sexta-feira, 28 de agosto de 2015

As Aventuras de Alice No País das Maravilhas - Lewis Carroll (Parte I)

Informações:

Título Original: Alice's Adventures in Wonderland
Autor: Lewis Carroll
Ano de Publicação: 4 de Julho de 1865
Editora: -
País de Origem: Reino Unido
Série: -

Sinopse: O livro conta a história de uma menina chamada Alice que cai numa toca de coelho que a transporta para um lugar fantástico povoado por criaturas peculiares e antropomórficas, revelando uma lógica da absurda característica dos sonhos. Este está repleto de alusões satíricas dirigidas tanto aos amigos como aos inimigos de Carrol, de paródias a poemas populares infantis ingleses ensinados no século XIX e também de referências linguísticas e matemáticas frequentemente através de enigmas que contribuíram para a sua popularidade. É assim uma obra de difícil interpretação pois contém dois livros num só texto: um para crianças e outro para adultos.

O que eu achei: Todo mundo conhece Alice. Quem nunca passou uma hora tentando entender as imagens do desenho da Disney ou amando o Jonny Depp dando uma de chapeleiro maluco? Bem, eu não era a maior fã do clássico, mesmo tendo assistido aos dois filmes, mas nunca havia tido a oportunidade de ler o clássico de Carroll até uma amiga comprar e me emprestar (Obrigada, Sandy!!!). A edição que ela tem (e que eu já comprei um pra mim na maravilhosa promoção do Submarido (seu lindo!) que ainda me deu um cupom de 20% de desconto (aí eu apaixono) ) tem as duas histórias, As aventuras no país das maravilhas e Através do Espelho que é o que eu comecei a ler agora. Então, eu decidi dividir a resenha em duas partes, essa falando sobre o primeiro livro e a segunda sobre o segundo. 
Ao contrário do que podem pensar, o livro não é tão confuso quanto o filme da Disney, embora haja algumas partes que sejam tão loucas quanto. Mas, como sempre, o livro é infinitamente melhor que todas as adaptações que fizeram dele. É um livro bem difícil de entender porque, como explica na própria sinopse, está cheios de mensagens e enigmas sobre a sociedade de Carroll e críticas ao governo da rainha Vitória expressas na rainha de Copas e seu bordão "Cortem-lhe a cabeça". Por essa razão, não posso dizer que compreendi a fundo os dois lados da história, até porque só temos um período de literatura inglesa na faculdade e, infelizmente, não conseguimos "analisar" as obras pelo seu perfil social ou histórico. Então, li o "livro pra crianças", e me diverti muito com a história dessa menina cheia de inocência e com seus pensamentos de dama inglesa. Em vários pontos a trama fica tão sem noção que você começa a pensar que eram os momentos em que Carroll estava "dorgado" com o ópio, ha momentos divertidíssimos e é uma história que conta as aventuras de uma garotinha que precisa passar por várias fases diferentes e, em certo momento, acaba ficando confusa com quem, de fato, realmente é. Isso pode explicar até certo ponto as transições da vida infantil para a adolescência, com um jeito até meio filosófico em perguntas como "Quem é você?" e nessa busca pela curiosidade e pelo caminho que lhe levará de volta para casa, Alice vai passar por muitas confusões, coisas sem o mínimo sentido, momentos hilariantes e, principalmente, a busca por si mesma.
A mensagem que fica quando você termina o livro é que a realidade é insípida e triste, o mundo dos sonhos, onírico e moldado tal qual a nossa vontade, é um lugar melhor para se viver. Talvez fosse a mensagem que Carroll buscava passar quando recorria ao ópio para fugir da realidade que ele odiava, para mergulhar de uma maneira mais profunda no seu mundo irreal. Além disso, também sentimos o apreço dele pela infância, pelo mundo da inocência e a confusão que Alice sente em suas constantes transformações no país das maravilhas pode ser retratada como as transições da infância para a adolescência e, consequentemente vida adulta. É um livro muito gostoso de ler, segue um ritmo de entendimento fácil, uma linguagem leve e, apesar de todas as críticas sociais e satíricas implícitas no texto, você consegue viajar com Alice e suas trapalhadas pelo mundo dos sonhos malucos de Lewis Carroll.

