segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Entendendo a Letra - Blood On My Hands (Xandria)

Só o Título da Música - Sangue em minhas mãos - já deve dizer que essa vai ser uma análise difícil, assim como todas as músicas de metal, pode haver inúmeras interpretações diferentes para uma mesma letra. É até interessante trazer algo deste gênero para cá, e esta será uma análise bem difícil por se tratar de uma música de metal sinfônico, que normalmente tratam de críticas religiosas, problemas políticos e sociais, ou mesmo são puro poema sobre amor, ódio, destino e superação. Descobriremos agora - ou eu pelo menos vou tentar - o que há por trás de Blood On My Hands.
Let's Start!

Estrelas de prata em minha noite escura
Fria como o gelo, mas bela
Errante através de sombras quebradas
O rio da vida está todo cheio de pecados
A água que bebo é o sangue em minhas mãos
Como eu disse, é uma análise complicada, mas Blood on my hands parece tratar-se de uma pessoa profundamente perdida e em conflito consigo mesma, pelo menos é isso que passa para mim. As estrelas de prata no primeiro verso representam a esperança em uma noite escura, mas no segundo verso, percebemos que é uma esperança fria, quase morta, porém bela ao se fazer persistente mesmo que fraca. Os dois últimos versos parecem ter um 'quê' de crítica ao falar que o rio da vida está cheio de pecados e a água que bebe é o sangue em suas mãos, isso me remeteu às cruzadas e as 'guerras santas' que aconteceram e acontecem, o extremismo religioso e o fanatismo que ainda assola a humanidade. Pode ser que eu esteja delirando hehe, mas também pode ser interpretado como uma pessoa que se martiriza por suas culpas, e esse sangue que ela "bebe" e que está em suas mãos pode ser o remorso que ela carrega dentro de si e se renova a cada dia, é até uma ideia mais coerente com o resto da letra, alguém que vive preso nos próprios erros, que se julga desmerecer qualquer perdão.
Ninguém vê como eu estou queimando
Ninguém sente este anseio
Então venha provar este escuro veneno - você nunca alcançará este coração
E perdoe minha obsessão - alguma coisa me separa
De mim mesmo
Aqui nós temos claro no primeiro verso que o eu lírico dessa música é uma pessoa solitária, que cala a sua dor e a remói constantemente sozinho dentro de si, revivendo o mesmo pesadelo como algo automático. Ninguém sente o que ele sente, ninguém pode saber o que é aquela dor que ele carrega, e nos versos que seguem é como se ele estivesse tentando se abrir, convidar alguém para adentrar no seu mundo sombrio e fechado, ao mesmo tempo que o mantém longe de si, quando diz que 'alguma coisa me separa de mim mesmo' podemos ter a ideia de alguém que deseja se libertar do suplício no qual se prende, mas é impedido talvez pelo seu próprio medo, talvez pelo remorso que faça com que sua culpa pareça não ter perdão. A contradição tida no terceiro verso da estrofe deixa claro que mesmo que alguém consiga aproximar-se dele, nunca o conhecerá de verdade, nunca será capaz de "salva-lo" de si mesmo.
Esperando pelo minha condenação - seu promotor está aqui
Em minha própria acusação - você não pode correr de si mesmo
Oh, nós estamos vivendo essas mentiras sozinhos
Então venha e atire a pedra
Nas estrofes anteriores nós entendemos como o eu lírico se sente culpado por algo, aqui vemos que ele mesmo se condena pelo possível - ou possíveis - "pecado" cometido, ele é o único que se acusa e ao afirmar que 'você não pode correr de si mesmo' ele afirma que não pode fugir desse remorso que carrega dentro de si, a dor eterna de estar atado à corrente da dor do arrependimento. Nos últimos versos ele fala o que eu entendi como a hipocrisia das pessoas em ignorar muitas vezes, friamente, as coisas erradas que carregam dentro de si, que não sentem remorso em magoar ou até mesmo acusar e atirar pedras nos outros por seus crimes quando na verdade sua própria alma está corrompida.
Ore aos deuses que eu abandonei... neste jogo de viver e deixar morrer
Ore por minha alma neste mundo... para livrar-me de meus pecados
Ore...
Tudo o que tem sido e tudo o que vejo agora
Apenas um fantasma do que eu chamei de ...
Eu encarei o primeiro verso dessa estrofe como mais que alguém sem fé, mas alguém que depositou muita fé nas pessoas - que seriam os 'deuses abandonados' - e que foi pisoteada por suas imperfeições e traída por sua ingenuidade. Na segunda estrofe, é como se a ordem para orar por sua alma fosse mais uma prece pessoal para conseguir perdoar aqueles que o feriram, mas antes de tudo perdoar a si mesmo da dor que carrega. Nessas estrofes finais, que fazem parte da ponte, eu vejo como se as esperanças dele tivessem se esvaído, a fé em si mesmo e tudo que lhe resta é o fantasma da dor e da culpa que ele leva consigo, nesse caso, me pergunto se as estrelas de prata do primeiro verso, frias como gelo, não seriam então as pessoas, revelando no caso um eu lírico que não consegue lidar com as pessoas (encaro assim porque sou desse jeito!)

