enfim.

Beijos e até a próxima, gente linda!

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Primeiro livro de 2015 \o/

Minha lista de compras deste ano está tão comprida que se eu não ganhar na loteria vou ter que começar uma campanha na igreja: DOE PARA UMA LEITORA POBRE COMPRAR LIVROS. No fim do ano passado, eu adquiri o primeiro bebê de 2015 no submarino com uma promoção imperdível *U* e, ontem, ele chegou para mim, e já estou absurdamente apaixonada por ele!


Se eu pudesse, eu manteria um post com cada atividade que eu completasse do livro, mas, infelizmente, eu ando correndo contra o tempo. Com o trabalho, as férias voando, as aulas infelizmente tão próximas e a rotina pesada que vem pela frente, eu não sei nem como vou fazer para continuar trabalhando e mantendo a minha rotina de leitura... Estou preocupada blogueiros.
Bom, até a próxima!

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Harry Potter e a Pedra Filosofal - J.K. Rowling #1 Livro + Filme

Informações:

Título Original: Harry Potter and the Philosopher's Stone #1
Título no Brasil: Harry Potter e a Pedra Filosofal #1
Série: Harry Potter
Autor: J.K. Rowling
Gênero: Fantasia, ficção e Aventura
Ano de Lançamento (Original): 26 de Junho de 1997
Ano de Lançamento (Brasil): 1 de Janeiro de 2000
País de Origem: Reino Unido
Editoras: Bloomsburry (Reino Unido)
                  Presença (Portugal)
                  Rocco (Brasil)

Sinopse: Harry Potter é um garoto comum que vive num armário debaixo da escada da casa de seus tios. Sua vida muda quando ele é resgatado por uma coruja e levado para a Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. Lá ele descobre tudo sobre a misteriosa morte de seus pais, aprende a jogar quadribol e enfrente, num duelo, o cruel Voldemort.


Enredo (internet) **Eu não escrevi o enredo deste livro e, inclusive, tampouco ia colocá-lo, porque acredito que todo mundo conhece essa história de cór. Mas, tendo em vista que alguém pode não tê-lo lido (embora eu duvide) decidi pegar um pronto da wikipédia; PODE HAVER PRESENÇA DE SPOILER**
Harry Potter é um menino orfão, deixado na porta dos seus tios Dursley por Alvo Dumbledore, Minerva McGonagall e Rúbeo Hagrid quando tinha apenas um ano, onde é mal tratado até completar seus 11 anos. Quando Harry começa a receber cartas (nunca tinha recebido cartas na vida) que sabiam até onde ele dormia. Os tios de Harry o proíbem de ler a carta, mas a cada carta que eles jogam fora mais cartas aparecem. Na noite de seu aniversário Harry é visitado por Hagrid (meio-gigante que trabalha para Hogwarts), o qual revela que Harry é filho de bruxos e muito famoso. A verdade é toda revelada a Harry Potter, que seus pais foram mortos pelo terrível bruxo Voldemort e que a sua cicatriz era marca da tentativa de assassinato que Harry sofreu.
Harry em seu primeiro ano na escola de bruxaria é apresentado a Ronald Weasley e Hermione Granger (seus futuros melhores amigos), onde juntos desvendam mistérios e perigos importantes para trama.
Após várias aventuras, os garotos juntos descobrem que a pedra filosofal está guardada no castelo de Hogwarts, protegida pelo cão de três cabeças Fofo e diversos empecilhos colocados pelos professores da escola. Desconfiados que o professor de poções, Severo Snape, está tentando roubar a pedra, decidem eles mesmos guardarem o artefato mágico. Ao chegarem ao local onde se escondia a pedra filosofal, Harry se reencontra com Voldemort, o qual tomou posse do corpo do professor de Defesa Contra as Artes das Trevas, Quirinus Quirrel. No entanto Voldemort falha em sua missão e foge de Harry que passa a pedra filosofal para o diretor da escola, Alvo Dumbledore, destruí-la.

