quinta-feira, 4 de outubro de 2018

[Dorama] Three Lives Three Worlds, Ten Miles of Peach Blossoms (AKA: Eternal Love) + Filme


Informações Técnicas:

Título Original: 三生三世十里桃花 (Sān shēng sānshì shílǐ táohuā)  Three Lives Three Worlds, Ten Miles of Peach Blossoms
Gênero: Fantasia, xianxia, romance
Baseado no romance de TangQi GongZi
Direção: Lin Yufen, Yu Cuihua, Ren Haitao
País: China
Episódios: 58
Elenco: Yang Mi, Mark Zhao, Dilraba Dilmurat, Vengo Gao, Huang Mengying, Zhu Xudan, Vin Zhang.
Nota: *****

Sinopse: Após uma devastadora guerra, a tribo imortal pagou um alto preço para selar o Lorde Fantasma. 70.000 mil anos depois, na tentativa de selar novamente o Lorde Fantasma que estava prestes a se libertar, Bai Qian (Yang Mi), que milhares anos de atrás foi discípula Mo Yuan da montanha Kulun, acaba sendo enviada para o reino Mortal e esquece o seu passado como deusa. No reino mortal, Bai Qian vive uma vida tranquila como Su Su e acaba conhecendo Ye Hua (Mark Zhao), príncipe herdeiro dos Nove Céus.

Gente, se prepara que essa resenha vai ser enorme! Eu ia separar em duas partes, mas desisti. Espero que vocês gostem mesmo de ler hahaha. Tentei não dar nenhum spoiler, citei acontecimentos corriqueiros da trama, mas omiti muitos detalhes, então, não acredito que tenha contado nada que estrague para quem vai assistir. O drama é dividido, basicamente, em três arcos.

Ten Miles of Peach Blossoms — Resenha
三生三世十里桃花

1º Arco
Há muitos anos, o lorde celestial afundou no caos e uma grande guerra aconteceu devastando todo o mundo. Dela, apenas alguns descendentes de tribos celestiais conseguiram sobreviver e instauraram, assim, os reinos da Fênix, das raposas de sete caudas e do reino celestial. Bai Qian é a filha mais jovem e única menina do rei de Qinqiu, a tribo das raposas de nove caudas, por seu comportamento intempestivo, ela é mandada por Zhe Yuan, o descendente da Fênix, para a montanha Kulun, onde reside Mo Yuan, o deus da guerra. Para que ela seja aceita lá, ele a disfarça de menino e lhe dá o nome de Si Yin.

O deus Mo Yuan descobre de cara que ela é uma menina, mas por ter sido a única entre seus aprendizes a conseguir pegar o leque da pureza de Kulun, demonstrando assim seu enorme poder, ele a aceita como aprendiz guardando seu segredo dos demais. Apesar de inescrupulosa, Bai Qian/Si Yin é muito leal ao seu mestre, mesmo lhe causando problemas demonstra carinho e dedicação a ele que lhe retribui com igual dedicação, inclusive, favoritando-a acima dos demais. A fama do discípulo mimado pelo grande deus da guerra começa a se espalhar e o lorde celestial fica intrigado pelo estranho favorito de seu filho.

Quando foge junto de um dos discípulos para ver sua sobrinha recém-nascida, Feng Jiu, Bai Qian/Si Yin é capturada pela tribo fantasma. O rei da tribo fantasma há muito deseja um motivo para se rebelar contra o reino celestial, por ganância no desejo de dominar os nove reinos. Desse modo, captura os discípulos de Mo Yuan para incitá-lo a lutar e, com isso, uma guerra seria travada. Porém, tudo se complica quando Li Jing, o segundo filho do lorde fantasma, se apaixona por Si Yin ao descobrir que ela é uma mulher, ainda que não conheça sua identidade como princesa de Qinqiu. Ele declara seu amor a ela e a segue até a montanha Kulun, ficando escondido lá com a ajuda dela.

Porém o amor dos dois é atrapalhado por Xuan Nu, a prima de Bai Qian que escondera-se na montanha a pedido de Bai Zhen, irmão de Bai Qian, para fugir de um casamento indesejado. Ela vê em Li Jing a chance de se tornar uma princesa e, sabendo dos sentimentos dele por Si Yin, instiga-o contra ela afirmando que a mesma está apaixonada por Mo Yuan e que não há possibilidade de uma relação entre um membro da tribo fantasma e um imortal da tribo celestial. Devastada com a traição, Si Yin refugia-se na adega e é consolada por seu mestre.
Às vésperas da guerra, Xuan Nu consegue o casamento com Li Jing mesmo sabendo que ele não sente nada por ela e, ao ofertar-se para roubar a estratégia de Mo Yuan para a guerra, ela recebe dele o mais profundo desprezo. Conseguindo o que quer, Xuan Nu envia Mo Yuan e seus homens para um destino sem volta. O maior perigo da guerra está no sino do imperador leste, um artefato poderosíssimo com força para destruir o céu e a terra. No passado, depois da grande guerra, o artefato foi oferecido à tribo fantasma como uma oferta de paz que durou até o Qing Cang, o atual lorde, desejar dominar o mundo. Apenas os líderes de cada tribo podem selar o sino e o próprio Mo Yuan que foi quem o criou.