O motivo de ter escolhido Blood On My Hands para a música dessa semana, é o fato de que muito nessa letra fala de mim - quase tudo na verdade - revela a dor de alguém que vive trancado no seu suplício pessoal, alguém que tem medo das pessoas porque já foi infinitamente ferido, uma pessoa que vive preso na cela da própria culpa, que vive na busca do perdão de si mesmo e ainda assim se condena mais do que se perdoa, uma pessoa sozinha e preenchida somente com amargura e desespero, sem esperanças, sem expectativas, sem mais nenhum sonho (Uma pessoa como eu).

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Entendendo: Breathe No More (Evanescence)

E então galera, vou tentar começar a trabalhar com tags agora, e essa tag é música, eu tinha dito no post de ontem que ia tentar interpretar umas músicas ai e trazer para vocês o que eu entendi da letra, vai ser meio que um exercício para mim no quesito interpretação de texto. Bem, vamos nessa.
Antes de tudo, vale lembrar que por mais que os textos tenham uma intenção quando são escritos, independente do seu estilo, cada leitor interpreta-o de maneira própria, adequando-o à sua realidade pessoal e ao seu estado de espírito no momento em que degusta a leitura.
A música que escolhi para começar, foi Breathe No More.

Estive olhando no espelho por tanto tempo
Que tenho vindo a acreditar que minha alma está do outro lado
Todos os pequenos pedaços caindo, quebrados
Pedaços de mim, afiados de mais para serem colocados de volta
Pequenos de mais para importar
Mas grandes o suficiente para me cortar em
Tantos pequenos pedaços
Se eu tentar tocá-la
Quem conhece um pouco da história da Amy, sabe que ela passou por uma etapa difícil depois da morte da irmã, Breathe no more é uma letra que reflete o sentimento de alguém que deseja enganar-se, uma pessoa que está presa em uma letargia intensa, alguém que deseja acreditar que toda dor que sente é um pesadelo. Nos primeiros versos, há a dúvida sobre a própria identidade, sobre quem ela realmente é. Nos versos seguintes, ela expressa a ideia de dor, de estar despedaçada, incapaz de qualquer ajuda, tão flagelada pelo próprio suplício que é incapaz de ser refeita, de salvar-se.
E eu sangro
Eu sangro
E eu respiro
Eu não respiro mais
Sangrar, na letra, é uma metáfora. Como o eu lírico tem a sensação de estar despedaçado, mutilado pela dor, o sangrar significa o esvaecer das esperanças, aos poucos ela vai desistindo e quando pensa que está conseguindo progredir ela cai novamente e desiste de uma vez, daí o 'eu não respiro mais'.
Respiro fundo e eu tento retirar dos meus espíritos do poço
Mais uma vez você se recusa a beber como uma criança teimosa
Minta para mim, me convença que estive doente para sempre
E tudo isso fará sentido quando eu melhorar
Mas eu sei a diferença
Entre mim e o meu reflexo
E eu simplesmente não consigo deixar
De querer saber qual de nós você ama
Aqui fica bem claro que ela está se dirigindo à outra pessoa, assim como Call Me When You're Sober, Breathe No More também expressa um período difícil da vida de Amy, provavelmente esses versos tenham sido escritos para um de seus ex-maridos. Há um desejo implícito de querer acreditar que a dor é passageira, que não passa de um pesadelo, No terceiro e quarto verso ela explicita esse desejo de se enganar, e nos quatro versos finais ela coloca a questão de quem ela realmente é e de quem as pessoas -ou a pessoa em questão - a veem. Ela não sabe se é amada pelo que é ou se é amada pela fachada, por aquilo que deixa transparecer, pela mentira supérflua que ela mostra quando está diante das pessoas.

Breathe No More passa uma ideia de profunda solidão, de alguém que se sente perdido e sem expectativas, que desviou-se de tal forma de si mesmo que não sabe mais nem sua própria identidade. Alguém que é constantemente flagelado por uma dor intensa e profunda, que vive trancado em um suplício particular e tenta criar um mundo paralelo na sua mente para fugir da realidade fria na qual vive. Eu me identifico com muitas músicas da banda e essa é uma delas.
Espero que vocês tenham gostado galera, qualquer equívoco que eu tenha cometido diga -educadamente - nos comentários! Mil beijos e até semana que vem :D

segunda-feira, 8 de julho de 2013

8 DICAS DE NEIL GAIMAN

Depois de trazer pra vocês, Nicholas Sparks e Cassandra Clare agora eu venho com Neil Gaiman, autor de Coraline que eu nunca li, mas amei o filme, e seu mais novo trabalho O Oceano no fim do caminho que, ao que parece, é um romance adulto. Eu nunca li nada do cara, mas já recebi ótimas recomendações e ele ta na minha lista. Então, como toda dica é válida, ai vão os oito mandamentos dele pra nós amantes da escrita:

