domingo, 19 de abril de 2026

[Livro] O Conde de Monte Cristo Tomo 2

 Original: Le Comte de Monte-Cristo

Autor: Alexandre Dumas

Ano:  entre 1844 e 1846

Gênero: romance de aventura

Sinopse:  Um dos maiores clássicos da literatura francesa há mais de 150 anos, “O conde de Monte-Cristo” gira em torno de Edmond Dantè, que é preso por um crime que não cometeu. Ao sair da prisão, Edmond vai à busca de vingança contra seus inimigos. Uma trama repleta de reviravoltas dignas de um jogo de xadrez. 

 Instalado em um palacete num bairro nobre de Paris, Monte Cristo finalmente chega à França e vai dar a seu amigo Albert, visconde de Morcef, a alegria de sua promessa feita na Itália meses atrás. Aos poucos, Monte Cristo é inserido na alta sociedade parisiense, revê os amigos de Albert e conhece, pela primeira vez, seus pais de quem recebe eterna gratidão. Revendo seus velhos inimigos, Edmond inicia sua trilha de vingança sutil e pacientemente, sondando seus traidores, se inteirando de suas vidas e de seus segredos e começando os primeiros passos de sua retaliação.

O livro ainda traz subtramas que, de início, não parecem fazer muito sentido, mas depois se encaixam com perfeição, é recheado de voltas no passado de outros personagens e, sinceramente, aconselho a quem for ler que leia os tomos em sequência, não passe muito tempo entre um e outro, eu mesmo levei dois anos de hiatus entre o primeiro e o segundo tomo, tive dificuldade de lembrar todos os personagens e reconhecer todos os inimigos logo de cara. Levou umas duzentas páginas pra me reiterar na história. 

Esse segundo tomo não traz grandes acontecimentos, é um arco mais preparatório, acredito que a vingança em si ocorrerá no terceiro tomo onde Monte Cristo vai começar a atacar efetivamente seus inimigos embora ainda nesse tomo 2 ele tenha causados certos estragos com um segredo de Villefort envolvendo Danglars, mas, ainda assim, não foi uma vingança direta, foi mais um ataque preventivo. E isso já acendeu as suspeitas de Villefort, claro, que ainda não sabe se Monte Cristo é amigo ou inimigo e começou a investigá-lo. E, devo dizer, Edmond aprendeu muito mais que ciência e literatura com o abade Faria, o homem é um gênio dos disfarces e um mentiroso de primeira categoria.

Embora não tenha sido um arco de grandes avanços, confesso que foi bem instigante. Estou amando muito essa história. 

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