sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Sleepwalker cover

O Teorema Katherine - Jonh Green (Resenha)

Muito bem, eis que volto para vocês com a última leitura de fevereiro, este mês eu li apenas quatro livros - sem contar com Eu Sou o Número Quatro que eu apenas terminei de ler na primeira semana do mês. - isso por culpa da péssima série da Alyson Noël da qual ainda me restam três livros. As coisas na faculdade estão me impedindo de ler como eu gostaria, mas estou me esforçando ao máximo para avançar na minha meta antes que as coisas piorem... Inclusive, estou deixando de escrever para ler o que é ao mesmo tempo que um pouco "triste" muito benéfico. Por exemplo, graças a esse livro eu chamo a minha irmã de kafir toda vez que ela pisa na bola hehe. Bom, agora chega de enrolação e vamos para a resenha. Eu levei exatos seis dias para terminar o teorema Katherine, o livro se mostrou diferente do que eu pensava, mas foi uma surpresa boa. A resenha NÃO TEM SPOILER então pode ler sossegado ok?

O Teorema Katherine

Esse foi meu segundo livro do John Green – dinheiro não dá em árvore não u.u’ – e eu não pude deixar de perceber que ele tem um certo fascínio e, devo admitir, completa desenvoltura, em criar personagens com aversão completa ao anonimato. Assim como Augustus Waters, Colin Singleton tem medo de não ser importante, de não colocar uma marca no mundo e quando se sente fracassado por não ser “reconhecido” por algo ele se afunda completamente em uma depressão interna.
A história acompanha Colin levando um fora da sua décima nona namorada chamada Katherine – e creia em mim um dos motivos de eu ter comprado esse livro antes de A Culpa é das Estrelas foi exatamente pelo fato de o meu nome estar nele! –que tecnicamente é a primeira Katherine eu sei isso é meio confuso, mas você entenderá melhor depois de ler. Enfim, ele fica altamente deprimido, aliás como sempre, e recebe a visita de seu único e melhor amigo Hassan, um iraquiano não terrorista metido a engraçadinho e tão nerd quanto Colin. – tá, talvez um pouco menos. – Colin é um daqueles meninos prodígio que lê aos dois anos de idade e aos nove já sabe a raiz quadrada de pí e fala pelo menos cinco idiomas, no caso do Colin, onze. E ele tem a estranha preferência de se apaixonar e namorar apenas Katherines não sendo essa sua menor esquisitice. Ao ver o amigo deprimido e na tentativa de salvá-lo – e salvar também a si mesmo. – Hassan o carrega em uma viagem de carro em busca de esquecer um pouco da sua vida monótona e momentaneamente sem significado e apenas ver coisas diferentes.
Assim, temos dois nerds na estrada que acabam indo parar no Tennessee, em uma cidade, se é que pode-se chamar assim, conhecida como Gutshot (nome horrível, eu sei.) onde eles conhecem Lindsey e sua mãe Hollis duas adoráveis “caipiras”        que lhes oferece um emprego, moradia e refeições. Em meio aos trabalhos dados pela rica senhora dona de uma fábrica que produz os “cordões de tampão” Colin, Hassan e Lindsey tem que entrevistar e gravar histórias de todos os moradores da cidadela para compor um arquivo histórico no qual os futuros habitantes do lugar poderão conhecer a riqueza “cultural” de sua pequena cidade. Colin também se defronta com o namorado de Lindsey, O Outro Colin, carinhosamente apelidado de OOC por Hassan e a partir desse momento o nerd passa a desenvolver um teorema matemático que dirá quando um casal vai terminar o relacionamento e quem vai terminar com quem, ele aplica suas teorias baseados nas suas 19 Katherines, mas o que esse teorema acaba lhe mostrando, assim como a pequena cidadela e seus habitantes acalorados, é uma viagem emocionante ao centro de suas próprias convicções, verdades e desejos reais. Colin descobre que o passado não pode ser mudado, o futuro é algo desconhecido e que tudo que verdadeiramente importa é o presente e o que tem nele. Muitas vezes, para ser extraordinário basta apenas que você seja você.

O que eu achei do livro: Em primeiro lugar, não foi como eu imaginava. Nem de longe. Em segundo lugar eu não entendi bulhufas dos gráficos, das expressões matemáticas e tals. E, por fim, reforcei minha ideia de que o John Green é um nerd da mais alta patente! Nem mesmo o R. fica nessa categoria tão alta embora eu desconfie que ele é o nerd brasileiro numero um. A minha admiração pelo João Verde ficou maior quando ele postou no twitter em favor da Sthephanie Meyer, ele é um exemplo do que o fandom de HP deveria ser. Ele se redimiu com os fãs da saga de Meyer e com a própria por todas as vezes que ele se deixou ir nas idiotices de gente que não respeita o gosto e o trabalho dos outros. O Teorema Katherine é um livro ótimo, engraçado e romântico no ponto certo de ser altamente interessante. O final foi apenas levemente previsível, pelo menos para mim. Quando cheguei no capítulo dezoito eu meio que já sabia o que vinha depois e acho que essa foi a coisa que me fez marcar o livro como muito bom e não excelente no skoob. De fato, tirando a matemática – que nem mesmo o apêndice conseguiu me fazer entender – eu adorei cada página do livro. Mas eu definitivamente NÃO acredito no John quando ele diz o disparate de que não é bom em matemática ¬¬ isso é o cúmulo da mentira para um cara que escreveu um livro como esse.

Entenda a Letra: Animal I Have Become - Three Days Grace

Eeei pessoas o/

Bom, hoje é sexta feira (não, não é dia de cerveja ¬¬) e como a faculdade me deu férias de uma semana a partir de hoje, eis que eu decidi finalmente trazer a música da semana já que o jogo saiu na segunda. E acredite, só agora tive tempo. Enfim, depois conversamos mais um pouco. Antes de começar, o motivo pelo qual escolhi essa música do Three Days Grace (quando a banda ainda era boa) foi o fato de a letra dela ser muito interessante, não é a minha favorita da banda - para quem se interessar minhas favoritas são pain, Last To Know e Over and Over - mas tem uma letra com a qual me identifico parcialmente e afinal, quem não tem um "animal" indomável dentro de si?

Animal Que Me Tornei

Eu não consigo escapar desse inferno
Tantas vezes eu tentei
Mas eu continuo preso por dentro
Alguém poderia me tirar desse pesadelo?
Eu não consigo me controlar
Aparentemente, desde que eu ouvi essa música pela primeira vez, ela fala sobre conflitos internos.  Para quem não sabe, Adam escreveu as músicas desse cd (One X) quando estava em uma clínica psiquiátrica então em sua grande maioria as letras falam sobre ser rejeitado, sobre coisas que se passam dentro de você, revelam exatamente como ele se sentia lá dentro. O "inferno" ai não é a clínica onde ele estava, mas o inferno que ele carregava dentro da sua mente, que ele não conseguia controlar, é mais que a sensação de estar fisicamente preso, mas mentalmente preso, não conseguir controlar a si mesmo é agonizante.
E daí se você pode ver o lado negro em mim?
Ninguém mudaria esse animal que me tornei
Ajude-me a acreditar que isso não é realmente eu
Alguém me ajude a domar esse animal,
(esse animal, esse animal)
Nessa música, Adam tá meio que pedindo ajuda ele não se importava que as pessoas soubessem que ele tinha problema com Oxicodona não se importava que todos os seus defeitos estivessem a mostra, o que ele realmente queria era se livrar do conflito que pairava na sua mente. É como se ele sentisse que sua pessoa estava dividida em dois, dois Adams que conflitavam dentro de um mesmo corpo ele não conseguia controlar as ações do "outro Adam", como se vivesse em uma sucessão de momentos lucidez/insanidade.
Eu não consigo escapar de mim mesmo
(Eu não consigo escapar de mim mesmo)
Tantas vezes eu menti
(Tantas vezes eu menti)
Mas ainda há raiva por dentro
Alguém me tire desse pesadelo
Não consigo me controlar
A primeira frase dessa estrofe é tipica. Acredite quando eu digo: ninguém consegue! 
A gente pode mentir para si mesmo, mas no fim das contas a verdade sempre vem bater na nossa cara, é muito mais difícil lutar contra fantasmas, principalmente quando eles vivem dentro de você é uma briga que temos que encarar sozinhos e nem sempre se consegue sair vencedores.

[Refrão]

Alguém me ajude a sair desse pesadelo
Eu não consigo me controlar
Alguém me acorde desse pesadelo
Eu não consigo escapar desse inferno
Eu entendo essa parte, já passou por algo tão ruim que tentou se convencer de que era só um sonho ruim? (A Amy Lee escreveu Breathe No More com esse mesmo sentimento) como eu disse, nessa música o Adam só pede ajuda, uma ajuda que demorou um pouco pra chegar... E não apenas para quem sofre com problemas psicológicos ou dependências quando  há um "inferno" dentro de você é mais difícil sair do que parece ou do que pensam. Só quem sabe como é não ter controle sobre si mesmo ou mesmo tentar escapar da própria mente é que realmente entende o que Animal I Have Become fala, é uma guerra inenarrável, uma agonia indescritível.
Esse animal, esse animal, esse animal, esse animal, esse animal, esse animal, esse animal...