Inspirado pelas 10 regras de escrita de Elmore Leonard publicadas no The New York Times, o jornal britânico The Guardian pediu a alguns dos autores mais célebres da atualidade que compartilhassem com o público seus mandamentos de redação. Traduzimos as oito dicas de Neil Gaiman, o premiado autor de O oceano no fim do caminho. Vale tomar nota!
#1. Escreva.
#2 Escreva uma palavra depois da outra. Encontre a palavra certa, escreva-a.
#3. Termine o que você está escrevendo. Faça o que for preciso para terminar, e termine.
#4. Coloque o texto de lado. Leia fingindo que você nunca leu antes. Mostre-o a amigos cuja opinião você respeita e que gostem daquele tipo de coisa.
#5. Lembre-se: quando as pessoas dizem que algo está errado ou não funciona para elas, estão quase sempre certas. Quando dizem exatamente o que você está fazendo de errado e como corrigir, estão quase sempre erradas.
#6. Corrija. Lembre que, mais cedo ou mais tarde, antes que o texto fique perfeito, você precisa seguir em frente e começar a escrever a próxima coisa. Perfeição é como perseguir o horizonte. Continue escrevendo.
#7. Ria de suas próprias piadas.
#8. A principal regra da escrita é que, se escrever com segurança e confiança suficientes, você pode fazer o que quiser. (Essa pode ser uma regra para a vida, assim como para a escrita.) Então, escreva a sua história como ela precisa ser escrita. Escreva-a com honestidade e conte-a da melhor forma que você puder. Eu não sei com certeza se existem outras regras. Pelo menos, não as que importem…

terça-feira, 18 de junho de 2013

Redação do ENEM

Minha irmã imprimiu a redação do ENEM do ano passado dela para que eu fizesse uma análise - fala sério como se eu tivesse competência pra isso! - e desse uns toques pra ela. Ok, eu o farei, mas despertei a curiosidade sobre a minha própria redação e vi que alcancei 660 pontos - '0' - e que eles realmente analisam as competências do texto. Particularmente, eu achei aquele texto uma merda, e a análise fica clara que eu ainda tenho um longo caminho a percorrer. Mas, vamos aos dados:

Prezado participante,
Apresentamos o seu desempenho na prova de Redação do Enem 2012.
Nosso objetivo é fornecer subsídios pedagógicos quanto à sua atuação em cada uma das competências.
Sua pontuação em cada competência pode variar de 0 a 200 pontos.


COMPETÊNCIA 1
Demonstrar domínio da norma da língua escrita.
Sua nota nessa competência foi: 160.0
Você atingiu 80% da Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra bom domínio da norma padrão, apresentando poucos desvios gramaticais leves e de convenções da escrita. Assim, o mesmo desvio não ocorre em várias partes do texto, o que revela que as exigências da norma padrão foram incorporadas aos seus hábitos linguísticos, e os desvios foram eventuais. Desvios mais graves não impedem que a redação receba essa pontuação, desde que não se repitam regularmente no texto. Assim, o participante que realiza poucos desvios leves ou raros desvios graves receberá essa pontuação.


COMPETÊNCIA 2
Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.
Sua nota nessa competência foi: 120.0
Você atingiu 60% da Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve de forma adequada o tema. Desenvolve uma argumentação previsível e apresenta domínio adequado do tipo textual dissertativo-argumentativo, embora se detenha mais no caráter dissertativo do que nos aspectos da estruturação argumentativa. Desenvolve ideias com pouco avanço em relação ao senso comum.


COMPETÊNCIA 3
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.
Sua nota nessa competência foi: 120.0
Você atingiu 60% da Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante apresenta informações, fatos, opiniões e argumentos pertinentes ao tema proposto, porém os organiza e os relaciona de forma pouco consistente, em defesa de seu ponto de vista. As informações são aleatórias e desconectadas entre si, embora relacionadas ao tema. O texto revela pouca articulação entre os argumentos.


COMPETÊNCIA 4
Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.
Sua nota nessa competência foi: 140.0
Você atingiu 70% da Competência 4, atendendo parcialmente aos critérios definidos a seguir. O participante articula as partes do texto, com poucas inadequações, o que faz demonstrar domínio dos recursos coesivos. O texto poderá, no entanto, conter alguns desvios nos recursos coesivos.


COMPETÊNCIA 5
Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.
Sua nota nessa competência foi: 120.0
Você atingiu 60% da Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora proposta de intervenção relacionada ao tema, mas pouco articulada à discussão desenvolvida no texto.

Nota Final
Situação: Presente
Sua nota final foi: 660.0
No gráfico abaixo está destacado o grupo em que você se encontra.
Assim, você poderá visualizar o seu desempenho em comparação aos demais participantes do Enem.
Gráfico da nota final.
 Se você também quer ver a sua análise e ainda não viu é só acessar http://sistemasenem2.inep.gov.br/resultadosenem/

terça-feira, 4 de junho de 2013

Conselhos de Nocholas Sparks para escritores

Lembram que eu trouxe pra vocês uma vez uma matéria da IDRIS com a Cassandra Clare dando conselhos para jovens escritores? Bem, hoje eu trago um fenômeno da literatura estrangeira atual dando seus preciosos conselhos pra nós que somos amantes da caneta e do papel! Este é Nicholas Sparks, tirado do seu website official em inglês e traduzido pra vocês ^.^' - Não posso ter traduzido assim muito bem porque meu inglês não é lá isso tudo, mas deem um desconto ta ;)

CONSELHOS PARA ESCRITORES

Como aprender o Ofício
Aprender a escrever é como aprender qualquer outra coisa, e pode ser dividido em três partes gerais.

PESQUISE
Em primeiro lugar, há livros inteiros escritos sobre este assunto, e é importante perceber que qualquer informação fornecida aqui será em forma muito abreviada. Com isso em mente, o primeiro passo seria ler uma variedade de livros sobre o ofício da escrita. Em Reportagem de Stephen King, The Elements of Style por William Strunk e EB Branco, Criação de Ficção editado por Julie Checkoway, e uma profissão perigosa por Frederico Busch, são apenas alguns que eu recomendo. Eu também gosto Roteiro de Sid Field, que não se trata de escrever o romance, mas tem um monte de informações úteis. Estes títulos são o suficiente para você começar e há inúmeros outros livros sobre o tema que vai ajudar também, para tudo, desde a criação de personagens para chegar com parcelas.