Vendo que não havia alternativa, Mo Yuan acaba selando Qing Cang dentro do sino e se sacrifica para fechar o poder do artefato e salvar o mundo, partindo assim sua alma em milhões de pedaços para a agonia mortal de Bai Qian que fica devastada com a perda. A guerra tem um fim e a tribo fantasma é subjugada. Com a “morte” do deus da guerra, a montanha Kulun fica sem seu mestre e Li Jing é nomeado novo lorde fantasma para evitar uma nova guerra que aconteceria se seu irmão mais velho assumisse o trono. Bai Qian rouba o corpo de Mo Yuan e foge com ele para Qinqiu, mesmo ferida, ela cede a ele o sangue do seu coração, apunhalando-se várias vezes, para preservar o corpo.

Por sorte, ela é encontrada a tempo pelos pais e Bai Zhen, que com a ajuda de Zhe Yuan conseguem salvá-la antes que morra. Assim, com a sua volta na verdadeira identidade, ela se torna uma deusa maior e rainha do reino norte de Qinqiu. Com a morte de Mo Yuan nasce o primeiro neto do lorde celestial, Ye Hua, graças a um lótus dourado mantido em Kulun para florescer pelo deus da guerra e cuidado por Bai Qian durante sua estadia lá.
70 mil anos se passam e Bai Qian se prepara para selar Qing Cang no sino outra vez, impedindo que ele saia e coloque o sacrifício do seu mestre por água a baixo, mas ela falha em fazê-lo e ele acaba lhe mandando para o reino mortal, bloqueando todos os seus poderes e memória. Entra então a segunda fase do dorama.

2º Arco
A guerra contra a tribo fantasma culminou na morte de um clã inteiro e apenas uma menina conseguiu escapar, Su Jin, que foi entregue ao lorde celestial para ser criada e, por sua perda, recebeu o título de princesa, sendo educada pela esposa do príncipe mais velho. Ela cresceu ao lado de Ye Hua, tenho já vinte mil anos quando o pequeno príncipe herdeiro nasceu e, durante toda a vida, alimentou um sentimento por ele que nunca foi correspondido.

Ye Hua, como príncipe herdeiro e futuro governante dos nove céus, foi tirado da mãe pelo lorde celestial quando ainda tinha dias de vida, ele precisava ser educado para se tornar um governante “sábio”, que não levasse suas emoções em conta e pensasse apenas racionalmente. O resultado disso foi um jovem dotado de extraordinária força e habilidade, mas apático. Ye Hua esconde seus sentimentos e nunca diz o que pensa, cumpre as ordens que o lorde celestial lhe dá sem pestanejar e, mesmo diante das investidas de Su Jin, sempre a trata com indiferença, pois a vê como uma tia e não uma mulher.

Enquanto isso, em Qinqiu, o segundo príncipe do reino celestial, prometido em casamento para Bai Qian, enfrenta o pai para se casar com a criada dela, um espírito de cobra que fora salvo por Si Yin quando partiu da montanha Kulun. Enfurecido, o lorde celestial ordena a morte dos dois, mas é salvo por Zhe Yuan e o terceiro príncipe que arquitetam o casamento de Bai Qian com Ye Hua. O príncipe herdeiro aceita o acordo para desespero de Su Jin. O segundo príncipe é então poupado e rebaixado, sendo exilado para o mar do norte.

Bai Qian, sem memória, acorda em uma floresta no reino mortal, diante de uma casa rústica que acaba pensando ser sua e ao lado do leque da pureza Kulun. Ela se estabelece naquele lugar. Ye Hua, que fora ordenado pelo lorde celestial a ir matar o tigre dourado — um ex servidor de Qing Cang — mas acaba ferido no meio da luta ao se transformar em dragão, refugia-se numa montanha onde é encontrado por Bai Qian que o confunde com uma cobra preta e o leva para a cabana a fim de cuidar dele. Ye Hua se intriga ao descobrir que ela tem o leque da pureza de Kulun, artefato que pertencia a Si Yin e, apesar de sua condição, sente-se afeiçoado pela mortal.

De volta ao reino celestial, ele precisa deixar claro para Su Jin que não tem qualquer sentimento por ela e escolhe voltar ao reino mortal para ficar com Bai Qian sem saber que ela é sua noiva prometida. Ele sela a montanha para que ninguém no reino celestial descubra sua vida como mortal. Mas o lorde celestial descobre quando Bai Qian, a quem Ye Hua batizou de Su Su, fica grávida dele. Ela é forçada a ir para o reino celestial até ter a criança e, depois, teria suas memórias apagadas e retornaria a terra.Contudo, Su Jin, que armou várias maldades contra ela para ser nomeada consorte de Ye Hua, acusa Su Su de tê-la empurrado do terraço Zhu Xian e, por causa dos ferimentos, ficara cega. Obrigado a tirar os olhos da amada, Ye Hua nutre um desprezo ainda mais profundo por Su Jin.