E daí se você pode ver o lado negro em mim?
Ninguém mudaria esse animal que me tornei
Ajude-me a acreditar que isso não é realmente eu
Alguém me ajude a domar esse animal que me tornei
Ajude-me a acreditar que isso não é realmente eu
Alguém me ajude a domar esse animal
(Esse animal que me tornei)

Então galera, espero que vocês tenham curtido a música da semana. Fiquem ai com o vídeo oficial :D

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Marasmo

- desenho fofo *u* -
Hoje foi minha primeira aula de volta ao curso de inglês, há apenas mais duas alunas na minha sala e confesso: gostei de ambas. Chamam-se Teresa e Viviane. Eu ainda estou um pouco relutante em me aproximar delas, sei lá, sabem como eu sou diante de gente que não conheço, as vezes por mais que eu "vá com a cara" da pessoa parece que existe um campo de força invisível que me faz repelir e mantê-las a distância de mim, uma distância segura. Bom, só o fato de eu ter ido com a cara delas já é um avanço, normalmente isso ocorre uma em cada setenta vezes. Felizmente, só tenho aula até amanhã o/ depois disso uma semana inteira de descanso, livros e muito sono. Estou com tantas ideias em mente, ideias que por enquanto ficarão só comigo, no momento minha meta é terminar Congelada, mas já tenho muitos novos projetos em mente, resta saber qual deles vai "sobreviver" até o fim de Congelada. Ultimamente tenho me dedicado a ler e somente isso. Além do monte de coisas que tenho que fazer na faculdade, eu tenho tentado avançar o máximo possível na minha meta de leitura, porque daqui a alguns meses vai ficar bem complicado de ler, como por exemplo, agora tenho que ler Eneida, um poema épico latino... Eu não consegui avançar porque o livro está em pdf e eu tenho problema em leitura digital u.u' vou tentar conseguir o "livro físico" para ver se a coisa anda.
Não contei a vocês ontem por causa do cansaço... Eu tenho andado muito cansada esses dias e a tendência é piorar... Mas deixe-me dizer, eu sonhei com David esses dias, foi algo tão... Como direi... Triste, angustiante e Egoísta que nem sei dizer o que eu estava sentindo quando acordei. Me lembro de poucos detalhes, mas o mais nítido na minha memória é de que eu sentei em seu colo e ele me abraçou forte, eu o agarrei com toda minha força, a cabeça encostada em seu peito como eu sempre fazia, eu adorava sentir o cheiro do perfume amadeirado dele e ouvir o som do coração descompassado, e chorava rios pedindo que ele não fosse embora. Até que ele desaparecia e eu ficava novamente sozinha. Sinto tanto a falta dele...
Bom, agora melhor eu ir andando, afinal eu tenho dentista de manhã. Até mais blogueiros. Posto a música da semana amanhã ou sexta ;D

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Papo de Garota: Namoro não é brincadeira!

Então, eis o primeiro texto do projeto 100 Páginas (ou menos) Para Relações de Sucesso. É um texto simples e argumentativo opinativo sobre namoro e relacionamento afetivo abordando alguns outros aspectos que serão melhor desenvolvidos nas demais partes do projeto. Esse é o tópico um.
01. Namoro não é brincadeira!
            As relações do mundo de hoje estão muito banalizadas. Não digo isso apenas pela livre discussão sexual que rola solta ou mesmo por essa “perversão” que parece ter tomado até mesmo a cabeça das crianças. No mundo de hoje, namorar parece ter virado uma coisa para se livrar das gracinhas das amigas, para provar que você é “homem” ou por simples necessidade de viver com a boca grudada em alguém. Só que as coisas não são assim.
            Algumas meninas – e se você é uma delas, preste atenção nisso. – acham que ter um namorado é a coisa (ou uma das) mais importantes na vida; se ela não tiver alguém que ela ache “amar” e que a faça se sentir desejada, o mundo não vale a pena. Só que a história não é bem por aí, namorar é simplesmente o ato de se relacionar e manter fidelidade a alguém que faz com que você se sinta bem, é uma amizade mais intensa.  Primeiro: para se ter um namorado é preciso ter em mente que o universo não gira em torno dele, porque de fato não gira! Você precisa ter outras prioridades e pensar no seu futuro seria uma ótima escolha. Não estou dizendo para não namorar, estou dizendo para não colocar o seu namorado antes de toda a sua vida.
“Mas quando a gente ama quer estar sempre perto.” Em primeiro lugar, você não “ama” ele está bem? Falaremos sobre isso num tópico mais a frente, mas um dos grandes erros que eu vejo em meninas de treze, quatorze anos é achar que ama o namorado e que aquilo vai durar pra sempre. RARAS vezes isso acontece, e na maioria dessas raras vezes acontece em livros. Tenha em mente que você vive no mundo real – ou pelo menos deveria – e ficar sonhando com o carinha perfeito que a Jane Austen ou a Stephenie Meyer criou não vai te ajudar em nada, vá por mim.
            Se quiser mesmo namorar alguém, faça-o porque a companhia do outro vem a acrescentar na sua vida e não porque a sua vida depende disso. Namorar não é passatempo: é uma troca de experiências, de pensamentos e sentimentos, antes de tudo é uma amizade e isso é importante frisar.  A amizade é a base de tudo e a pessoa que disse isso não estava equivocada, a falta de companheirismo e de amizade acabam com muitas relações por ai, muita gente acha que porque está namorando isso é um passo depois da amizade quando na verdade é um passo a mais. A amizade deve se fortalecer e não ser deixada de lado. Outra coisa muito comum é você se apaixonar pela ideia que tem de uma pessoa, e não por ela propriamente dita. Isso tem um pouco a ver com a aparência também, a maior parte das garotas olha logo se o menino é capa da capricho ou lembra o Orlando Bloom, aí começam a mentalizar como ele deve ser maravilhoso sem, no fim das contas, conhecê-lo de verdade. Parem com isso, sim? Por mais que vocês não queiram pessoas “feias” elas também tem sentimentos, ok? E mais uma coisa: não esqueçam que é o que tem dentro de alguém que faz com que a pessoa seja bonita e não a “casca”. Vejam esse exemplo:
            A menina conheceu um rapaz dois anos mais velho que ela enquanto estavam em uma festa íntima na casa de um amigo. Ele era absolutamente lindo, olhos azuis, pele olivácea, cabelos negros cortados curtos, o corpo mais atlético e perfeito quanto possível e tinha um sorriso de tirar o fôlego. Ela decide que ele é o cara mais lindo do mundo e, só olhando pra ele, já acha que é um Augustus Waters da vida, então com todo o seu charme e bom papo ela se aproxima e puxa conversa com ele.
            Logo, por baixo de toda aparência de modelo da Vogue, aparece um rapaz arrogante, fútil, sem nenhum papo interessante, que só se importa consigo mesmo e com a sua “reputação de machão”. Pensa que todas as mulheres caem aos seus pés e que são troféus que ele leva para cama e no outro dia não lembra nem o nome. Aí, o cara bonitão de antes, se torna tão feio diante dos olhos da menina que o encantamento desaparece, isso quando seu coração não acaba ferido no processo.
            Não ache que só os americanos são assim. Quando conhecer uma pessoa, conheça-a por inteiro, saiba como e quem ela é para depois dizer que está apaixonada. Não seja daquelas que só se apaixona por músculos e rostinho bonito, se apaixone por atitudes e inteligência para depois não ficar por ai dizendo que “seu coração não suporta mais tanta dor e decepção”. Não entregue seu coração para o primeiro cara que vir só porque “gosta dele” ou acha que o ama. Seu coração não é brinde, seja justa com ele e, antes de qualquer coisa, seja justa com você mesma.
            Ainda falando sobre namoro, outra coisa que observo com certa frequência é como certas garotas “se anulam” em função do namorado. Isso é uma das coisas que mais me irrita. “Não posso ir porque fulano não deixa.” “Desculpa amiga, mas vou ter que recusar porque meu namorado não ia gostar se eu saísse sem ele.”, “Não vai dar, ele me proibiu de ir.” Galera isso definitivamente não existe! Quem disse que namoro é um contrato de servidão? Em primeiro lugar deve-se existir confiança mútua, e isso vem desde a amizade, e você não pode e nem deve esquecer suas amizades, sua vida e as coisas que fazem bem só porque o “lindo” do seu namorado não quer que você vá na esquina. São coisas como essa que se leva para o casamento e dois meses depois estão brigando em um tribunal para se livrar um do outro ou pior, na delegacia por agressão. Tenha em mente: nem você é dona do seu namorado e nem ele seu dono. Se vocês não compartilham de todos os gostos então façam acordos: ele quer ir ao jogo de futebol e você odeia? Então vá para casa de uma amiga, marque para ir ao cinema com seu melhor amigo, vá ler um livro. Faça algo que lhe dê prazer. Procure também coisas das quais vocês possam compartilhar, é muito bizarro ver casais brigando sem nem ao menos tentar! Outro exemplo:
Lá está ele de novo jogando videogame. A namorada, louca por atenção, fica se sentindo de lado e furiosa porque ele está cem por cento focado no jogo e não nota a presença dela.
            Isso é comum como ver cãezinhos abandonados. Uma solução? Porque ela não aprende a jogar videogame também? Algumas de vocês podem não saber, mas jogos aumentam a capacidade cognitiva, auxiliam a percepção, a coordenação motora e o raciocínio lógico. Sem falar que é muito divertido. Mas não estou dizendo isso só para as meninas não, o namorado também tem que ceder, se envolver em algo que você goste e tentar fazer parte disso. Para quem namora isso é importante, compartilhar gostos, momentos e não ficar só se agarrando como se namorar fosse só isso.
            A meu ver, essa história de ficar veio para acabar com qualquer noção de relacionamento. Pode parecer antiquado e eu realmente não dou a mínima para isso, mas não concordo nem um pouco com essa concepção ridícula de relação sem compromisso. Venho de uma época onde pessoas se conheciam, se tornavam amigas e se gostavam de verdade. Aí sim, tentavam namorar e ver se dava certo. Hoje em dia as pessoas se juntam em uma espécie de orgia relacional onde pouco importa como você se sente, apenas se pegam para sanar o vazio enorme que tem por dentro porque são, na maioria dos casos, incapazes de permanecer cinco minutos consigo mesmas. Isso é muito triste. Essa atitude dissemina o estereótipo de “pegador” para os caras e de “vadia” para as garotas e, curiosamente, esses mesmos rótulos fazem com que os relacionamentos sejam pouco levados a sério, que os sentimentos fiquem cada vez mais em segundo plano, e que vocês mesmas se coloquem em segundo lugar como pessoa porque só estão se importando se “ficou com fulano”, se “cicrano está vendo” e se “beltrano está olhando pra você.” Nunca vou conseguir ter vontade de fazer parte de uma sociedade tão mesquinha e alienada.

