sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Princesa Adormecida - Paula Pimenta

Informações:

Título: Princesa Adormecida
Autor: Paula Pimenta
País de Origem: Brasil
Série: -
Editora: Galera Record
Ano: 2014
Gênero: Ficção Nacional, releitura
Páginas: 192

Sinopse: Era uma vez uma princesa... Você já deve ter ouvido essa introdução algumas vezes, nas histórias que amava quando criança. Mas essa princesa sou eu. Quer dizer, é assim que eu fiquei conhecida. Só que minha vida não é nada romântica como são os contos de fada. Muito pelo contrário. 
Reinos distantes? Linhagem real? Sequestro? Uma bruxa vingativa? Para mim isso tudo só existia nos livros. Meu cotidiano era normal. Tá, quase normal. Vivia com meus (superprotetores) tios, era boa aluna, tinha grandes amigas. Até que de uma hora pra outra, tudo mudou. 
Imagina acordar um dia e descobrir que o mundo que você achava que era real, nada mais é do que um sonho. E se todas as pessoas que você conheceu na vida simplesmente fossem uma invenção e, ao despertar, percebesse que não sabe onde mora, que nunca viu quem está do seu lado, e, especialmente, que não tem a menor ideia de onde foi parar o amor da sua vida.
Se alguma vez passar por isso, saiba que você não é a única.
Eu não conheço a sua história, mas a minha é mais ou menos assim...

O que eu achei: Oi oi, gente linda *U* então, no meio de um conto bem legal que eu decidi escrever pro Nyah, as obrigações da faculdade e uma rotina totalmente desequilibrada (eu sou uma vergonha pra humanidade, sério) eu voltei com a resenha de Princesa Adormecida, esse livro nacional escrito pela Paula Pimenta que é uma releitura moderna do meu conto favorito, A Bela Adormecida. Essa é a terceira vez que a Paula aparece aqui no blog, a primeira foi com Fazendo meu Filme: A Estreia de Fani, a segunda foi com seu conto pra antologia O Livro das Princesas com o conto Cinderela Pop. E agora, com esse livro que eu ganhei de presente de aniversário com um mês adiantado da minha irmã. Mas só peguei nele agora! Enfim, vamos ao enredo, conhecemos Áurea Bellora, uma princesa de um pequeno reino alemão que eu não vou escrever porque é um palavrão estranho, ela despertou a ira de uma "amiga" da mãe que foi a responsável por juntá-la com um descendente real desse pequeno reino, mas que não assumiria o trono por ser apenas irmão mais novo do príncipe. Furiosa, a mulher tenta sequestrar a princesa quando criança e é desmascarada pelo Filipe, o filho de um casal que se torna amigo dos pais de Áurea (e que nome esse, hein!) com as constantes ameaças da megera, os pais decidem forjar a morte da filha e escondê-la no Brasil, na casa dos tios maternos da mãe - que é brasileira - e em um colégio interno onde ninguém a encontraria. A "maldição" aqui seria que a mulher iria destruir o primeiro amor de Áurea impedindo que ela conhecesse qualquer tipo de felicidade antes dos 18 anos. A menina é criada pelos tios e no colégio interno achando que os pais morreram e que tudo até seus 5 anos foi uma história infantil. Até que um dia ela conhece um rapaz chamado Phil através de mensagens de celular e, a partir daí, seu conto de fadas começa a se desvendar diante dos seus olhos. Okay, esqueça os fusos, aqui as "agulhas" são abelhas. Sim. Essa bela adormecida fica em coma após um choque anafilático (okay, isso não é um spoiler, afinal vocês sabem que ela acaba dormindo né?).
A história é fofa, embora você mate o que era pra ser uma charada logo de cara. E eu tinha percebido isso nos outros livros da Paula também, você mata a charada tão cedo que quando vem a resolução fica se sentindo Sherlock Holmes, mesmo assim eu gostei tanto, vocês sabem que eu amo qualquer adaptação ou releitura desse clássico, ainda falta ler Adormecida que foi o único livro adaptado que eu ainda não li. Recomendo Princesa Adormecida pra quem gosta de um romance leve, rápido, de leitura fácil e fofinho. Valeu a pena. Quatro estrelinhas!

Bem galera, é isso. Eu tô bem atarefada e com o aniversário de mamãe as coisas ficaram mais apertadas ainda e a rotina toda desequilibrou bonito. Tirei "férias" de Sombras ao Sol para escrever Dear Diary no Nyah, a pedido de umas pessoas no grupo do facebook e a história deu tão certo que não tive coragem de abandoná-la ou mesmo deixá-la curtinha como eu planejei... Mas já estou terminando e logo volto ao trabalho! A partir da semana que vem as coisas já vão entrar nos eixos. Obrigada por acompanharem o blog! Beijos!

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