Quando finalmente dá a luz, cansada e magoada diante de tudo que passara no reino celestial, Su Su se joga do terraço Zhu Xian e morre, voltando assim a ser a deusa maior Bai Qian esquecendo-se de Ye Hua e de todo o tempo que passara como humana, principalmente o seu filho que tivera que deixado no palácio celestial. Desesperado para salvar sua amada, Ye Hua acaba mergulhando com ela no terraço e tem sua alma partida — assim como o coração! — ficando inconsciente. Aproveitando a oportunidade, Su Jin se vê com seu casamento consolidado quando o rei celestial lhe pede a lâmpada recolhedora de almas que pertencia ao seu clã. Ela a pega do túmulo da mãe e pede ao rei que lhe conceda o casamento com Ye Hua como ele havia prometido antes, no momento que ela lhe prometeu que mataria Su Su.
A lâmpada funciona e Ye Hua volta à vida, mas seu desprezo por ela está ainda maior. Enquanto isso, Bai Qian é ajudada por Zhe Yan que lhe encontra muito ferida no bosque de mil milhas de pessegueiros, ela lhe pede o remédio que faz com que se esqueçam lembranças dolorosas determinada a seguir com a sua vida como deusa maior sem a dor do que sofreu no reino celestial com Ye Hua.
Nesse ponto, tem-se início o terceiro arco do dorama.

3º Arco
Devastado pela perda de Su Su, Ye Hua, se vê sozinho com o filho e as memórias de sua amada, ainda se vê obrigado a casar com Su Jin, imposição dada por ela ao ceder a lâmpada recolhedora de almas. Entretanto, agora que é príncipe herdeiro legítimo após o recebimento do selo, sabe que nem mesmo o rei celestial pode contestar suas decisões ou ações, pois Ye Hua é oficialmente o governante dos nove céus, por isso, ele humilha Su Jin apunhalando-a com a espada no dia do casamento e deixando-a prostrada às portas de Xiwu, sua residência (uma das minhas cenas favoritas, por sinal hahaha).

Em um banquete no reino do mar, Bai Qian encontra Ye Hua. Ele lhe confunde com Su Su (por razões óbvias), mas ela por ter bebido a poção da amnésia, não lembra quem ele é ou tudo que viveu com ele. Também entra em cena A-Li, o filho dos dois que reconhece Bai Qian assim que a vê, chamando-a de mãe e com seu jeitinho adorável, impedindo que ela tenha muito espaço para se desvencilhar dele e do seu belíssimo pai. Ye Hua está mais que desconfiado do fato de Bai Qian ser, na verdade, Su Su, ele queimou a lâmpada recolhedora de almas por 300 anos esperando fazê-la renascer, quando encontra Bai Qian, sua noiva, descobre nela não apenas trejeitos de sua esposa mortal, mas a marca de fogo carmim que ela teve no incêndio do reino celestial.

Quando consegue um lenço dela por acaso, ele queima na lâmpada e a chama brilha em verde, mesma cor que brilhou quando ele queimou as roupas de Su Su, assim, ele tem a confirmação que, na verdade, a deusa maior é sua esposa mortal e a mãe de A-Li, mas ainda não sabe como ela se tornara mortal e nem mesmo porque o esquecera. Enquanto isso, Fenjiu, a sobrinha de Bai Qian, é enviada para o reino mortal a fim de pagar sua dívida com Dong Hua Dijun, que também fora para lá a fim de ter seu julgamento celestial. Ela entra na pele de uma de suas esposas, a menos requisitada e, com a ajuda de seus poderes, tentará vencer as demais para alcançar o coração de pedra do deus misterioso. Ye Hua, ao descobrir que Bai Qian é sua esposa mortal, muda-se provisoriamente para Qinqiu, a fim de descobrir a resposta para suas perguntas e reconquistar o coração da sua amada.

Su Jin, no entanto, não fica nada feliz ao saber que Ye Hua está residindo em Qinqiu e decide armar uma cilada para mantê-lo no reino celestial, acusando o filho do ex-noivo de Bai Qian, o segundo príncipe, de tentar molestá-la. O que ela não esperava era que Ye Hua não fosse acreditar na farsa dela e ainda a humilhasse de novo. Com a condenação do filho, a ex serva de Bai Qian vai implorar a ela que o ajude e a deusa maior concorda dando por finda a relação mestre e serva que as duas tinham e desvinculando a mulher de Qinqiu. Assim, com a ajuda de Ye Hua, ela vai para o reino mortal impedir que o garoto tenha um destino trágico. O que ela não contava era que iria interferir justamente na vida mortal de Dong Hua Dijun e sua sobrinha Bai Fenjiu, aproximando os dois e fazendo com que os planos de Si Ming, o deus do destino, fossem cumpridos.