LEIA
Em segundo lugar, você deve ler, e ler muito. Eu disse muito? Eu li mais de cem livros por ano e têm feito isso desde que eu tinha 15 anos de idade, e todos os livros que eu li me ensinou alguma coisa. Aprendi que alguns autores são incríveis no edifício suspense (ver The Firm por John Grisham), eu li os outros que assustam os Jeepers fora de mim (ver O Iluminado, de Stephen King). Alguns autores podem tecer um número incrível de linhas da história em um único romance, coerente com todas as partes que se unem no final que torna impossível parar de virar as páginas (ver A Soma de Todos os Medos por Tom Clancy), enquanto outros autores fazem me rir em voz alta (ver Bloodsucking Demônios por Christopher Moore). Eu também aprendi que muitos, muitos autores falhar ao tentar fazer essas coisas. Ao ler um monte de livros em uma variedade de gêneros, e fazendo perguntas, é possível aprender como as coisas são feitas, a mecânica da escrita, por assim dizer, e que os gêneros e autores destacam em diversas áreas.

Em seguida, se concentrar em o gênero que você quer escrever, e ler livros nesse gênero. Um monte de livros por uma variedade de autores. E leia com perguntas em sua mente. Em um filme de suspense, por exemplo, você pode perguntar: quantos personagens estavam lá? Muitos ou poucos? Quanto tempo durou a novela? Quantos capítulos estavam lá? Isso foi muito poucos, muitos ou apenas para a direita? Como o autor construir suspense? Será que o autor saiu do nada com uma surpresa? Ou será que a queda autor sugere mais cedo? Se sim, quantos palpites? Onde na novela ele colocá-los? Foi a cena de suspense, principalmente narrativa ou diálogo? Ou uma combinação de ambos? Será que isso funciona? Teria sido melhor de outra maneira? Onde é que os bandidos entrar? No começo? O meio? Quando eles encontram pela primeira vez o mocinho? O que aconteceu? Será que o leitor sabe que eles eram ruins? Eles fizeram algo de ruim com o pé direito, ou foi algo que parecia bom no momento?

Então, leia um outro filme e pergunte a si mesmo essas perguntas novamente. Então leia o outro e outro e outro e fazer essas mesmas perguntas. E continue lendo toda a sua vida e fazer perguntas.

Pouco a pouco, você vai aprender o processo.

ESCREVA
O passo final é escrever. Você não pode ser um escritor, se você não escrever, é simples assim. Eu escrevi dois romances completos e outro livro antes mesmo que eu tentei escrever The Notebook. Esses dois romances são inéditos, mas que me ensinou que eu não só gostava de escrever, mas que eu tinha em mim para terminar um romance, uma vez que eu comecei. Essas lições foram importantes quando me sentei para escrever The Notebook.

Eu escrevo cinco ou seis dias por semana, geralmente um mínimo de 2.000 palavras, às vezes mais. Esta seção do site, por exemplo, que levou cerca de quatro dias para escrever, é de cerca de 20.000 palavras. Quando terminar, eu vou começar a escrever outra coisa. Todas as pessoas que consideram a escrita como profissão escrever de forma consistente. Aqueles que consideram como um hobby normalmente não.

2000 palavras pode demorar de três a oito horas. (Eu adoro esses dias de três horas, pelo caminho, mas a minha média é provavelmente mais perto de cinco horas.) O tempo gasto escrevendo depende de uma série de fatores, incluindo o que estou escrevendo, se a cena é difícil ou fácil , etc Não importa o que, eu tento manter a consistência nos meus hábitos de trabalho. E eu estou sempre tentando melhorar, de tentar coisas novas, escrever uma nova história que é melhor do que qualquer outra coisa que eu escrevi.

E então? O que acharam das dicas do Mestre? Para mais detalhes visite: nicholassparks.com (em inglês)

domingo, 26 de maio de 2013

Resenha de Filme: O Castelo Animado

O Castelo Animado
Novamente temos na resenha de filme, um anime. Eu sou leiga para falar de animes, mas simplesmente amo tanto os filmes quanto os seriados desse gênero fantástico! O Filme que eu trouxe para vocês hoje amigos é um clássico maravilhoso! O castelo animado conta mais que uma história de amor, nos transmite, como todo bom anime oriental, lições de vida.
O Castelo Animado é uma adaptação do livro da autora Diana Wynne Jones que é uma inglesa, porém quem adaptou seu livro foi o diretor japonês Hayao Miyazaki por isso temos esse anime maravilhoso para ver e rever quantas vezes quisermos, e convenhamos não consigo imaginar outro tipo de estilo para esse filme. Eu descobri O Castelo animado por acaso enquanto via alguns filmes no CineDica, estava procurando desenhos românticos que são em geral o que me dão inspiração para escrever e achei esse em um dos filmes relacionados ao Mundo Dos Pequeninos (que em breve também será resenhado aqui *-*).
O livro foi escrito em 1986, e é uma série de três seguido de O Castelo no Ar em 1990 e A Casa dos Muitos Caminhos em 2008. Graças a uma maldição, a jovem Sophie transforma-se numa velha senhora. Incapaz de continuar trabalhando na loja de chapéus de sua mãe, ela passa a morar no castelo do notável bruxo Howl e faz amizade com o demônio de fogo Calcifer, que está ligado a Howl por meio de um contrato. Calcifer e Sophie, então, prometem ajudar-se mutuamente – ele quebrará a maldição, e ela o ajudará a fugir do castelo. Entretanto, Howl percebe que Sophie está amaldiçoada e apaixona-se por ela. Sophie trava então uma batalha para ajudar Howl não apenas a se livrar da maldição que o condenará a se transformar em um monstro, mas também a ensiná-lo valores e sem perceber acaba dando a ele um sentido para viver: Seu amor por ela.