            Bem, então com isso eu encerro o tópico namoro. Espero que esse pequeno pensamento tenha servido para alguma coisa, afinal duvido muito que você tivesse chegado nesse parágrafo se tudo que eu disse acima fosse completamente inútil pra você. A dica é: converse, conheça, compartilhe, você vai ver que namorar é o ato de estar perto de alguém que você gosta, que respeita e te aceita como você é, que não te priva de nada e que acrescenta na sua vida ainda mais felicidade e bem estar. As vezes o namoro não é eterno, mas isso não significa que o seu mundo acabou e seu coração nunca mais vai se recuperar, significa que você tem a chance de começar de novo. Lembre-se: “Deus não tira nada de você, ele te LIVRA.” Então viva o momento e “que seja eterno enquanto dure.”

De Volta à Rotina de antes...

Decidi por fim voltar para o curso de inglês... Afinal, além da minha mãe parar de pensar que eu estou desistindo de tudo o que eu gosto - o que não é de um todo mentira - eu preciso dar um tempo na minha rotina quase completamente ociosa. Sem contar que eu adoro Inglês, e mesmo que eu devesse estudar mais, me sinto bem com o curso, aproveito o máximo que posso aquela horinha entretedora e instrutiva, e meu professor é o cúmulo da graça! Isso ajuda bastante. Amanhã eu já começo, minhas aulas ficaram para as segundas e quartas o que implica que meus trabalhos serão mais... "dosados" na internet. Estou ainda com a ideia de colocar minha conta do Nyah em Hiatus por um ano. Eu quero ler mais e escrever menos esse ano, pelo menos no momento é o que tenho em mente, sem falar que ultimamente a minha criatividade tem estado de férias. As coisas por aqui não andam muito bem, mas hoje aconteceu uma coisa muito legal, meu pai me deu um cofrinho, minha mãe e irmã tem um ele mesmo que fez usando madeira. Nesse cofrinho ele falou que vou guardar o dinheiro de pagar o meu curso, como as coisas aqui em casa estão bem apertadas, todos os dias eu vou juntando dinheiro no cofre - dinheiro esse que ele vai me dar - para todo fim de mês eu ter o dinheiro para pagar minha mensalidade. Achei a ideia ótima. Sem falar que por fora também estou juntando dinheiro para comprar livros, já que a minha mãe está para ficar sem emprego e logo as coisas terão que ser tudo por conta de papai, é até bacana ver como é difícil e como é importante quando você mesmo paga pelo que quer.
As coisas na faculdade tem melhorado pouco... Mas tem melhorado. Hoje tive ótimas aulas. Vamos ver amanhã o que acontece. Feliz demais que meu professor favorito voltou a ser o que era antes, para cima, alegre e brincalhão. É disso que eu gosto, faz a aula parecer mais viva. No momento posso dizer que estou calma. Ate agora tudo está estranhamente tranquilo, mas em compensação está bastante mórbido.

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Papo de Garota - Introdução

Lembram que eu falei que estava escrevendo um livro novo? Então, não é bem um "livro", é mais um projeto pequeno que idealizei a fim de ajudar umas amigas... Meio que uma conversa mais íntima. Então, depois de muito ponderar eu acabei descobrindo que os textos que ando escrevendo são de fato mais adequados para o blog, por isso eu vou começar a postar conforme for escrevendo. Aqui está uma introdução do que exatamente será tratado.
Introdução
            Trago aqui um trabalho diferente do que costumo fazer, esse não é um livro sobre histórias de amor e fantasias, mas uma conversa que quero ter com vocês baseada nos meus vinte e quatro anos vendo pessoas se relacionarem entre si: casamentos que acabaram aos poucos sem que os casais sequer notassem que estavam definhando, amizades que se desfizeram por pura falta de diálogo. E discutir, sobretudo, como a nossa percepção de mundo altera as coisas e influencia nossas ações. Não é um “trabalho científico”, é um livreto que idealizei para contar um pouco das coisas que vi, do que vivenciei, das pessoas que ajudei e das que não consegui “salvar”, e espero que com ele consiga alcançar outras pessoas com as quais não tenho contato.
            Antes de começar a leitura, que estará dividida em tópicos, tenha em mente que o que vai encontrar a seguir são pensamentos meus. Você tem todo o direito de discordar deles, mas são verdades que me foram ensinadas pela vida, pelas relações que tive com outras pessoas e pelo convívio com a minha própria família. Os temas abordados nesse livreto serão em alguns casos extremamente delicados e, livre de qualquer “pesquisa científica”, serão tratados pelo que eu chamo de “experiência humana”. Desejo que de alguma forma essas palavras consigam ajudar alguém... Afinal, quando não podemos abraçar todo mundo é isso que podemos oferecer: Palavras; elas chegam mais longe e correm mais rápido que qualquer pessoa, têm poderes inenarráveis e podem ser tão macias e acolhedoras quanto sua intenção.

Um grande abraço e boa leitura!


Katharynny.

Então, um beijo e até o primeiro tópico!

WeekGame

Como essa semana eu ACHO que as coisas vão ser mais leves por conta da semana "livre" que vamos ter, então eu vou começar abrindo o post com o jogo da semana que não teve na semana passada.

domingo, 23 de fevereiro de 2014

Com sono XD

(Achei perfeita essa foto!)
Pois é, mais uma semana começando... Eu tenho estado tão calma do sábado para cá que estou começando a ficar assustada. Desestressei um pouco depois que terminei aquele bendito livro! Agora vou começar O Teorema Katherine que foi presente do meu pai e o primeiro livro do João Verde que eu comprei, e sim, foi só porque tinha meu nome nele xD.
Estou escrevendo um novo livro. Na verdade, não é exatamente um LIVRO, é mais um livreto... Vou disponibilizar de graça na internet, o intuito dele é ajudar outras pessoas, não tenho exatamente porque cobrar por isso, até porque ele é bem pessoal, e no caso de eu cobrar alguma coisa vai ser o mínimo do mínimo porque quero que seja algo bem acessível. Quando eu era mais nova eu sonhava em ser psicóloga - desisti disso quando descobri que caía matemática e.e - até que esses dias eu vi que podia ajudar pessoas com o que eu sabia fazer: escrever. Ok, eu não sou nenhuma Jane Austen da vida, e esse vai ser meu primeiro livro de ajuda, mas desejo de coração que dê certo, que alguém leia e que as palavras sirvam para alguma coisa. Vai ser uma coisa beem simples.
Amanhã aula de psicologia de novo! Oh, céus! Só quando penso fico enjoada. Mas estava refletindo esses dias, estou no meio do percurso e espero sinceramente sobreviver a ele, eu tenho um time de professores fantásticos e ainda mais eu tenho a sorte de estar na faculdade que é uma sorte que poucos tem. Então acho que já está na hora de eu parar de reclamar tanto da minha sorte e simplesmente tentar seguir em frente, vem uns desafios por ai que com certeza vão me frustrar e desabafar será inevitável, mas eu vou me comprometer a dar o meu melhor, afinal de contas eu preciso pelo menos tentar.