O que eu achei: Certo, eu coloquei Harry Potter na minha meta de leitura de 2015 porque achei que já era hora de lê-lo, o livro estava perdido na minha estante ha eras! Eu assisti HP acho que um ano depois que saiu, inclusive, foi um dos poucos e raros filmes que colocaram meus pais, eu e a minha irmã na sala juntos e somente por isso o filme tem um sentido especial para mim. Eu não tinha muito acesso pessoal a livros na época, ainda era o aluguel da biblioteca da escola, então, só vim saber que era uma série de livros bem depois. O que me afastou do interesse real pela série foi o fandom. Me desculpem os ditos Potterheads, mas é a minha sincera opinião, é o fandom mais chato da humanidade! Tive relatos horríveis de shadowhunters (Instrumentos Mortais), Semideuses (Percy Jackson) e nem vou citar Twilighters porque esses dispensam, são o alvo principal das facadas. Eu não sou de nenhum fandom, tenho meus teams como todo leitor, mas não participo de fandom nenhum porque acho muito injusto o que rola na maioria deles, por mais que sejam brincadeiras "inofensivas" algumas vezes, acho que independente do seu gosto, atacar outras sagas é imperdoável, e o fandom de HP é mestre nisso! Goste do seu livro e ponto, não se meta no gosto alheio é o que eu acho. Isso me afastou um pouco da série, mas, este ano, finalmente tomei a decisão de ignorar a fila de chatos e ler o livro para ter uma opinião mais concreta acerca da história.
Dividi a leitura em 2 dias, para poder trabalhar mais tranquilamente e ainda assistir filmes e séries (estou tentando me organizar, juro!), e sério, eu gostei muito do livro! Não há dúvidas quanto à criatividade de Rowling na criação da obra, é realmente genial no sentido mais sincero da palavra. Harry Potter conta com humor, ação, amizade, fantasia e até mesmo drama em uma composição equilibrada, bem amarrada e bem distribuída. No livro nós temos uma série de detalhes a mais que, ao ver o filme, nos ajuda na melhor compreensão e até gera umas revoltas por ter algumas cenas que desejaríamos visualizar. Eu gostei muito de ter lido Harry Potter e mesmo apesar do fandom insuportável não há como negar que o livro é muito bom. Não acho espetacular, mas é de fato, muito gostoso de ler e de assistir.

O Filme:

Ficha Técnica

Título: Harry Potter e a Pedra Filosofal
Direção: Chris Colombus
Roteiro: Steve Kloves
Duração: 152 minutos
Ano: 2001
Distribuidora: Warner Bros

Dentre muitas adaptações de filme, posso dizer que a de HP é muito razoável. Eles mudaram coisa pra caramba no filme, mas nada que comprometesse o livro e esse é um detalhe que vale a pena ressaltar. Algumas cenas foram realmente adaptadas e poucos acontecimentos foram ignorados no filme, mas nada que comprometesse muito o entendimento da história. O termo adaptação pode ser realmente aplicado aqui, uma vez que o filme é quase fiel ao livro de uma maneira completa, eu diria que 80% do livro foi bem adaptado, senti falta de algumas cenas como a briga de Rony e Neville no segundo jogo de quadribol em que Snape foi o juiz e, a cena que mais me irritou não ter sido adaptada foi a cena dos gêmeos no natal que foi, do livro todo, a minha cena favorita:
"- Detesto cor de tijolo - lamentou-se Rony, desanimado enquanto vestia a suéter."
"- Pelo menos você não tem uma letra na sua - comentou Jorge. - Ela deve pensar que você não esquece o seu nome. Mas nós não somos burros, sabemos que nos chamamos Jred e Forge." 
Se for para dar uma nota de um a cinco para a adaptação eu daria 4,5. 
Bem, agora vou voltar para os dois últimos livros da série Academia de Vampiros! Então, até lá blogueiros!