Enquanto está na terra, Xuan Nu usa a aparência de Bai Qian para entrar em Qinqiu e sequestrar o corpo de Mo Yuan e o filho de Ye Hua com a deusa. Quando volta para casa, furiosa ao descobrir, ela vai para Ziming atrás do mestre e do filho, ficando muito ferida na batalha contra os soldados do reino fantasma. Por sorte, Mi Gu havia ido atrás de Ye Hua que chega bem a tempo de ajudar a esposa e condena Xuan Nu, já louca, a ser esquartejada e esfolada para aplacar sua ira, do contrário, o reino celestial declararia guerra contra o reino fantasma. Li Jing descobre a verdade sobre a esposa e como ela usou a aparência de Bai Qian para seduzi-lo, assim, manda prendê-la para marcar o dia de matá-la. O que ele não contava é que ela se aliaria ao seu irmão para se vingar.

De volta a Qinqiu, com o corpo de Mo Yuan a salvo e A-Ling também, Bai Qian é tratada por Ye Hua que começa a acreditar que ela esqueceu dele por estar apaixonada pelo mestre. Ciente de toda a verdade sobre ela ser Si Yin e ter alimentado o corpo de Mo Yuan durante todo esse tempo com o sangue do seu coração para preservá-lo, ele confirma com Zhe Yan que ela é Su Su e faz os planos para leva-la de volta para o reino celestial uma vez que ela se feriu na luta contra os guardas do reino fantasma. Na verdade, ele tinha a esperança que ela lembrasse de alguma coisa quando revisse os lugares onde esteve como mortal, mas se decepciona quando não acontece.

Zhe Yan descobre que o espírito de Mo Yuan está se recuperando no corpo de um dos príncipes do Mar do Oeste, ele conta a Ye Hua que, depois de enfrentar Bai Qian mais de duas vezes por se sentir frustrado na indiferença dela com seus sentimentos, decide ceder ao seu amor imenso por ela e perguntar se existe algum modo de fazer Mo Yuan acordar mais depressa porque é o que Bai Qian mais deseja. Novamente, seu coração se parte quando ela decide ir embora de volta para seu mestre. Xuan Nu que conseguiu fugir da prisão e matou o irmão mais velho de Li Jing para dar poder ao pai deles, vai para o reino mortal atrás da irmã mais nova, mas é impedido de matá-la por um dos discípulos de Mo Yuan que está com ela. Bai Fenjiu e Dijun enfrentam a aproximação do final de seu julgamento mortal e a princesa de Qinqiu reluta em quebrar o coração do amado sabendo que, ao voltar ao reino imortal, ele lhe será indiferente.

Ye Hua dá a Bai Qian a lâmpada recolhedora de almas para coletar o fragmento da alma de Mo Yuan que está no príncipe do norte, ele passa a noite com ela e fragmentos da memória da vida de mortal vêm à mente da deusa embora ela não se reconheça nela. Sabendo que a amada está disposta a enfrentar as quatro bestas para conseguir a erva fungosa, Ye Hua parte sozinho após conseguir aprovação do rei celestial para conseguir a erva e destruir a remanescente. Ignorante quanto aos sentimentos de Bai Qian por ele, informa que, caso algo lhe aconteça, ela não pode se aproximar do filho. Ele parte para lutar contra as quatro bestas e, a chegar, encontra Xuan Nu e o lorde fantasma lutando, por causa dela (essa vagabunda falsa, louca e hipócrita que já devia estar morta há eras) ele acaba perdendo o braço na luta (tô furiosa até agora), mas consegue seu propósito e, usando quase toda a sua energia, ele faz o elixir para Bai Qian e pede a Zhe Yuan que entregue sem dizer nada a ela. Xuan Nu morre (não com todo o sofrimento que merecia, mas felizmente morre) e a irmã de Li Jing implora a Ye Hua uma lâmina da erva para salvar a criança.

Por sorte, Bai Qian (a deusa lacradora dos nove céus) é esperta o bastante para descobrir que o amado se sacrificou por sua felicidade e decide ir até ele. Os dois passam a noite juntos e ela conta a ele (finalmente) que o ama. Ainda assim, Ye Hua esconde dela que, quando Mo Yuan acordar, o selo do sino do imperador será rompido e Qing Cang ficará livre para destruir o mundo. Ele manda alguém vigiar o sino e informa-lo secretamente quando alguma atividade acontecer para evitar que Bai Qian se arrisque novamente. Os preparativos para o casamento começam, mas o pai de Ye Hua (esse velho estraga festa) diz que o filho, por ter matado as quatro bestas, precisa passar por um julgamento no mundo mortal (porque perder o braço e quase morrer não é punição suficiente! Desnecessário isso, apenas!).