sábado, 22 de fevereiro de 2014

Série Os Imortais: Terra de Sombras - Alyson Noël (Resenha)

Sinopse: Ever e Damen atravessaram diversas vidas e enfrentaram os mais terríveis inimigos com um só objetivo: ficar eternamente juntos. E quando esse sonho está ao alcance das mãos, um poderoso feitiço cai sobre Damen. Agora, para ele, simplesmente tocá-la ou encostar os lábios nos dela significaria a morte, o exílio definitivo em uma terra de sombras. Desesperada por livrá-lo da maldição, Ever mergulha de corpo e alma na magia e encontra uma ajuda inesperada: um surfista chamado Jude. Apesar da profunda lealdade a Damen, é inevitável que ela se sinta atraída por esse garoto estranhamente familiar, de olhos verdes, dons mágicos e passado misterioso. Ever sempre acreditou que Damen fosse seu destino - mas e se o futuro tiver reservado outros planos? Com Jude cada vez mais próximo, pela primeira vez em séculos esse amor é posto a prova.

Eu demorei bem mais do que deveria para ler esse livro, e tenho uma boa explicação para isso. Tenho vontade de pegar a pessoa que me indicou essa série e condená-la a uma eternidade em Shadowland! Eu estou literalmente odiando esses livros! Nunca pensei que isso ia acontecer, mas aconteceu. Para vocês terem noção eu detestei mais eles que Morte Súbita! Então, eis aqui meu comentário sobre ele:
Devo dizer, eu penei para ler esse livro! Sinceramente, essa série conseguiu superar Morte Súbita no quesito detestei! Eu pensava que depois do livro dois não podia ficar pior, mas já vi que pode e fica. Depois de cometer todas as idiotices que poderia cometer em Lua Azul, Ever, não satisfeita com as proezas estúpidas, resolve mexer com magia negra. As coisas entre ela e Damen ficam ainda piores do que já estavam e eu posso notar que todos os livros seguem a mesma ordem de acontecimento não dando espaço nem para que você se surpreenda, Ever é tão imbecil que você consegue prever os passos dela. Como sempre, ela continua fã de tudo que não pode fazer e não deve fazer o que a leva a cometer os mesmos erros imbecis e egoístas de sempre. Nesse livro conhecemos uma parte não revelada de seu passado com Damen, que envolve Jude. E mesmo assim, ela coloca TUDO a perder com seu senso ridículo de estupidez aguda. Ever não dá ouvidos a Damen, nem a ninguém que tenta ajuda-la, e graças a sua série de inconsequências ela agora coloca tudo a ficar ainda mais complicado com Roman. O livro é tão absurdamente decepcionante e chato que você sente até prazer em toda desgraça pela qual ela está passando. Não querendo desmerecer o trabalho dela que por sinal é muito bem feito, mas a Alysson Noël conseguiu criar os personagens mais irritantes de toda história literária que eu já vi até hoje! Por essa razão, eu estou abandonando a série por hora, vou ler outras coisas e deixar os demais três livros que faltam por último, pois não tenho a mínima paciência para continuar lendo no momento.

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Preocupada

Meu professor Gilberto anda tão triste que estou começando a ficar preocupada. Já falei dele aqui algumas vezes e vocês sabem que é o meu professor favorito nesse curso. Não sei o que está acontecendo... Só sei que odeio ver ele desse jeito e não poder fazer nada para ajudá-lo a ficar melhor. Meus acessos de tristeza diminuíram hoje, mas eu continuo com aquela incômoda sensação de que nada mais vale a pena, estou me sentindo derrotada parece que nada do que fiz até agora tem sentido, e não sei se a parte pior é não conseguir chorar para desabafar isso ou ficar fingindo que estou super bem.
Meu dia não foi totalmente perdido. As vezes me pego pensando que mesmo sem nunca ter namorado ninguém, na maioria dos casos que vejo eu consigo entender melhor os casais do que eles mesmos, consegui ajudar uma amiga hoje inconformada com o tempo que o namorado passa no video-game, ora e porque ela não aprende a jogar? Em partes eu não a culpo, no mundo de "relacionamentos" de hoje as coisas estão tão toscas e tão contrárias que eu agradeço seriamente por continuar solteira. Alguns casais simplesmente não conseguem ver que a maior parte dos problemas que tem se resume a falta de diálogo e acordo. Depois disso, ainda dei uma força para mais duas amigas, uma com problema pessoal com um ente querido e outra com problemas com um ex imprestável, e eu me senti tão bem em ajuda-las, me senti humana. É bom saber que eu não sou tão completamente inútil quanto pensam.
Há outra coisa que me deixou um pouco pensativa hoje... Observem essa foto:

Os dois primeiros cartazes contém uma citação de Demi Lovato que lançou um livro contando sua trajetória de conturbações. A frase que a pessoa da página colocou no comentário me deixou pensativa: Quem se corta não é idiota, é guerreiro. Eu nunca tive problemas com auto-mutilação, entendo parcialmente o que se passa na cabeça de uma pessoa que chega ao extremo de se cortar para conseguir extravasar a dor que sente, mas dá uma olhada no número de pessoas que curtiu e compartilhou, galera isso é meio preocupante, indica que os níveis de depressão estão aumentando cada dia mais, que há pessoas fazendo coisas como essa todos os dias. Não é segredo para ninguém que eu convivo com distúrbio de ansiedade e depressão... Mas acho que as pessoas estão levando as palavras da Demi para outra direção... Encarando as coisas que ela disse de forma um pouco equivocada, quando ela disse que se cortar não era idiotice ela não estava incentivando ninguém a fazer o mesmo, estava conscientizando as pessoas a procurar ajuda. Isso é uma coisa muito séria e delicada, depressão não é uma brincadeira ou um estado de espírito como muita gente pensa, é algo que precisa de tratamento, de ajuda... A gente não tem depressão porque quer, nem porque acha bonitinho ficar triste pra ser rodeado de gente, mas não quer dizer que não precise-se buscar meios para controlar o problema, para saná-lo... Se você sofre com isso ou conhece alguém que tem essa prática, não fique só, não se machuque dessa forma, não tenha medo de falar, de pedir ajuda... E no segundo caso, estenda a mão, procure ajuda para essa pessoa, isso não é brincadeira e nem "modinha", as consequencias podem ser desastrosas.

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Tudo que eu queria era sentar e chorar!

Sabe aqueles momentos que parece que você está pelo avesso? Pois é, e eu não descobri que o avesso é o meu lado certo como dizem por ai. Hoje foi um daqueles dias em que tudo que eu queria era me trancar no meu quarto e chorar horas a fio para ver se eu conseguia colocar pra fora pelo menos metade do que está me sufocando, o problema é que eu não consigo mais chorar... As coisas vão acumulando dentro de mim, estou vendo a hora de explodir e não consigo colocar nada para fora. Eu estou odiando essa ideia de fazer aula com o pessoal de história, odiando ao extremo da coisa, está na cara que eles nos suportam tanto quanto nós a eles, em outras palavras nada. Também estou absurdamente cansada do pessoal da minha sala, me dá nauseas só quando eu imagino que vou ter que ir para lá de novo, definitivamente a faculdade se tornou meu calcanhar de Aquiles. Eu tenho vontade de colocar as mãos na cabeça e gritar o mais alto que eu puder! Hoje eu até que senti uma vontade enorme de chorar, mas não saiu nada... Prevejo que quando eu explodir a coisa vai ser tensa. Ainda sem falar nesse livro dos infernos que parece que não acaba nunca, desse fim de semana ele não passa! Por isso que a resenha vai sair tão tarde e logo vocês vão saber a razão de eu estar dizendo isso.
Para completar o meu dia nada bom, ainda tem o R. Hoje, infelizmente tivemos que conviver mais que o necessário, no ponto de ônibus, acredite, só essa breve aproximação de nada foi suficiente para quase me fazer explodir, mas não me entendam errado, o problema não é eu não gostar do R. eu não tenho nada contra ele, sério mesmo. Ao contrário do que pensam, eu não o odeio nem nada. A única coisa que me faz querer manter a distância daqui até o Pólo Sul dele é o que ele provoca em mim, as coisas que ele me faz sentir e que eu não quero sentir. Não gosto de coisas que eu não posso controlar. Simplesmente isso. O R. é uma pessoa incrível que vale a pena conhecer, mas não gosto das coisas que ele causa em mim e por isso prefiro manter a máxima distancia que puder dele, é mais confortável pra mim. Só o minimo momento do ponto de ônibus até a chegada no ponto de parada eu fiquei gelada, tremendo, enjoada, com o estômago revirando, tensa, nervosa como se estivesse prevendo uma batida! E eu não gosto de sentir essas coisas, é incômodo, desconfortável, ruim. 
A semana ainda não acabou, mas estou com real medo de abrir os olhos amanhã e imaginar o que eu vou ter que enfrentar nas quatro horas dentro daquela sala de aula.