The Lost Girl.

domingo, 4 de janeiro de 2015

Academia de Vampiros #4 - Promessa de Sangue

Informações:

Título Original: Blood Promisses
Título no Brasil: Promessa de Sangue
Série: Academia de Vampiros #4
Autor: Richelle Mead
Gênero: Fantasia, Romance, Ficção
Ano de Lançamento (Original): 25 de Agosto de 2009
Ano de Lançamento (No Brasil):  Abril de 2011
País de Origem: EUA
Editoras: Contraponto (Portugal)
                  Razorbill (EUA)
                  Agir (Brasil)

Sinopse: A vida da guardiã Rose Hathaway nunca será a mesma. O recente ataque a Academia St. Vladimir devastou todo o mundo Moroi. Muitos estão mortos. E, pelas poucas vitimas carregadas pelos Strigoi, o destino deles é ainda pior. Uma rara tatuagem agora adorna o pescoço de Rose, uma marca que diz que ela matou Strigoi demais para contar.Mas apenas uma vitima importa… Dimitri Belikov. Rose agora deve escolher, um de dois caminhos bem diferentes: princesa – ou, abandonar a academia para sair sozinha em uma caça para matar o homem que ela ama. Ela terá de ir ao fim do mundo para encontrar Dimitri e manter a promessa que ele implorou para ela fazer. Mas a pergunta é, quando a hora chegar, ele irá querer ser salvo? Agora, com tudo em jogo – e mundos de distancia da St. Vladimir e sua desprotegida e vulnerável, e recentemente rebelde, melhor amiga – Rose pode encontrar forças para destruir Dimitri? Ou, ela vai se sacrificar para ter uma chance em um amor eterno?

Enredo: Após deixar a escola inconvenientemente sem nenhum plano em mente além de matar Dimitri, Rose se vê num emaranhado de dúvidas e incertezas, sabe que precisa chegar até a cidade de Dimitri, mas sequer lembra-se como ela se chama. Para tal, ela conta com a ajuda de Sidney, uma influente alquimista que a leva até Baia, a cidadezinha natal na Russia onde Dimitri nascera. Lá, ela conhece a família do amado e descobre um pouco mais sobre eles, além de conhecer diversas pessoas como Mark e Oksana, que é uma outra usuária do espírito. Também entra em seu caminho Abe, um poderoso moroi envolto em segredos - que mais tarde vão te deixar de queixo caído kkk - por um momento, em meio a família Belikov, Rose quase desiste da ideia de caçar Dimitri, mas quando descobre que Rolan, um moroi enganador de dampiras, está atrás de Viktória, irmã mais nova de Dimitri e que já havia enganado Sonya, sua irmã do meio grávida de seis meses, ela faz um acordo com Abe afirmando que sairia de Baia se ele tirasse Rolan para sempre do caminho das Belikov. Enquanto oscila seu tempo pensando no que fazer, resolvendo os conflitos internos e na família de Dimitri, Rose ainda visita Lissa através do laço, descobrindo que a amiga está cada vez mais afundando em escuridão e que, provavelmente, arrumara uma substituta para ela, uma moroi chamada Avery, filha do novo diretor da escola, que também se tornara o novo affair de Adrian. Levemente enciumada, Rose tenta não se deixar abalar e junta-se a um grupo de aprendizes desligados da guarda moroi para caçar strigoi e interrogá-los quanto a localização de Dimitri. Quando finalmente consegue encontrá-lo, o pior acontece: Rose está sozinha e não consegue matá-lo. Levada por Dimitri para um lar de Strigoi, ela é facilmente subjugada por ele e quase chega a acreditar que ele pouco ou nada mudara, isso porque ele a mantem sob domínio da endorfina de suas mordidas. Quando consegue finalmente recobrar a consciência, Rose precisa desesperadamente fugir de Dimitri e voltar para Lissa que corre sério perigo de vida, revelações são feitas e a importante decisão de matar ou não o amor da sua vida finalmente chega deixando Rose sem saída além de cravar a estaca de prata em seu coração, mas será que ela lembraria realmente todas as lições de seu mestre?

