quinta-feira, 13 de outubro de 2011

=[

Dor que se manifesta em lágrimas
perdidas nos olhos de quem sofre pelo destino
de quem é escravo da distância
daqueles que são privados
de um sorriso...
Dor que os dias acompanha
insensível ao flagelo daqueles que em seu
suplício clamam socorro
trancados nessa 
agonia infinita chamada sonho.
Dor que consome meus dias
que corrói minha alma
que açoita meu coração .
Não importam quantos sorrisos, 
não importam quantas vezes eu tente me convencer
ela sempre vem me lembrar
que a distância existe
que nao há um fim...
E o tempo passa mas nada se cura
mas esse desejo insaciável de morte que me ronda
e eu ja me sinto morrer...
morrendo viva pois não há vida sem ele
não há saida na distância.
O flagelo de nunca sentí-lo...
A angústia de nunca olhá-lo...
O sufocado desespero de partir sem ele...
E eu não tenho medo 
da morte...
A morte não dói...
E eu a espero, quero me libertar...
me libertar da dor que me aprisionou... que me
mantem longe dele...
Eu não sou mais forte o bastante
eu não consigo mais suportar....
é a hora de ser livre.
De ver a luz.
Se o destino é cruel o bastante para me privar de amar
Serei o bastante cruel
pra não deixá-lo me ver viva.

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