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Perto do Limite!

Sumi de novo, eu sei. Na verdade, não tenho tido nada que valesse a pena dizer para vir pra cá, ainda não tenho... A minha vida está uma sucessão de coisas erradas, e mesmo assim eu tento fingir que tá tudo bem, que posso fazer não é?
Meu primo - aquele com leucemia - piora, melhora pra dar uma esperança e piora de novo... Agora, um dos meus tios está com o mesmo problema cardíaco que levou embora minha segunda mãe... Tem uma prima minha internada com pneumonia... Gente, juro que não sei o que é isso! Cada dia que passa tem mais gente morrendo - ou sendo morta - mais gente adoecendo... O fim do mundo ta acontecendo debaixo do nariz das pessoas e elas continuam preocupadas com a roupa que vão usar no dia seguinte!
Hoje o meu dia foi tipo... Indefinível! Primeiro o Raul autografou o meu livro - graças a insistência da minha irmã! - a minha sorte é que eu ainda não topei com ele em nenhum corredor! - Sorte minha. - Não sei, ele me deixa absurdamente nervosa e quando isso acontece é um sinal de perigo, prefiro manter ele longe de mim para evitar problemas u-u' mas o que me chateou realmente foi a falta de respeito com meu professor de literatura. Olha, depois de Gilberto, eu pensei que nunca mais teria um professor de quem fosse gostar tanto, é tipo dizer que estou estudando com um gênio! E eu estou! Mas ele tem tanto pra ofertar e as pessoas não estão nem ai! Hoje, na minha sala, só tinha comigo mais 03 pessoas que realmente estavam interessadas na aula. Isso é o mínimo do inaceitável!  Eu fiquei revoltada com isso, de verdade.
Amanhã tem aula de psicologia de novo, e é só o primeiro mês de seis! Faltam cinco! Daqui pra lá acho que sou eu que vou infartar de tanta raiva. Esses dias eu ando muito desestimulada para tudo, parece que as coisas perderam completamente o sentido, escrever, cantar, ler, viver. Aos poucos, eu estou desistindo, e a faculdade ultimamente tem me ajudado a desistir um pouco mais, eu até fico travada a maior parte da semana toda vez que me lembro que tenho que conviver com a maioria daquelas pessoas com quem não me sinto bem, e agora com adicionais! E quando penso que a tendência é piorar - sim, meus caros leitores, piora! - fico duplamente angustiada. Com tudo que está acontecendo, não há um só minuto que eu não fique com medo do minuto seguinte, com medo do que eu vou conseguir ou não fazer e, de repente, tudo parece tão idiota que me dá vontade de parar.
Quer dizer, a quem eu estou querendo enganar? Essa minha pretensão toda de "chegar a algum lugar" não vai me levar a nenhum lugar, são só sonhos. E sonhos são feitos para quando se está dormindo, eu nunca vou ser mais do que o que eu sou agora, e isso é incontestável. As minhas amigas - virtuais - tentam me animar, tentam me fazer acreditar no contrário, mas apenas porque elas gostam de mim, e quando gostamos de alguém fazemos de tudo para que essa pessoa se sinta bem, mas a verdade é que eu sonho para nada. Na verdade, ultimamente ando tão resignada que nem sonhar mais eu tenho me permitido. Não vale a pena. Nada mais nesse mundo de hoje vale a pena. Os dias vão passando e eu perco a fé em tudo, cada vez mais desestimulada com as pessoas, com as coisas  e comigo mesma, não consigo acreditar que algum dia achei mesmo que chegaria a algum lugar! É tão patético! Pouca gente sabe, mas eu sou o pior tipo de pessoa que existe, e digo que poucos sabem porque há poucos que me conhecem de verdade. Eu só queria encontrar um lugar para me enfiar e nunca mais sair. Esquecer que faço parte de um mundo onde não sou importante, onde tanto faz eu estar ou não estar, que diferença faria? Nenhuma. Eu não entendo para que eu ainda estou tentando, para que saio de casa e enfrento aquelas pessoas todos os dias, para que passo horas na frente do computador organizando palavras que nunca passarão disso: palavras perdidas e sem importância. Não sei pra que insisto nessa farsa que eu me acostumei a chamar de vida quando na realidade o fim das contas vai ser o mesmo: Eu vou morrer e nada vai mudar. Inclusive, terei muita sorte se conseguir que pelo menos uma pessoa sinta a minha falta. Não vale a pena. Nunca valeu. Não sei porque eu vim ao mundo, Deus não comete erros e eu queria muito saber pra que ele me fez, pra que eu to aqui, pra que eu sirvo! Porque até agora minha única utilidade foi chorar e tentar manter todo mundo o mais longe possível de mim. Não to dizendo que a vida não vale a pena blogueiros, ela vale sim, estou dizendo aqui que quem não vale a pena pra nada, sou eu.

sábado, 15 de fevereiro de 2014

WeekGame

Saiu a sequencia de The Last of Us o/

Entenda a Letra: I Want My Tears Back - Nightwish

Oi pessoas, eu realmente andei meio sumidinha essa semana, sabem como é a volta as aulas né? Bom, essa semana falaremos de saudade. Essa música do Imaginaerum é uma das letras que mais curti no album, só perde realmente para Song Of Myself que eu ainda preciso "estudar" melhor antes de trazer. Eu normalmente faço a análise da música por partes, eu vou aumentar um pouco essas partes e reunir mais de uma estrofe pra falar de uma vez, otimizando o meu curto tempo ta bom?

Eu Quero Minhas Lágrimas de Volta

Eu quero minhas lágrimas de volta!

As copas das árvores, as chaminés,
As histórias para dormir, um inverno cinzento
Flores silvestres, os prados
do paraíso, vento no trigo

A ferrovia cruzando as águas,
O cheiro do amor de um avô
Igarapés azuis, dezembros,
A lua através de asas de uma libélula
Como dito, a música fala de saudade, essas coisas citadas nas duas estrofes são nostalgias das memórias do eu lírico que deseja retornar a um ponto da sua vida onde essas coisas aparentemente tão simples, tão suaves faziam o seu mundo melhor, faziam seu ser melhor. Com o tempo você aprende que certas coisas não voltam e, por mais que voltem, nunca mais são as mesmas.
Onde está a maravilha? Onde está o temor?
Onde está a querida Alice batendo na porta?
Onde está o alçapão que me leva lá?
Onde é que a realidade é desmantelada pela lebre louca do pântano?

Onde está a maravilha? Onde está o temor?
Onde estão as noites sem sono que eu costumava viver em sentido?
Antes dos anos me levarem
Eu gostaria de ver o que está perdido em mim

Eu quero as minhas lágrimas de volta!
Eu quero as minhas lágrimas de volta agora!
Um ponto importante ai é a Alice, ela representa, assim como a porta, o "wonderland"  que nós éramos capazes de criar quando éramos crianças, esse mesmo país de maravilhas que acessamos de tantas formas quando podiamos e queríamos e que se perde para sempre com a nossa inocência. Quando a gente é pequeno tem a habilidade e a capacidade de tornar e de ver tudo melhor, e isso é perdido uma vez que a inocência nos deixa. Nos dois últimos versos da segunda estrofe dessa parte nós vemos "Antes dos anos me levarem eu gostaria de ver o que está perdido em mim", é um desejo de querer encontrar novamente a criança que foi arrancada de dentro de você, a chance de ter de volta aquela inocencia doce. Querer as lágrimas de volta é desejar ter tudo aquilo que era bom, tudo aquilo que se vai quando a inocência e a esperança te abandonam e o tempo te consome com a realidade.
Um balé em um bosque, ainda rejuvelhecendo sozinho
A boneca de pano, um melhor amigo, a voz de Mary Costa

Onde está a maravilha? Onde está o temor?
Onde está querida Alice batendo na porta?
Onde está o alçapão que me leva lá?
Onde é que a realidade é desmantelada pela lebre louca do pântano?