O que eu achei: Cara, o livro é um meio a meio, eu não posso dar uma opinião exata sobre ele, é estranho sem Dimitri, e quando ele aparece fica mais estranho de um jeito pior. Até o terceiro livro, por mais besteiras que a Rose tivesse feito, eu sempre gostava do livro, era elétrico e fofo ao mesmo tempo, mas nesse quarto apareceu os primeiros resquícios de chatice na história. Foi muito legal conhecer a famosa família de Dimitri, e, sério, eu tiro o chapéu para o dom dessa mulher em criar suspense! Acho que pelo fato de a história se resumir muito ao ponto de vista da Rose a gente perde alguns detalhes, mas putz, quando ela revelou as amarras dos primeiros mistérios eu fiquei de queixo caido, de verdade! Nesse livro a Rosemary Hathaway me fez muita raiva, não gostei das atitudes dela muito embora eu consiga entender em parte os motivos que lhe motivaram, então, como sei pelo final desse livro que o próximo não vi ser nada mole, vou dar um tempo na série pra ler outra coisa e, logo em seguida, retorno a ela novamente. O ponto alto, para mim, foi o desenrolar dessas revelações e alguns acontecimentos engraçados, mas de resto achei que faltou algo no livro... Como eu disse no início, é estranho sem Dimitri. 

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Folhas Mortas - Andamento

Oi blogueiros!

Então, como eu andei dizendo a vocês, esse ano vai ser de muito trabalho pela frente. Estamos no segundo dia do ano, mas a minha maratona de leitura e trabalho já está a mil! Eu prometi que os manteria avisados sobre todos os andamentos dos livros nos quais trabalharia durante 2015, assim como dos que leria, e já estou na metade do segundo livro! Neste domingo, já tem resenha nova. E, assim como Asking for Alexandra, que atualmente eu estou postando no Nyah e Wattpad, eu comecei a trabalhar novamente em Folhas Mortas, e é esse o motivo deste post.
Bem, Janeiro vai ser um mês complicado (como se o resto do ano não fosse! ¬¬') além de trabalhar em Asking for Alexandra, porque quero concluí-la este mês ainda, eu também estou trabalhando no meu TCC da faculdade além de Folhas Mortas, isso faz o meu cérebro dividir-se em 3 por enquanto! Mesmo assim, abri hoje o livro para continuar escrevendo. Atualmente conta com 28 capítulos completos e o 29 pela metade. E olhe que eu não cheguei nem na metade do caderno ainda! Mas, não se preocupem, ainda vai em duzentas e setenta páginas, não vai ficar enorme não. (Eu acho). O problema é que, pelo que vi, para trabalhar com plena tranquilidade, eu vou precisar reler os vinte e oito capítulos anteriores para poder entrar no "clima" da história, por estar trabalhando em três diferentes processos, uma vez que meu TCC é sobre uma obra do século XVIII, Asking for Alexandra é um gênero totalmente diferente do que costumo escrever e Folhas Mortas é um drama, eu estou meio que com dificuldade de me concentrar na personagem.
Cogitei a ideia de esperar para começar os trabalhos no mês que vem, quando terei terminado Asking for Alexandra e, assim, poderei me dedicar apenas a ele e ao meu trabalho de conclusão de curso que quero terminar ainda este ano sem falta. Mas, vou continuar trabalhando e, só levarei esta ideia para frente se realmente ver que está atrapalhando o enredo de alguma forma. No demais, a história está ficando linda e emocionante como sempre! Podem esperar que vai ser mais um livro lindo!