É um filme lindo galera, - E convenhamos que Howl (Foto) é o desenho mais lindo que você já viu! Esses olhos azuis ain ain... -  Sophie nos ensina que a bondade, a coragem e o amor podem vencer qualquer coisa, apenas quando aprendemos a amar, perdoar e servir a nossa vida ganha sentido e sem coragem para enfrentar nossos medos nós nunca vamos progredir e quebrar nossas maldições internas. A autora do livro faleceu em 2011 vítima de câncer L. Se você ainda não teve a oportunidade de ver O Castelo Animado não perca mais tempo! É um filme inesquecível que com certeza vai tocar o seu coração não importa a sua idade! Para ver Online Acesse anitube.com.br
Espero que tenham gostado da resenha de hoje! Breve eu volto com mais!

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Resenha de Filme: A Arte da Conquista

Sinopse: George Zinavoy (Freddie Highmore) é um jovem que acredita que o ser humano nasce e morre sozinho. Para ele, de nada adianta viver de ilusão. Com a mente totalmente ocupada por esta linha de pensamento, ir à escola, participar das tarefas ou fazer os deveres de casa tornam-se algo a ser desprezado. Mergulhado em sua amargura, ele acaba conhecendo a bela Sally Howe (Emma Roberts) e algo de diferente acontece. Com ela, ele faz novas amizades e começa a sentir novas sensações, sem saber ainda ao certo o significado. No meio do caminho, os dois conhecem Dustin (Michael Angarano), um artista de sucesso apresentado pelo professor de arte, dando início a um inesperado triângulo amoroso.


Achei o filme fantástico, a visão de mundo de George é fascinante assim como sua inteligência invejável ele nos transporta para uma linha de pensamento lógica e oposta a tudo com o qual estamos acostumados, eu me identifiquei muito com ele, a maneira como ele enxerga as coisas e em certas partes a forma como ele lida com as situações.

George vivia no seu mundo, e desacreditava no propósito das coisas, achava que a vida era nada mais que uma ilusão passageira até encontrar Sally e finalmente começar a desfrutar de um lado do mundo que até então desconhecia, sensações novas que ele ainda não sabia serem possíveis e assim sentir a vida além de suas próprias percepções. Nessa parte o filme mostra como é importante a gente demonstrar o que sente, muitas vezes acabamos perdendo as pessoas que amamos sem ter falado tudo aquilo que sentíamos. E acho que o filme ainda vai além disso, é uma procura por si mesmo, George busca em Sally algo que ele desconhece sentimentalmente, mas muito mais que isso, ele acaba achando a si mesmo, o filme tem uma passagem principal que eu acho que é o que costura toda a trama, mostra que tudo é possível, quando você realmente se propõe a alguma coisa os obstáculos minimalizam-se, e é isso que ele faz quando consegue executar todas as tarefas do ano que na minha concepção representam tudo o que ele estava escondendo dentro de si mesmo por medo da vida, e quem nao tem? Essa acho que foi a parte que mais me identifiquei no filme:

Isso nos leva a pensar que coisas sobre o qual temos controle assustam mais, há muito mais na vida a se temer com toda a pressão a que somos submetidos constantemente e o mundo cada vez mais cruel no qual vivemos não é da morte que temos que ter medo, é da vida. A gente na verdade nunca sabe ao certo como agir ou o que fazer com a nossa vida e essa questão é clara na hora que George descobre a si mesmo, é o primeiro passo para se chegar ao nosso caminho: Encontrar-se ao mesmo tempo em que se perde.

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Resenha de Filme: Os Miseráveis

inspirado em clássica obra do escritor Victor Hugo. A história se passa em plena Revolução Francesa do século XIX. Jean Valjean (Hugh Jackman) rouba um pão para alimentar a irmã mais nova e acaba sendo preso por isso. Solto tempos depois, ele tentará recomeçar sua vida e se redimir. Ao mesmo tempo em que tenta fugir da perseguição do inspetor Javert (Russell Crowe).