Onde está a maravilha? Onde está o temor?
Onde estão as noites sem sono que eu costumava viver em sentido?
Antes dos anos me levarem
Eu gostaria de ver o que está perdido em mim

Eu quero as minhas lágrimas de volta!
Eu quero as minhas lágrimas de volta agora!
Esse "balé em um bosque" me lembrou o lago dos cisnes (sim, eu assisti, me julgue U_U') ainda são lembranças que parecem tão longe e tão vivas. Só para constar, a "Mary Costa" foi uma cantora americana que dublou a voz da Aurora na animação da Disney A Bela Adormecida, só pra quem não sabia ;) No geral, a música fala de saudade, como eu disse antes, fala sobre sentimentos e coisas perdidas, sobre vontade de voltar a ser o que éramos antes. Eu escolhi essa música porque também me sinto assim, me sinto assim todo dia.

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

vontade de gritar!!!

Voltar pra faculdade foi ainda PIOR do que eu pensava. Colocaram a gente pra fazer aula de psicologia com a turma do quinto período de história, cara, de verdade eu devo ter sido amaldiçoada com a psicologia, só pode! Primeiro vem um professor tirano, agora isso. Definitivamente eu odeio psicologia, vai ser literalmente horrível ter que aguentar isso, a minha sala já suficientemente ruim sozinha imagina junto de outra sala! Eu fiz o que deu para passar a impressão: Não me notem, fiquem LONGE de mim. Mas acho que não deu muito certo, e de verdade eu estou me lixando para o que estão pensando de mim, tudo que eu quero é que esse período de inferno termine logo! Ou melhor, que essas aulas de inferno terminem logo, afinal esse é o último período que eu tenho linguística e eu quero aproveitar cada segundo do meu professor favorito, que é Gilberto. Eu admiro demais esse cara gente, não tem exemplificação que demonstre o quão incrível ele é. Ele não dá aula, ele dá show. O cara é um gênio da língua! Mas juro, essa ideia de fazer aula com o povo de história foi péssima, eu to odiando isso. Não gosto de gente, principalmente de gente que eu não conheço. E não estou nem um pouco interessada em conhecer nenhum deles. Eu queria sumir! Na quarta-feira eu já decidi, de jeito nenhum eu vou aparecer naquela aula, não quero nem chegar na porta! Se dependesse de mim eu juro que depois desse período - e eu só estou disposta a aguentar ele por causa de Gilberto - eu me mandava para qualquer outro lugar! E não, eu não estou fazendo tempestade em copo d'água vocês não tem noção do que é ficar naquela sala! Com todo mundo te olhando como se você fosse uma aberração - não que isso seja alguma mentira - e já dando as cartas de que apresentar um trabalho ali em paz vai ser impossível. Eu vou voltar pra terapia... Vou precisar. De verdade.
Eu não sou uma má aluna, juro. Eu me esforço como posso pra cumprir todos os meus deveres, para fazer tudo da melhor maneira possível, pra fazer as coisas direito... Mas tem certas pressões que eu simplesmente não sei e não quero ter de passar. Essa é uma delas. E se há algo que eu tenho é que não consigo fingir uma coisa que não sinto, não posso simplesmente fingir que estou adorando isso porque não estou, eu odeio a ideia! Odeio mesmo. Não gosto de outras pessoas, não gosto de novas pessoas, não sei lidar com elas. Elas literalmente me apavoram! No pior sentido da palavra apavorar. Eu saí da sala, depois de quase hiperventilar lá dentro, com uma vontade enorme de chorar e nunca mais ter que voltar naquele lugar. Odiei essa ideia de "inter textualização" todos sabem que isso, pelo menos nesse caso, não funciona. E que se dane se a faculdade precisa poupar verba nós não somos obrigados a isso, não temos culpa, cumprimos com a nossa mensalidade e temos direito a ter a aula na nossa sala com a nossa turma. E só. E já é bem difícil ter que lidar com ela, que é o que, uns 15 alunos no máximo. Imagine uma sala com 60 a 70 de uma vez, o seu e os outros, é a definição terrena de inferno.  Eu estou deprimida, amplamente deprimida, maldita hora que eu fui acreditar que depois do terceiro seria melhor. Não é. Esse vai ser pior que o passado e isso na melhor das hipóteses!
Todo mundo se dá bem quando passa por isso. Ok, mas eu não sou todo mundo. Eu sou eu esse eu odeia gente nova - pelo menos as que tem aqui onde eu sou obrigada a viver. Eu não preciso de mais ninguém fazendo eu me sentir o nada que eu já sei que eu sou, não preciso de ninguém tentando provar que é mais inteligente que eu, não preciso de gente mostrando que eu sou anormal ou demonstrando que me odeia, a minha sala já tá cheia deles! Eu não ligo, de verdade, só quero que me deixem em paz, que parem de interagir comigo. Falem o que quiserem, mas finjam que eu não estou ali. Fijam que eu não existo, respeite a p*** do meu espaço. Eu não quero fazer amigos não quero me enturmar, to me lixando pra inter disciplinaridade, sério que se exploda, eu quero ficar no meu cantinho, fazer o que tenho que fazer sem milhões de olhos em cima de mim como se tivesse um letreiro luminoso na minha testa dizendo: ME OLHE. Ai, pra terminar de piorar vem aquela parte do "Apresente-se". Eu odeio falar em público. Odeio MESMO. Minha resposta?: Meu nome é Katharynny e eu não sou nem um pouco interessante. Simples assim. Depois fui questionada do porque escolhi o curso. Respondi a verdade: Não achei nenhum curso de Escrita criativa. "Mas você pode adequar isso com esse curso." Estou tentando, ha TRÊS períodos. O resultado de tudo isso? A professora me detesta e todo o curso de história acha que eu sou uma maluca e sabe-se lá o que mais e o fato de eu estar toda de preto, com um capuz, ouvindo música, com os olhos marcados não ajudou em nada. A parte boa é que eu fui completamente sincera. A parte ruim é que quando nós somos nós mesmos, quando falamos o que pensamos, as pessoas tendem a te odiar o dobro do que te odiariam normalmente. O que, no caso da faculdade, implica dizer que eu vou comer o pão que o diabo amassou, engoliu, vomitou e c*** em cima para conseguir passar viva por essa maldita experiência. Mas se querem saber blogueiros, eu fui franca em minhas respostas e responderia a mesma coisa e do mesmo jeito se precisasse. Eu passei a impressão certa, a impressão de que não sou sociável, de que não estou interessada em nenhum tipo de aproximação e de que estou me lixando para o que eles vão pensar. Tudo que eu queria era sair daquela sala e não ter que voltar nunca mais. Não me interessa se outras turmas passaram por isso, não me interessa se todo mundo lidou bem com a coisa. Eu não sou todo mundo. Eu não lido bem com essas coisas e eu não quero passar por isso. Agora, eu quero e vou chorar litros até conseguir dormir. Então, boa noite...

Congelada ganha mais uma FanArt

É incrível quando você cria algo, quando faz algo com amor e vê que isso tem um impacto, tem um efeito nas pessoas. A minha amiga e leitora Roberta Machado me presenteou carinhosamente com mais uma fanart de Congelada, meu primeiro livro de Fantasia. E eu sempre fico tão feliz quando ela me manda isso, ou aqueles recadinhos fofos que eu tanto adoro. Obrigada Roberta!

domingo, 9 de fevereiro de 2014

Série Os Imortais: Lua Azul - Alyson Noël (Resenha)

Sinopse: Justamente quando Ever está aprendendo tudo que ela pode sobre suas novas habilidades
como uma imortal, iniciada no obscuro mundo e seduzida por seu amado Damen, alguma
coisa terrível está acontecendo com ele. Assim como os poderes de Ever começam a
aumentar, os de Damen estão desaparecendo, atingido por uma misteriosa doença que
ameaça a sua memória, sua identidade, sua vida.
Desesperada para salvá-lo, Ever viaja para a mística dimensão de Summerland, descobrindo
não só os segredos do passado de Damen – a brutal, torturante história que ele mantém escondida – mas também um antigo texto revelando o funcionamento do tempo. Com a
aproximação da Lua Azul anunciando sua única janela para a viajem, Ever é forçada a decidir entre voltar o relógio e salvar sua família de um acidente que custou suas vidas ou permanecer no presente e salvar Damen, que se torna cada dia mais fraco...

Me pergunto porque as autoras gostam tanto de criar personagens visivelmente estúpidas! U_U' acho que, porque nós que estamos lendo sabemos que como as coisas são e quem as pessoas são ficamos furiosos quando os personagens fazem o oposto do que tem que fazer, como acontece com quem assiste novela. Comecei a ler Lua Azul no sábado e terminei no domingo à noite, mas confesso que a história não está me agradando de um todo. Fiquei um pouco animada quando conheci Damen no primeiro livro, mas ao que parece a trama promete ser um pouco massante e quase típica de toda novela: Casal apaixonado, separado por circunstâncias e pessoas, que só fica junto no final depois do clímax. Isso é muito deprimente. Vou começar o terceiro livro amanhã, já aproveitando que vou odiar eternamente as primeiras aulas. E vou tentar ler o mais rápido que puder. Enfim, eis aqui a minha resenha e as minhas impressões do livro pra vocês.