Mo Yuan finalmente acorda e volta para a montanha Kulun com Bai Qian, Bai Zhen o quarto irmão dela e Zhe Yan. Ele acaba descobrindo que a discípula está prometida a Ye Hua e ao que parece a notícia não lhe caiu bem (meu coração tá partido, na boa), Bai Qian percebe que ele a está tratando de maneira mais distante. Ele conta a sua real relação com Ye Hua e o motivo para os dois serem tão parecidos (mistério resolvido!) enquanto isso, Qing Cang se prepara para sair do sino e instaurar o caos no mundo. Li Jing, agora que seu filho está vivo, planeja impedir o pai, mas sabe que vai morrer no processo e deixá-lo ainda mais poderoso, por isso, faz os preparativos para que sua irmã assuma o trono no seu lugar. Nesse ponto, comecei a rezar para que o final dessa história não fosse como o de Goblin, tudo estava andando pra um desfecho insatisfatório. Bai Fenjiu vê seu futuro com Dong Hua Dijun se desfazer completamente, mas ainda assim não consegue desistir dele e, por isso, não quer aceitar o trono de Qinqiu.

Para forçar Bai Qian a se afastar de Ye Hua, Su Jin cria uma réplica de Su Su e envia para o reino mortal no intuito de fazer a deusa duvidar do amor do marido. Sem saber que, mesmo com a réplica, por ela ter aparecido a Ye Hua quando ele era criança, ele nunca fora capaz de esquecê-la não confundindo-a com a réplica. Bai Qian fica triste por achar que Ye Hua ainda ama a mãe de A-Lin, inconsciente de ser ela própria, passa uma semana bebendo sem parar para afogar sua tristeza pensando que sua relação chegaria ao final por estar sendo apenas uma substituta para Su Su. Em um ataque de raiva, ela acaba quebrando a lâmpada recolhedora de almas e picando o dedo em um dos cacos, libertando as memórias de Su Su que ficaram aprisionadas com as coisas dela que Ye Hua havia queimado a fim de conseguir uma materialização da sua alma. Assim, Bai Qian recupera todas as suas memórias apagadas pela poção da amnésia de Zhe Yan e vai acertar contas com Su Jin (minha segunda cena favorita dessa trama!).

Ao ter seus olhos arrancados, Su Jin corre até o lorde celestial para pedir justiça (dá pra acreditar?), Fenjiu vem pela tia e a enfrenta sendo parada por Dijun que a contêm para que não entre em problemas. Ye Hua volta do seu julgamento e acorda em Kulun onde conhece Mo Yuan que lhe explica a ligação entre eles e o destino com Bai Qian. Esta, por sua vez, ao lembrar de tudo que viveu na sua provação como mortal, sente-se arrasada e não acredita que possa mais se casar com Ye Hua. Para proteger sua futura esposa, Ye Hua junta as testemunhas das maldades de Su Jin para depor contra ela que acaba condenada maravilhosamente (além de cega, obrigada!). Qing Cang consegue se libertar do sino e a guerra final está prestes a começar. O destino de Bai Qian e Ye Hua caminha na ponte de terra da morte.

O final do drama é satisfatório. Ao contrário de Goblin com aquele final que parece bom, mas quando você analisa vê que não é, a história de Ye Hua e Bai Qian só peca em não nos mostrar seu casamento e um pouco da sua vida como Lorde e Imperatriz dos nove céus (e eu queria ver a mãe dele engolindo cada palavra que disse pra ela também!), contudo, nos oferece um final fechado, amarradinho, bem explicado e muito feliz. Não consegui levar mais que os quatro dias que levei para terminar o drama porque não conseguia me concentrar em mais nada tão absorta estava na história, no dia 30 revi os vinte e dois episódios que já havia assistido e do dia 1 ao dia 3 continuei assistindo até bem tarde os demais, sabia que, enquanto não terminasse, não conseguiria seguir um ritmo de leitura ou escrever nada porque ficaria pensando no que aconteceria depois. Achei por bem terminar de ver. 

As atuações foram fantásticas, dispensam qualquer comentário, desde Yang Mi e Mark Zhao até as vilãs odiosas que souberam cumprir seu papel de me fazer odiá-las até quando estiverem na pele de mocinhas. Fazia muito tempo que não chorava como chorei assistindo Ten Miles, principalmente nos três últimos episódios... meu Deus, pensei que ia desidratar. Esse é, sem medo, o melhor drama chinês que já assisti na vida. E conseguiu o segundo lugar nos melhores dramas que já vi perdendo apenas para The Moon That Embraces The Sun porque, por mais que Ten Miles tenha sido perfeito em todos os aspectos, The Moon That Embraces The Sun o supera em alguns aspectos como, por exemplo, o pouco espaço de tempo entre os personagens principais (eles não demoram tanto a se reencontrar e se reconhecer) e no final mais explorado (vida de casados, filhos, etc). Mas tem o segundo lugar no meu coração como a melhor história que já vi, queria muito ler o livro! E deixo aqui, com essa resenha gigantesca, minha recomendação.Claro que omiti muitos detalhes, mas tem um panorama bem legal da história e não há spoilers (quer dizer, eu acho que não) para que vocês aproveitem todas as cenas como eu. 
Filme

Ano: 2017
Direção: Zhao Xiaoding, Anthony LaMolinara
Elenco:  Liu Yifei, Yang Yang

Em comparação, mesmo tendo sido lançado há um tempão, decidi que só assistiria o filme quando finalizasse o drama porque queria ter visões distintas e temia que, se visse o filme logo, pegaria algum tipo de spoiler da história.