Isso é o que eu chamo de verdadeira Obra de Arte. O filme não é apenas bem feito, ele tem um elenco fantástico, é completamente bem encenado e com inúmeras lições verdadeiras. Anne Hataway e Amanda Seyfried cantam extraordinariamente! A Anne eu tinha ouvido cantar em Ella's Enchanted, mas a Amanda superou todas as minhas expectativas, fantástica! Hugh Jackman me fez tirar o chapéu, tenor fantástico! Até Russell Crowe me fez ficar de queixo caído. O filme é de fato emocionante, durante todo o percurso de Jean Valjean você aprende que bondade, caridade, esperança e ideiais é que formam o caráter, é lindo quando ele aprende a amar no momento em que passa a cuidar de Cossete, isso sem contar no momento em que o inspetor Javert volta atrás no que diz respeito ao "crime" de Jean e passa a olhar ele mesmo seus próprios "crimes". É uma obra fantástica, chorei LITROS quando Jean morreu e foi levado por Fantine para o céu, o amor de Eponine por Marius capaz de dar sua vida pela dele, e o momento em que se despedem completamente lindo! Musicalmente maravilhoso,impecável e bem executado é um filme que vale a pena ver várias e várias vezes. Sem dúvida eu recomendo.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Resenha de Filme: As vantagens de ser invisível

Sinopse:

No início dos anos 90, adolescente tímido e impopular, que se sente deslocado na nova escola, muda sua percepção quando desenvolve uma amizade com dois veteranos. Eles lhe apresentam um outro mundo em que questões como sexo e drogas começam a surgir.

Ok, eu não li o livro então não sei exatamente o que pensar a respeito disso, mas posso falar que o filme é incrível. Ambientado na minha época né rsrsrs anos 90 e mesmo que eu tenha nascido exatamente, eu vivi muita coisa do filme, como as fitas K7... Cara, que saudade. É absolutamente insano! Conta a história de Charllie, um garoto que foi abusado quando criança e que tem problemas de se relacionar com outras pessoas, de início você fica meio perdido tentando entender o que aconteceu, e aos poucos é que as peças do quebra cabeça vão se encaixando. Ele fala sobre sexo, drogas, relacionamentos, mas vai além disso. Fala sobre como somos inaceitados por nós mesmos e tentamos nos tornar o que as pessoas esperam que sejamos na tentativa falha de ser aceitos... 
Quando na realidade nós temos que nos aceitar, fala sobre como é importante superarmos os medos que achamos que nos controlam e que, por mais que o mundo que criamos em nossa mente seja perfeito, a realidade em que vivemos é diferente e é a ela que temos que nos submeter, ou melhor dizendo: Nos sobrepor. Eu gostei ainda mais quando ele fala sobre relacionamentos, é algo tão real, as pessoas realmente tendem a escolher relacionamentos destrutivos porque de alguma forma acham que é aquilo que merecem quando na realidade elas não conseguem enxergar o que está bem na sua frente, não conseguem ver a si mesmas. E como ele diz "cada um tem aquilo que acha que merece" a dimensão como as coisas são mostradas é intensa e envolvente, em certas horas você se sente parte daquela realidade, se sente submerso naquilo que na realidade é uma exemplificação do nosso mundo, uma externação do que sentimos, vivemos, do mundo que ainda hoje conhecemos.
Charllie sofre muito antes de encontrar o que finalmente estava buscando, o que todos nós buscamos todos os dias: Nos encontrar. Essa é a mensagem central do filme no meu ver, pelo menos foi a mensagem central pra mim, no meio de tantas lições, nós precisamos parar de nos buscar fora de nós mesmos, temos que aceitar as coisas que nos aconteceram e nos abrir para realidades novas, soltar os grilhões que nos atam ao chão, os grilhões dos medos, dos traumas, dos segredos, abrir a nossa realidade para a entrada de outras pessoas, começar a enxergar o mundo no agora, a viver, sentir, não ter medo de ser quem somos e assim quando passarmos a mergulhar dentro de nós e enxergar nosso verdadeiro ser, vamos ser como Charllie e Sam... Vamos nos sentir infinitos. 

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Resenha de Filme - Beastly

ooooooooooi blogueiros! Cá estou eu com outra resenha de filme para vossas excelentíssimas pessoas.
Hoje meu humor está 'relativamente' estável, mas as coisas ainda não vão muito bem. Como eu estou meio bloqueada mentalmente decidi ver um filme para me inspirar e beastly é sem duvida meu filme favorito *-* Vocês vão entender porque nessa resenha meio "psicológica" do filme rsrsrs

Bom, Beastly (no Brasil, A Fera) é um remake "Moderno" da Bela e a Fera. Conta a História de Kyle (com um sobrenome difícil u.u') um riquinho metido, arrogante e prepotente que julga tudo e todos pela embalagem, para ele nada é mais importante que a aparência, sendo a mesma a chave para abrir todas as portas. Com isso ele acaba mexendo com a pessoa errada, Kendra, uma garota meio gótica que não dá valor nenhum para aparência e ODEIA essa atitude egocêntrica e preconceituosa de Kyle. O filme começa nas eleições para presidente de um dos clubes da escola, Lindy Taylor vivida pela minha ex-fofíssima Vanessa Hudgens *-* é uma garota das raras da escola, ela é interessada em Kyle, não por ele ser idiota, mas porque ela consegue enxergar nele o que as outras pessoas não vêem. Kyle humilha Kendra depois que vence as eleições e ela o enfeitiça tirando a beleza que ele tanto preza e dando a ele o prazo de um ano para encontrar alguém que veja nele mais do que as marcas e cicatrizes.
Kyle fica desnorteado de início e a relação com o pai, que é outro idiota que só liga para aparencia piora ainda mais quando ele não ve mais o filhao "gatíssimo". Kyle passa a observar Lindy de longe, conhecendo sua rotina, e descobre a relação conturbada com o pai dela que é um viciado em drogas. Ele a salva no meio de uma briga entre o pai dela e os traficantes e como ela está jurada de morte ele força o pai dela a deixá-la reclusa com ele no apartamento onde ele "se esconde" lógico que a nossa heroína ABOMINA a ideia de ficar longe da escola (como uma boa CDF) e dos amigos, mas aceita se vendo sem alternativa e também para NOOOOOOOOOOOSSA ALEGRIA! Na convivencia com Hunter, nome que Kyle adota para que ela não o reconheça  acontecem as partes mais lindas do longa *-*
como a parte em que ela o vê pela primeira vez que é fantástica! O filme faz você mesmo conseguir ver além do externo, quando Kyle está todo "feio" no filme e começa a avaliar a vida e as pessoas por outro angulo, você começa a avaliar ele por outro ângulo também e começa a achá-lo bonito independente de qualquer coisa, e é por isso que eu adoro esse filme, porque ele é a forma EXATA e não muito fantasiosa do que seria a Bela e a Fera, que você precisa enxergar as pessoas além do manequim e do rosto de boneca, tem que ver o que a maioria das pessoas não exerga, olhar por trás das palavras, dos olhares e dos sorrisos. Eu me identifico muito com Lindy, não apenas porque ela prefere conteúdo a aparencia, mas porque ela consegue enxergar em Kyle o que as outras pessoas não conseguem e tem uma maneira própria de ver a vida. É o que eu tento fazer e isso é muito, muito bom.
A minha cena favorita no filme é a penultima onde eles se reencontram após Kyle ter escrito uma carta de amor manuscrita belíssima para nossa Lindy e ocorre o diálogo mais belo do filme *-*