Na sequência de Para Sempre acompanhamos a caminhada de Ever no caminho da imortalidade, ela e Damen praticam seus novos “poderes” e acompanham sua evolução enquanto imortal. Mas as coisas estão ficando estranhas aos poucos, Damen parece mais fraco, tem dificuldades em fazer coisas que antes eram simples, e o pior de tudo: Está tendo lapsos de memória, esquecendo de Ever. A garota está convencida de que Roman, o novo garoto da escola, tem algo a ver com isso, mas não consegue reunir provas disso. Desesperada para entender a situação, Ever vê sua vida virar de cabeça para baixo enquanto Damen parece estar se tornando humano, está visivelmente flertando com sua arqui-inimiga e não lembra de quem ela é e de tudo que viveram. Desnorteada, Ever vai ao encontro de Ava na tentativa de que a vidente lhe ajude, levando-a para Summerland e indo em busca de respostas sobre o passado de Damen e algo que possa reverter a situação antes que ele morra. Mas Ever coloca tudo a perder quando permite que seu ciúme a cegue, assim, tudo que lhe resta é fazer um ritual na lua azul e escolher entre salvar Damen e a história que eles tem ou reverter o passado e ter sua antiga vida de volta, decidida a ter sua família de volta ela descobre que certas coisas não podem ser revertidas e que confiança é uma coisa que não se distribui.

A história tem aspectos muito parecidos com a série Fallen da Lauren Kate e com a série Hush Hush da Becca Fitzpatrick, embora não se trate de anjos. O fato das reencarnações é algo que me remeteu imediatamente à história de Kate, mas não como um plágio porque não tem nada a ver, e ambas as séries foram lançadas no mesmo ano, 2009. O clima de tensão e até mesmo suspense em determinados pontos lembra a trama de Fitzpatrick, mas se há algo que todas essas sagas tem em comum é o fato de terem como protagonistas garotas adolescentes completamente idiotas. Que fazem exatamente tudo que não deveriam fazer depois que lhes é dito para não fazerem. Assim como Nora e Luce, Ever é tão estúpida as vezes, que você fica furioso! Enquanto eu lia Lua Azul eu não podia deixar de traçar uma linha comparativa com a maneira como as sagas se desenvolvem, é muito semelhante em todas elas, e novamente reforço que isso não tem nada a ver com plágio. No primeiro livro ocorre a apresentação dos personagens e o início dos primeiros conflitos, normalmente acaba “tudo bem”, no segundo livro algo acontece para que toda a história se perca, ou em outras palavras dê merda – com o perdão da palavra. – e estou percebendo que a trama de Noël não foge à regra. Embora sejam surpreendentes 06 livros! Quero muito imaginar que vai ter algo novo, mas pela leitura de Lua Azul eu tenho minhas sérias dúvidas. Não que o livro seja ruim, não é, mas quem já leu as outras sagas começa a achar as coisas meio previsíveis e fica irritado com as idiotices de Ever, quando ela sempre faz o oposto do que devia, e por mais que você tente olhar o ponto de vista dela, eu pelo menos não consigo compreender. Enfim, ainda é o segundo  livro e a história de Damen e Ever é muito bonita e, a maneira como ambos se amam também, esse é o trunfo de Noël para tornar a saga tão saborosa.

Bom, por enquanto é isso. Assim que eu concluir a leitura de Terra das Sombras, que é o próximo, eu volto com outra resenha. Até lá, beijos blogfriends!

sábado, 8 de fevereiro de 2014

Entenda a Letra: Wanted You More - Lady Antebellum


Lady Antebellum é um dos vícios da minha irmã Karynny. Raramente isso acontece, mas algumas vezes ela consegue me tornar uma viciada por associação e foi o que aconteceu com essa música e algumas outras da banda de country pop. Essa música é não apenas linda, mas completamente viciante e grudenta! Por essa razão, ela é (ou deveria ter sido) a música da semana o/

Queria Mais de Você

Eu fiquei esperando um motivo
Em uma ligação que nunca chegou
Não, eu nunca vi isso acontecendo
Algo em que você deve ter mudado

Todas as palavras não ditas
Promessas quebradas
Eu chorei por tanto tempo
Perdi tempo demais
Deveria ter visto os sinais
Agora eu sei o que deu errado

Eu acho que eu queria mais de você
E olhando para trás agora, eu tenho certeza
Eu queria mais de você
Eu acho que eu queria mais de você

Todas as noites que passamos só conversando
Sobre as coisas que queríamos na vida
Fazendo planos e sonhos juntos
Queria ter visto, eu estava tão cego

Meu coração estava aberto
Exposto e esperando por você
Para você colocá-lo na linha
No final pareceu
Que não havia lugar para mim
Mesmo assim, tentei te fazer mudar de ideia

Eu acho que eu queria mais de você
E olhando para trás agora, eu tenho certeza
Eu queria mais de você
Eu acho que eu queria mais de você

Ohhh, eu não preciso de você
Eu não preciso mais de você

Eu acho que eu queria mais de você
E olhando para trás agora, eu tenho certeza
Eu queria mais de você
Eu acho que eu queria mais de você

Eu não preciso de você
Eu não preciso mais de você

Está claro como água que essa música fala de uma relação que desgastou com o tempo. Infelizmente para apenas uma das partes, o eu lírico da música tenta superar o fim do relacionamento, a música gira em torno do passado ao presente mostrando a relação com os primeiro sinais de fracasso. Mas não é a famosa "música da dor de cotovelo", na ponte "Eu não preciso mais de você" é refletido nitidamente a superação do eu lírico com relação ao seu parceiro, e um dos principais problemas dessa relação é descrita no belíssimo refrão da música, o que ocorre na maior parte dos casos com todos os tipos de relação e não apenas a amorosa, o "querer mais", nós sempre colocamos expectativas demais nas pessoas, a gente sempre "espera mais", "quer mais" e isso acaba nos magoando, porque as pessoas são falhas, nós somos falhos. Wanted You More é uma música maravilhosa, fala sobre não criar expectativas demais com a pessoa que amamos - ou achamos amar - fala que nenhuma relação é perfeita e principalmente que nós somos capazes de nos desprender de uma pessoa, de dar a volta por cima.

O Grande Tuomas Holopainen

Cara, assim eu tinha que fazer uma matéria sobre esse gênio da música que é o Tuomas Holopainen. Esse homem é uma inspiração pra mim, mesmo com todos os defeitos que fazem dele humano não se pode negar que o cara é o Mozart do metal sinfônico! Além de ser altamente inteligente, Tuomas é elegante, pois manifesta seus pensamentos, sua raiva, gostos e desagrados através de composições que fazem qualquer um ficar boquiaberto, tira-se por Bey Bey Beautiful que ele escreveu para Tarja Turunen, uma maldade, mas uma maldade de excelente qualidade fônica diga-se de passagem. Não há como negar o talento extraordinário de Tuomas Holopainen e por isso esse post vai contar um pouco sobre ele, e as melhores composições do cara na minha humilde opinião.