Na verdade, meu temor foi bem infundado, o filme parece quase outra história. Apesar do drama ter muito CGI (não que eu entenda muito disso), achei que casou bem com as imagens, inclusive, achei até parcimonioso com os efeitos que a gente costuma ver em filmes chineses, mas o figurino e a fotografia foram realmente deslumbrantes. Algo que não achei que acontece no filme, principalmente no quesito figurino. Salvo uma ou outra roupa de Bai Qian, achei o figurino exagerado e quase uma mistura alegórica de Alice No País das Maravilhas (filme live action) com Peter Pan (Live Action).

Logicamente os eventos foram bem comprimidos e muita coisa ignorada em função do tempo. Pelo que li a respeito do livro, no que se refere às memórias de Bai Qian o filme segue uma ordem um pouco mais fiel, mas mesmo assim, não achei que o efeito causasse nem aproximação nem empatia com as personagens, como acontece no drama em que o desenvolvimento da trama se desenrola de maneira mais calma, permitindo que a gente se apegue aos personagens e sofra junto com eles. As interações são poucas, a maioria dos personagens foi cortada e, se tenho algo a favor desse filme, é a coreografia das lutas que no geral foi muito boa.

Vou dizer, conheço o trabalho do Yang Yang e da Liu Yifei, inclusive gosto muito, mas eles decepcionaram um pouco aqui, seja pelo roteiro que foi bem fraco (Bai Qian parecia uma criança mimada de 17 anos e Zhe Yan um pássaro gay) ou pela interação dos dois que não convenceu (mas um salve pra Liu Yifei que, ao contrário da Zhen Shuang, sabe beijar!) e ainda acho que isso se deu pelo roteiro meio louco. O fato é que esse filme é feito pra quem leu o livro ou assistiu o drama, porque muita coisa fica oculta e outras incompreendidas porque não são explicadas. E esse final foi bem sem vergonha, viu? Além de ambíguo, foi incompleto e todo apressado.

Não gostei.

Personagens Principais

O drama tem muitas personagens que, cada uma a seu modo, são significativas para a trama. Entretanto, escolhi apenas as centrais ou relevantes ao casal principal dessa primeira temporada, Bai Qian e Ye Hua.

Bai Qian/Su Su/ Si Yin (Yang Mi) - A rainha de Qinqiu é do clã das raposas de nove caldas, uma mulher determinada, cheia de vida e muito antissocial quando se trata de reuniões com os demais clãs. Bai Qian era muito travessa e por isso passou muitos anos estudando na montanha Kulun como discípula de Mo Yuan, o deus da guerra, com quem aprendeu alguma disciplina e, sobretudo, aflorou sua fidelidade com os seus.
Com um forte senso de justiça e um temperamento volúvel, é uma mulher que sabe o seu lugar e impõe o respeito que merece, não aceitando ser traída ou injustiçada. Como Si Yin era ingênua, ainda muito travessa e  apegada a Mo Yuan, cuja perda a fez sofrer horrivelmente. Como Su Su conservava vários traços da sua personalidade de deusa, mas tinha um coração mais brando, uma sensibilidade mais aflorada e era mais retraída. Yang Mi soube dar vida de modo brilhante a todas as personalidades da personagem e, de quebra, ainda deu um show quando precisou fazer aparições como Xuan Nu (quando esta usava seu rosto). 

Ye Hua/Mo Yuan/Zhao Ge (Mark Zhao) - Ye Hua é o príncipe herdeiro dos nove céus, nascido após a "morte" de Mo Yuan a partir da flor de lótus que o deus da guerra guardava. Por ter sido criado de maneira muito rígida, é um homem que não demonstra emoções e cumpre o que lhe é confiado sempre com estratégia e racionalidade para obter sucesso. Altamente inteligente e poderoso, até conhecer a mortal Su Su nunca havia experimentado emoções reais ou sido movido por algo além da sua razão. Ao seu modo, precisa fazer de tudo para protegê-la e, sobretudo, controlar seu coração cheio de amor.
Como Zhao Ge, no seu julgamento no mundo mortal, Ye Hua manteve sua postura inteligente e sóbria, resguardando sua fidelidade pela noiva de Qinqiu quando esta lhe apareceu na infância do mundo mortal para lhe pedir fidelidade. Apaixonado, fiel e com forte senso de justiça, sua versão mortal não diferia em nada sua natureza de herdeiro dos nove céus. Mark Zhao foi brilhante ao interpretar o sério Mo Yuan, que demonstrava afeto de maneira tão sutil que passava despercebida, o apaixonado e devotado príncipe Ye Hua que escondia seus sentimentos e calculava bem cada passo e o mortal Zhao Ge que não era muito diferente do seu eu verdadeiro. Impossível não se apaixonar por ele, gente, sério.