Por enquanto é só isso. Fiquem ligados no blog, acompanhem as novidades, participem do sorteio de Um Novo Começo e acompanhem Asking for Alexandra no Wattpad ou Nyah, e, se você ainda não leu, vá dar uma conferida em Conto de Falhas!

Até a próxima!

The Lost Girl.

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Começando 2015

Oi blogueiros!

Como foi a passagem de ano de vocês? Espero que tenha sido melhor que a minha... Na verdade, 2015 foi recebido com lágrimas aqui em casa... Já faz um tempo que as comemorações anuais aqui são bem deprimentes, seja ela natal, ano novo e até mesmo aniversário. Grande parte dessa culpa é do meu pai, que é basicamente um zumbi, aí, isso incomoda e magoa a minha mãe, e me faz perceber como casamento é um negócio altamente fracassado. Sempre que eu os observo percebo que fico mais tentada a acabar os meus dias criando cachorros! Mesmo assim, eu continuo firme com a esperança que esse ano algo vai ser bom, diferente, melhor. Até porque, se eu perder até mesmo a esperança, o que mais vai me sobrar?
De resto, o dia hoje foi mais ou menos tranquilo, tivemos que aguentar a música ruim dos vizinhos bêbados a maior parte do tempo (isso sem contar os gritos), comemos pouco, dormimos grande parte do dia e eu já entrei na minha maratona de leitura e vou já começar a trabalhar. Como eu disse a vocês no último post de 2014, esse ano vai ser marcado por um trabalho intenso de leitura e produção escrita. Ainda em 2015 eu quero deixar Folhas Mortas e Congelada prontos, além de preparar Avalanche também, então, melhor pôr as mãos a obra já não? Eu deixarei vocês informados do andamento desses projetos conforme for avançando, e também ainda essa semana, terá o primeiro sorteio do blog, então fiquem ligados! 
Obrigada a todos que acompanham e um super beijo pra vocês nessa primeira página do livro 2015!

Anjos na Escuridão - Lauren Kate

Informações:

Título Original: Angels in the Dark
Ano de Publicação: 2014
Autor: Lauren Kate
Série: Fallen - Spin-off #2
Editora: Random House (EUA)
                Galera Record (Brasil)
Gênero: Fantasia, Romance, Mistério

Sinopse: Anjos na Escuridão é uma coleção de momentos intensos do mundo perigosamente romântico da série Fallen, lançado nos EUA apenas em e-book. Uma festa que acaba terrivelmente errado, Ariane em uma febre de compras celestial, Daniel navegando pelas ruas de L.A. e outras aventuras formam este conjunto de contos inesquecíveis para qualquer fã de Lauren Kate.

O que eu achei: Oi blogueiros! Estou aqui com a primeira resenha do ano! \o/ primeiro, Feliz Ano Novo, né? Desejo tudo de bom pra vocês! Bom, como o livro é beeem pequenininho eu não vou colocar enredo para não acabar dando spoiler, então vou falar as minhas impressões sobre esse segundo Spin-Off da série Fallen que eu dei de presente pra minha irmã no natal do ano passado e já abri o ano lendo! É uma leitura rápidíssima e, assim como todos os livros da Lauren, super gostoso de ler. Nós somos levemente esclarecidos de alguns pontos dos quatro livros, em expectativas diferentes, o ocorrido antes de Luce ir para a Sword e Cross, a expectativa de Ariane  com a chegada dela, a decisão de Daniel e sua sentença, a situação que sucedeu a entrada de Luce no anunciador em Tormenta, e, minha parte favorita das sete histórias, foi o sonho de Luce deletado. Foi um ótimo jeito de começar o ano! 
Gostaram do Layout novo do blog? Eu não queria rosa, mas foi o único que serviu :p bem, volto logo com a próxima resenha! Feliz Ano Novo blogueiros, um 2015 cheio de paz, harmonia, felicidade e livros, muitos livros!

The Lost Girl