História Pessoal: Tuomas nasceu em 25 de dezembro de 1976 em Kitee, Finlândia. Desde a infância ele é fã dos clássicos da Disney bem como seus personagens, preferindo o Pato Donald. Quanto a literatura, ele prefere histórias de fantasia pura, ou de mistérios, como O Senhor dos Anéis ou The Dark Tower, de Stephen King. Ele também é fã da série Dragonlance, na qual ele se inspira em suas composições. Tuomas é dono de uma pequena ilha próxima a Kitee onde costuma receber seus amigos pessoais e descansar nas férias.
 A Trajetória do Gênio: é um compositor, arranjador, orquestrador, tecladista e letrista. Seus estilos musicais mais frequentes são o symphonic metal, música clássica e heavy metal. Holopainen escrevia textos musicais desde a escola. Ainda com sete anos de idade, sua mãe o escreveu em aulas de piano, mais tarde ele também estudou clarinete, saxofone e música teórica. Na adolescência ele se tornou pianista de uma banda escolar de jazz.
Tuomas entrou para sua primeira banda em 1992, um pequeno projeto chamado Dismal Silence, onde esteve apenas como membro ao vivo por alguns meses. Em 1995, ele entrou para o grupo Darkwoods My Betrothed, já no álbum de estreia Heirs of the North Star, foi nessa época que ele escreveu sua primeira canção, "A New Heaven A New Earth". Nesse mesmo ano ele entrou para outra banda, Nattvindens Gråt, com a qual lançou dois álbuns, A Bard´s Tale e Chaos Without Theory, e uma Fita Demo, Dar Svanar Flyger.
Tuomas continuou trabalhando com o Darkwoods My Betrothed até 1998, lançando com a banda mais dois álbuns, Autumn Roars Thunder e Witch-Hunts.
Em julho de 1996, Tuomas decidiu criar seu próprio projeto musical para que ele pudesse escrever suas próprias músicas. Para a formação do grupo, chamou dois amigos de escola, a cantora Tarja Turunen e o guitarrista Erno Vuorinen.12 Em dezembro eles gravaram e lançaram uma demonstração intitulada Nightwish, da qual foi retirado o nome da banda.
Em novembro 1997, é lançado o primeiro álbum, Angels Fall First, o grupo fez seu primeiro show em 31 de dezembro do mesmo ano, em sua cidade natal. A banda, porém, só ficou internacionalmente famosa com o lançamento do álbum Oceanborn, em 1998. Em 1999, o grupo se apresentou em diversos lugares da Finlândia e da Europa e continuou fazendo shows pelos anos de 2000 e 2001, período de lançamento do álbum Wishmaster e do EP Over the Hills and Far Away.
Nessa época, Tuomas decidiu acabar com a banda, chegando a ligar para as duas gravadoras, Spinefarm e Drakkar para anunciar o fim, mas decidiu reconsiderar após uma conversa com o cantor Tony Kakko. Para que a banda continuasse, Tuomas demitiu o até então baixista, Sami Vänskä, e contratou Ewo Rytkönen como novo empresário. A banda também assinou um contrato com a King Foo Entertainment.
O Nightwish ao vivo em 2005.
Em 2002, o Nightwish lançou o álbum Century Child e excursionou mundialmente para divulgá-lo. O álbum Once, de 2004, vendeu mais de 1 milhão de cópias ao redor do mundo, conseguindo dois discos de platina e um de ouro. A turnê promocional do álbum acabou em21 de outubro de 2005 em Helsinque, na Finlândia, após esse show, Tuomas demitiu Tarja atráves de uma carta aberta, e anunciou que o Nightwish realizaria um pausa durante o ano de 2006.
Em Abril de 2006, Tuomas começa a trabalhar no novo álbum do Nightwish, Dark Passion Play, mas a nova vocalista da banda, Anette Olzon, só foi anunciada em maio de 2007. Em setembro de 2007, Dark Passion Play é finalmente lançado mundialmente, e no mesmo mês a banda inicia uma turnê mundial que passou por Portugal e Brasil em novembro de 2008, a turnê promocional do álbum acabou em 19 de setembro de 2009 em Helsinque, na Finlândia.
Além do Nightwish, Tuomas também produz a banda finlandesa de pop rock Indica, que se tornou o número de abertura do Nightwish em 2008 e 2009, ao lado dos suecos Pain.
Tuomas também produziu o álbum Sufferion – Hamartia of Prudence, do grupo Silentium, em 2003.
Holopainen disse que é fortemente influenciado pelos filmes. Músicas como "Beauty of the Beast", "Ghost Love Score" e "The Poet and the Pendulum" foram fortemente influenciadas no gênero. Outras como "Bye Bye Beautiful" e "Wish I Had an Angel" tem inspirações no Rock industrial, e outras como "The Islander", "Last of the Wilds", "Creek Mary's Blood" e o álbum Angels Fall First possuem raízes folclóricas e indígenas. Holopainen também disse que a trilha musical dos filmes é o que ele escuta em seus momentos de lazer, ele é fãn das música de Van Helsing e Crimson Tide, e praticamente todas as composições de Hans Zimmer.
Programas de televisão também tiveram influênia sobre o Nightwish, muitas das músicas mais clássicas da banda tem raízes em séries de TV, como Dragonlance, e também as sequências de O Senhor dos Anéis, dentre as músicas enraizadas nesses gêneros estão "Wishmaster" e "Wanderlust". Na discografia do Nightwish podem ser encontadas referências à "The Kharolis Mountains", "Shalafi", "Krynn, "Elbereth" e "Gray Havens". A música "7 Days to the Wolves" foi inspirada na série literária The Dark Tower, de Stephen King.
[Fonte: Wikipédia]
Tuomas é fã do Tio Patinhas, e uma das coisas que eu mais gosto nele é que ele consegue transformar qualquer coisa em algo grandioso, a maior prova disso é seu projeto solo que será baseado em uma edição antiga do Tio Patinhas que ele leu quando criança, uma das músicas foi lançada recentemente em um vídeo interpretado por Tuomas no piano e a namorada Johana Kurkela nos vocais, além de outros convidados. A música é fantástica, uma verdadeira obra prima sinfônica.
Algumas Curiosidades sobre o Gênio:
1. ''Tuomas era muito inteligente para a sua idade, quando ele tinha 2 anos ele aprendeu cada letra. Ele diz que uma das suas primeiras memórias era estar sentado num hospital com sua mãe, quando tinha 2 anos, após ter quebrado sua perna, ele ter olhado e lido a palavra ''X-ray'' (tradução obviamente raio-X) da parede e as enfermeiras não terem acreditado uma criança tão nova ter lido.''
2. ''Qual é a coisa mais estranha que um fã já fez por você?''
''Havia uma mulher que queria tanto casar comigo que ela realmente me mandou um certificado do divórcio dela, e ela já tinha reservado uma igreja. Eu a conheci uma vez antes, e foi realmente assustador - eu meio que a ignorei e ela ficou muito, muito irritada. Eu disse a ela que era muito estranho para mim, mas quanto eu cheguei ao meu quarto de hotel, havia uma mensagem deixada por debaixo da porta que tinha palavras bem desagradáveis'' - Tuomas Holopainen.

Melhores Composições:
Na minha opinião, eis aqui as 10 melhores obras compostas pelo maestro e gênio Tuomas Holopainen:
1. Song of Myself
2. Ghost Love Score
3. A Lifetime Of Adventure
4. Sleeping Sun
5. I Want my Tears Back
6. Passion and the Opera
7. Dead Boy's Poem
8. The Poet and the Pendulum
9. Cadence of Her Last Breath
10. Wishmaster

O Imaginaerum:
Para mim, esse album foi o mais perfeito que o Tuomas já criou, as músicas do album assim como o filme são verdadeiras obras de arte! Eu tenho que me redimir ao dizer que não gostava da Anette Olzon na banda, eu não gostava dela cantando as músicas da Tarja, mas o trabalho dela nos dois álbuns da banda do qual ela fez parte foi realmente maravilhoso, principalemente o Imaginaerum que, na minha opinião, foi o ápice do Nightwish. Sobre as músicas do álbum eu achei coisas bem interessantes na wikipédia:
"Taikatalvi", que significa "Inverno Mágico" em finlandês, descreve a vida apenas como uma lona de circo para as pessoas, e é declamada em finlandês por Marco com um acompanhamento orquestral, e "Storytime" diz que o sentido de nossa vida é construído em cima de fantasia eimaginação, e Tuomas a descreve como sua versão do clássico natalino The Snowman, sendo o principal single do álbum;3 "Ghost River" descreve a vida como um privilégio supremo, foi a primeira canção do disco a ser finalizada, sendo descrita por Tuomas como um "duelo entre o diabo e a Mãe Gaia", e "Slow, Love, Slow" diz que o amor sincero não precisa de promessas e nem de palavras, mas essa não é uma faixa de heavy metal, tendo sido ambientada como uma canção de jazz inspirada por filmes dos anos 30, possuindo a presença de umtrompete em evidência e de um violão de flamenco, e Tuomas disse que seria uma "grande surpresa" para todos.3
"I Want My Tears Back" fala da saudade de coisas do passado, e seu instrumental é baseado na gaita irlandesa de Troy Donockley, "Scaretale" é descrita como uma "viagem aos medos da infância", com a presença em evidência de um coral infantil que cria o ambiente de um filme de terror, sendo descrita por Tuomas como a versão da banda de "Enter Sandman", do Metallica, e "Arabesque" é uma faixa instrumental.3 "Turn Loose the Marmaids" fala sobre testemunhar a partida de um amor, e é descrita por Tuomas como "melancólica e triste", e segundo ele é a única balada de verdade no álbum, "Rest Calm" fala da imortalidade da esperança e da memória e possui inspirações no thrash metal, e "The Crow, the Owl and the Dove" diz que o amor e a verdade são o mais importante na vida, tendo um teor acústico e sendo uma composição do baixista da banda, Marco Hietala.3
"Last Ride of the Day" foi feita para o time de baseball  finlandês Kiteen Pallo, "Song of Myself" foi inspirada em um poema homônimo de Walt Whitman e é dividida em quatro partes, From a Dusty BookshelfAll that Great Heart Lying StillPiano Black e Love, sendo a segunda faixa mais longa na discografia da banda, apenas dezessete segundos menor do que "The Poet and the Pendulum", do álbum anterior.3 A faixa final, "Imaginaerum" é uma canção puramente orquestral, sendo um resumo das principais melodias do álbum desenvolvida e conduzida pela maestro da Orquestra de Londres, Pip Williams, sendo que ela era, originalmente, a última parte de "Song of Myself", mas durante a edição final Tuomas achou que a canção funcionava melhor como uma faixa individual.
[ Fonte: Wkipédia]