Bai Fenjiu (Dilraba Dilmurat) - A princesa de Qinqiu nasceu quando sua tia, Bai Qian, ainda estava na montanha Kulun e coincidiu com sua captura pelo reino fantasma onde conheceu Li Jing. É uma raposinha intempestiva, obstinada e muito emotiva que leva suas convicções e sentimentos até as últimas consequencias.
Tem a tia como sua maior referência e sonha se tornar uma deusa maior como ela. Por isso, apesar do pai superprotetor e rígido, Fenjiu procura sempre seguir seu coração e defender a tia de qualquer tipo de injustiça que possa ocorrer, além do seu clã. Apaixona-se por Dong Hua Dijun, ex governante dos nove céus e, por ele, enfrenta os maiores problemas no reino mortal e nos reino celestial, mesmo diante da impossibilidade de sua relação dar frutos, sente-se incapaz de desistir do seu amor.

Dong Hua Dijun (Vengo Gao) - O ex governante dos nove céus tem uma origem misteriosa. Dijun é um homem insensível, inexorável e celibatário embora muitas mulheres caiam aos seus pés.
Com enorme prestígio nos nove céus, é o principal conselheiro do lorde celestial e sua opinião é levada em alta conta. Ninguém ousa questionar suas ordens ou autoridade, por seu poder imensurável, é temido onde quer que vá.
Mesmo tendo apagado seu nome da rocha de três encarnações, ficando assim impossibilitado de ter qualquer relação com uma mulher, contrariando toda sua natureza, começa a nutrir sentimentos por Fenjiu, a princesa de Qinqiu, a quem protege de maneira absoluta, escolhendo, inclusive, passar por um julgamento celestial no reino mortal apenas para poder se relacionar com ela.

Su Jin (Huang Mengying) - Você também pode chamar de vaca. Su Jin teve a família praticamente inteira dizimada na guerra, ainda na infância, foi levada ao reino celestial e adotada como princesa dos nove céus pelo sacrifício de seus pais em favor do clã.
Tinha já vinte mil anos quando Ye Hua nasceu e o viu crescer nutrindo por ele um amor obsessivo sem nunca ter tido qualquer espécie de retorno. Fica furiosa quando este apaixona-se por Su Su e faz uma série de planos não apenas para afastar a mortal dele, mas para se tornar sua consorte.
Falsa, hipócrita e mentirosa, mesmo com todas as suas tramoias, nunca consegue nada de Ye Hua além do desprezo e das vilãs foi a que teve o final mais merecido.


Li Jing (Vin Zhang) - O segundo príncipe do reino fantasma era um beberrão mulherengo que não fazia nada e não ligava para nada desde que descobrira que seu irmão mais velho assassinara sua mãe com o conhecimento do pai. 
Apaixona-se por Si Yin ao descobrir que ela é uma mulher, embora não tenha chegado a descobrir a verdadeira identidade dela até muitos anos depois. Contudo, pelo fato de ela ser do clã celestial e ele da tribo fantasma, deixa-se enganar por Xuan Nu e a trai provocando uma dor profunda na rainha de Qinqiu.
Com a morte de Mo Yuan, ele se torna o lorde fantasma aprisionando seu irmão mais velho e casando-se com Xuan Nu, mas nunca supera seu amor por Si Yin até o momento de sua morte o que lhe levou a ter uma vida infeliz e, minha opinião, uma existência meio imprestável porque ele não fez nada que se aproveitasse esse drama todo.

Xuan Nu (Zhu Xudan) - Ela é prima de Bai Qian e sempre teve inveja da rainha de Qinqiu não apenas por ela ter nascido herdeira do trono de seu clã, mas por sua beleza incomparável.
Abriga-se na montanha Kulun para fugir de um casamento arranjado com um espírito de urso. É ajudada por Bai Qian e Mo Yuan, mas trai a confiança deles ao se apaixonar por Li Jing e usa a aparência da deusa para seduzi-lo.
Expulsa da montanha, ela vai para o reino fantasma e se casa com Li Jing em troca de conseguir o plano de guerra de Mo Yuan, tornando-se a imperatriz fantasma quando Qing Cang é aprisionado no sino do imperador Leste, mas por seus crimes tem uma vida altamente infeliz. Rejeitada pelo marido, com um filho nascido morto, acaba ficando louca e tendo um final não tão satisfatório pra mim (queria que tivesse sofrido mais, foi pouco).