Eu ADORO essa cena! Então vale a pena assistir Beastly e se você conseguir o livro (como eu estou louca para conseguir!) vale a pena Ler Beastly também! É o tipo de filme que faz você repensar sobre as coisas que realmente importam e conseguem te fazer enxergar muito além do que as pessoas aparentam ser.
Essa foi mais uma resenha pra vocês! Espero que tenham gostado do filme por esse angulo :)
beijokas!

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Primeira resenha de filme!

Você já viu esse filme? Não? Pois deveria, MESMO ver!
Nessa sensível história, um adolescente vai procurar um hospital psquiátrico por não conseguir mais lidar com as mudanças típicas dessa fase. Quando ele é admitido, redescobre o conceito de loucura e paixão ao conviver diariamente com um grupo de pacientes liderado por Zach Galifianakis.
É bem mais que uma comédia romântica ou algo do gênero, o filme é lindo e inspirador. Craig acha que a sua vida está definhando e decide se matar, mas pensa nas consequencias que isso teria para sua família então decide por si mesmo procurar ajuda em um hospital e é até uma situação engraçada, ele chega dizendo que quer se matar e a recepcionista manda ele preencher um formulário ¬¬' a saúde publica é o cúmulo!
O foco do filme não é exatamente os problemas de Craig, mas sim a maneira como ele aprende a lidar com eles, a partir do momento que ele se vê meio que "obrigado" a permanecer cinco dias no hospital, ele começa a perceber que não é nele que reside a loucura e que há coisas que ele realmente não pode controlar ou mudar... Algumas ele precisa apenas aceitar e outras se adaptar.
Além de ter uma mente brilhante e ser muito talentoso, Craig descobre também que seus problemas são muito pequenos comparados aos de pessoas como Bob ou Noelle por quem ele se apaixona no hospital. Noelle esta internada lá por ter problemas com automutilação, com o passar do tempo o foco de Craig não é apenas se curar das feridas que ele acha que estão abertas dentro dele, mas ajudar as pessoas lá dentro que realmente tem feridas abertas e sangrando. O filme é uma reflexão sobre a vida e as coisas que nos cercam e que na maioria das vezes nós estamos cegos demais com o nosso próprio umbigo para enxergar.
Uma das cenas que eu mais gostei foi essa da foto ao lado, quando ele descobre que o que realmente importa não é aquilo que a pessoa tem por fora e sim onde se esconde a real beleza. A gente sabe que está mesmo apaixonado quando consegue ser a gente mesmo ao lado da pessoa que amamos sem medo ou receio de rejeição assim como sente que isso é recíproco por parte dela. 
Craig achava que era apaixonado pela Liah, namorada do seu melhor amigo (que é uma vadia!) porque ele tinha uma obsessão por ela desde sempre, mas acaba percebendo quando isso magoa Noelle que na verdade o que ele sentia pela Liah não era real, era literalmente uma atração física idiota (que eu não sei daonde ele tirou!) porque quando ele está com ela de certa forma não pode ser ele mesmo, ao contrário de quando ele está com Noelle, que além de poder ser ele mesmo sem medo de ser rejeitado, ele se sente bem, sente que ela também retribui esse sentimento, isso se chama confiança, é respeitar o espaço do outro e ao mesmo tempo fazer parte da vida dele.
O filme é realmente lindo e faz um convite a você perceber, enxergar a vida e repensar os seus problemas, faz você ver que é muito mais forte do que pensa e que a melhor maneira de se livrar do que te assusta é bater de frente. Craig foi para o hospital em busca de respostas para o que ele achava que eram problemas, mas acabou percebendo que ele tinha muita sorte por ter tudo que tinha e por ser como era e no fim de tudo a maneira que ele encontrou de se ajudar foi estender a mão para quem mais precisava de ajuda.
Recomendo galera! Vale a pena ver!

domingo, 18 de novembro de 2012

Especial: O Rock do "demônio".