A-Li (Hummer Zhang) - O adorável e esperto menininho é filho de Ye Hua e Bai Qian quando esta ainda era Su Su. A-Li tem muito do pai, por quem foi criado com carinho e dedicação, não repetindo os erros de isolamento e rigidez com que o príncipe herdeiro crescera.
Sempre manteve a mãe na memória graças a Ye Hua que se esforçou para que o filho nunca a esquecesse e, sobretudo, que Su Jin nunca se aproximasse dele. Graças a sua esperteza, seu jeitinho meigo e sua fofura, consegue capturar o coração de Bai Qian quando ela ainda nem sem lembra dele, e é o principal cupido para aproximá-la de Ye Hua.
Não tem como não querer mordê-lo em cada cena que ele aparece, gente, é muita fofura numa criança só!

Bai Zhen (Yu Menglong) - É o quarto irmão de Bai Qian e o mais próximo dela. Conhecido por sua beleza, não liga para convenções sociais, mas é muito seguro dos seus ideais (principalmente a monogamia hahaha).
Também é o parceiro de armadas de Fenjiu e o único que consegue pacificar os conflitos com o segundo irmão. Passa a maior parte do tempo no Bosque de Dez Milhas de Pessegueiros pertencente ao deus maior Zhe Yan que é irmão de Mo Yuan e filho do pai celestial (que não é o rei celestial).
Apesar de se preocupar com Bai Qian, não interfere em nada deixando a cargo da irmã resolver seus conflitos, principalmente por conhecê-la muito bem.



Zhe Yan (Ken Chang) - Apesar de ser do clã das fênix, Zhe Yan reside praticamente em Qinqiu, sendo o mais próximo do clã das raposas. É o deus maior mais conhecido por sua habilidade com medicina.
Ajuda Bai Qian quando esta passa pelo julgamento celestial e salva Ye Hua diversas vezes da morte. É inteligentíssimo, mas muito recluso, não se envolvendo em assuntos externos e não interferindo nas escolhas dos outros mesmo quando estão errados.
Inclusive, é um dos personagens que mais gosto nesse drama depois de Ye Hua e Bai Qian! A postura paterna dele era muito bacana, brilhantemente interpretada por Ken Chang que conseguiu passar não apenas altivez, mas elegância e eloquência ao personagem.

E é isso, gente! (depois de escrever isso tudo eu ainda digo é isso, meu Deus!) Espero que tenham gostado da resenha e conhecido melhor o drama. Sério, vale muito a pena assistir, mesmo que muita gente se assuste com o tamanho dos dramas chineses quando você começa a ver é impossível parar porque as histórias prendem você até o fim! Esse tá mais que recomendado. Fecho a resenha com a ending dele que é simplesmente maravilhosa!


14 comentários:

  1. Eu gostei bastante, espero que tenha alguma continuação

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    1. Foi confirmada a segunda temporada focada em Fenjiu e Dijun.

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    1. si, es demasiado hermoso. Yo amo este programa. Gracias por tu comentario!

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  3. Já revi 3x. Primeiro na extinta dramafever e agora na netflix. inesquecivel! história, atuações, trilha sonora. Obra prima

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    1. Nossa, acho que eu já revi mais de dez vezes, tanto é que alguns dos episódios tive que baixar de novo porque o arquivo deu erro kkkk. De fato, de todos os dramas chineses que já vi até hoje esse ultrapassou todos os limites da perfeição. Maravilhoso!

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    2. Gostaria imensamente de ver esse dorama, mais não estou conseguindo encontrar.

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    3. Ele está disponível completo e legendado em português no DramasK fansub, é só fazer cadastro no site http://dramaskfan.forumeiros.com/ e ir na seção de projetos chineses.

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  4. Gostaria de saber k nome do filme e também gostaria de saber mas sobre a segunda temporada por favor

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    1. Oi, Jaci. O nome do filme em inglês é Once Upon a Time e você encontra legendado em português no Movie Asian Fansub. Quanto a segunda temporada, não se tem muita informação até agora, a página do DramasK no facebook noticiou esses dias que o drama está previsto para estrear no segundo semestre desse ano e provavelmente vá ter em torno de 55 episódios, mas não foi confirmado. Então só nos resta esperar. Obrigada pelo comentário!

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  5. Não consigo parar de assistir lindo demais

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    1. Esse C-Drama é perfeito, sem mais! Amei cada capítulo e já quero ver mais mil vezes!

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  6. Eu vi que na segunda temporada o Mark Zhao nao vai estar, fiquei triste :( alguém sabe me explicar porque?

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    1. Nem o Mark Zhao nem a Yang Mi, a segunda temporada, ao que parece, focará no segundo livro da série, The Pillow Book, que acompanha Feng Jiu e Dijun. É provável que haja uma participação especial de Bai Qian e Ye Hua no livro, mas não creio que colocarão na série. Também fiquei triste porque eles são meu casal favorito.

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