Quem nunca ouviu a frase :"Rock é coisa do diabo" não sabe o que é preconceito! Bom, minha introdução no mundo do rock foi através do David, ele me ensinou tudo que eu sei e as bandas fizeram o resto. A primeira coisa foi quebrar esse tabu que rock é coisa do diabo, que ainda hoje existe na cabeça oca de muita gente. Quando se fala em metal as pessoas já se benzem como se você tivesse acabado de pronunciar uma blasfêmia, ou tratam você como um admirador de satanás! Minha gente, me poupe? U.U
Bom, não há como negar que existe rock satânico! Eu conheço o universo do metal e posso dizer que sim há esse tipo de música, mas ouvir é opção sua, não é porque Ozzy chama o diabo de 'pai' que todo o rock em geral é coisa do capeta! Aqui eu vou PROVAR isso literalmente, eu sou apreciadora numero 7 do metal sinfônico (7 porque eu sou leiga nesse mundo) e sei melhor que ninguém que isso é uma mentira absurda.
Para começar, vocês tem que saber dividir o metal, ele não é uma coisa só como todo mundo pensa u.u' há ramificações (muitas por sinal) que identificam se a banda que você curte é ou não satanista, isso avaliando de um modo geral. Normalmente as que seguem o gênero black metal tem essa característica anticristo. Esse é um estilo que eu não curto particularmente. Ha bandas como Cradle of Filth, Slipknot, Dark Funeral que seguem esse estilo sim, mas isso não implica dizer que todas as outras bandas tem pacto com o coisado u.u'.
O Rock não fala de coisas más e feias, a maioria das bandas fala de amor, criticam a realidade, estimulam pensamentos, acho um preconceito muito chato quando alguém ouve um cara fazendo gutural e pronuncia logo "misericórdia", porra tu num sabe nem o que ele ta dizendo, não julga! Quer exemplo de que há SIM rock/metal de qualidade? Então dá uma olhada nisso:


Quando acharem onde está a menção a "te amo demonio" vocês me avisam no comentário ok? Me digam se essa música, que expressa um amor obsessivo, não é puramente poética! Sim, isso é metal!
Quer uma letra mais profunda que essa? Sim, isso ai é metal! É pura poesia!



Conseguem ver a verdade atrás dessas palavras? A música foi inspirada em um poema de Walt Withman. Metal, poesia, beleza.
E eu ainda podia citar muuuuuuitas outras como a tradução de Blood on my hands do Xandria, Descontruct do Epica que eu faço QUESTÃO de colocar aqui:

Desconstruir

Se nós pudessemos ver a nós mesmos, o espelho refletiria insanidade
Ao invés de nós camuflarmos as falhas que estão dentro
Perdoamos o sofrimento que nós testemunhamos enquanto nos unificamos naturalmente
Nós precisamos nos ajeitar, ou nós descarrilharemos

Mirando alto demais
Você é obrigado a falhar
Paciência é uma virtude vital
Que você nunca terá

Não me force a acreditar
Estamos presos na ganância
Por que eu só me preocupo comigo
Para quebrar isso, precisaremos de todo mundo
Reflita: união é o único caminho

Uma enorme tragédia ignorada terá sua justiça, finalmente
Angústia e pobreza é a doença de todo mundo
Nós vamos perceber tudo o que nós fizemos
Há um preço a pagar
Esperança ainda não está perdida, Sempre existe um caminho

Vencendo o jogo
não é um caminho fácil
Ousadia e disciplina
pagarão no fim

Se nós sempre pudéssemos olhar no espelho do destino
Nós nunca teríamos acabado aqui
Somos distraídos por cada pecado cometido
Deveria sempre ser tão claro

Se nós olhassemos
NUnca estaríamos aqui

Não me force a acreditar
Nunca estou precisando de ninguém
Eu só me importo comigo
Estou refletindo
E o único caminho é o meu

Estamos presos
em nossa falha
Agora nossa união
é a nossa salvação
É o único caminho

Se nós alguma vez
Nós nunca
Se fossemos inteligentes
estaríamos juntos
 Save me do Nickelback também... Galera tudo isso é o ROCK que vocês dizem que é coisa do diabo! Por favor, vamos parar com o preconceito? Sim, eu amo metal, eu gosto de rock e não, eu não sou adoradora da coisa lá de baixo, eu sou cristã e amo Jesus Cristo! Respeitem o que vocês não conhecem, ok? Fica a dica.

quinta-feira, 1 de março de 2012



Time passes. Even when it seems impossible. Even when each tick of the second hand aches like the pulse of blood behind a bruise. It passes unevenly, in strange lurches and dragging lulls, but pass it does. Even for me.
                                                          New Moon. Swan, Bella.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Descomplique


Reserve tempo para rir;
esta é a música da alma
Reserve tempo para ler;
esta é a base da sabedoria
Reserve tempo para pensar;
esta é a fonte do poder
Reserve tempo para trabalhar;
este é o preço do êxito.
Reserve tempo para divertir-se;
este é o segredo da eterna juventude.
Reserve tempo para sonhar;
este é o caminho para chegar às estrelas.
Reserve tempo para amar;
ser amado é um privilégio do ser humano.
Reserve tempo para ser útil;
só assim sua vida terá valor.
Reserve tempo para a oração;
este é o caminho para a felicidade.
E você verá que a sua vida é bem melhor do que imagina.
(Exortação Inglesa)