Separei minhas partes favoritas do livro: 

 “Devo estar chegando perto do centro da Terra. Deixe-me ver: isso seria a uns seis mil e quinhentos quilômetros de profundidade, acho…” (pois, como você vê, Alice aprendera várias coisas desse tipo na escola e, embora essa não fosse uma oportunidade muito boa de exibir seu conhecimento, já que não havia ninguém para escutá-la, era sempre bom repassar) “…sim, a distância certa é mais ou menos essa… mas, além disso, para que Latitude ou Longitude será que estou indo?” (Alice não tinha a menor ideia do que fosse Latitude, nem do que fosse Longitude, mas lhe pareciam palavras imponentes para se dizer.) Logo recomeçou. “Gostaria de saber se vou cair direto através da Terra! Como vai ser engraçado sair no meio daquela gente que anda de cabeça para baixo! Os antipatias, acho…” (desta vez estava muito satisfeita por não haver ninguém escutando, pois aquela não parecia mesmo ser a palavra certa) “…mas vou ter de perguntar a eles o nome do país. Por favor, senhora, aqui é a Nova Zelândia? Ou a Austrália?”
♥
Como porém nessa garrafa não estava escrito “veneno”, Alice se arriscou a provar e, achando o gosto muito bom (na verdade, era uma espécie de sabor misto de torta de cereja, creme, abacaxi, peru assado, puxa-puxa e torrada quente com manteiga), deu cabo dela num instante.
♥
“Oh, meus pobres pezinhos, quem será que vai calçar meias e sapatos em vocês agora, queridos? Com certeza, eu é que não vou conseguir! Vou estar longe demais para me incomodar com vocês: arranjem-se como puderem…Mas preciso ser gentil com eles”, pensou Alice, “ou quem sabe não vão andar no rumo que quero! Deixe-me ver. Vou dar um par de botinas novas para eles todo Natal.” E continuou planejando com seus botões como faria isso.“Vão ter de ir pelo correio”, pensou; “e que engraçado vai ser, mandar presentes para os próprios pés!E como o endereço vai parecer estranho! 

Exmo Sr. Pé Direito da Alice, 
Tapete junto à lareira Perto do guarda-fogo, 
(Com o amor da Alice). 
♥
“Ada com certeza não sou”, disse, “porque o cabelo dela tem cachos bem longos,e o meu não tem cacho nenhum; é claro que não posso ser Mabel, pois sei todo tipo de coisas e ela, oh! sabe tão pouquinho! Além disso, ela é ela, e eu sou eu, e… ai, ai, que confusão é isto tudo! Vou experimentar
para ver se sei tudo que sabia antes. Deixe-me ver: quatro vezes cinco é doze, e quatro vezes seis é treze,e quatro vezes sete é…ai, ai!deste jeito nunca vou chegar a vinte!Mas a Tabuada de Multiplicar não conta; vamos tentar Geografia. Londres é a capital de Paris, e Paris é a capital de Roma, e Roma… não, está tudo errado, eu sei! Devo ter sido trocada pela Mabel!"
♥
“Quem é você?” perguntou a Lagarta. Não era um começo de conversa muito animador. Alice respondeu, meio encabulada: “Eu… eu mal sei, Sir, neste exato momento…pelo menos sei quem eu era quando me levantei esta manhã, mas acho que já passei por várias mudanças desde então.”
“Que quer dizer com isso?” esbravejou a Lagarta. “Explique-se!” “Receio não poder me explicar”, respondeu Alice, “porque não sou eu mesma, entende?” “Não entendo”, disse a Lagarta. “Receio não poder ser mais clara”, Alice respondeu com muita polidez, “pois eu mesma não consigo entender, para começar; e ser de tantos tamanhos diferentes num dia é muito perturbador.” 
“Não é”, disse a Lagarta. “Bem, talvez ainda não tenha descoberto isso”,disse Alice;“mas quando tiver de virar uma crisálida… vai acontecer um dia, sabe… e mais tarde uma borboleta, diria
que vai achar isso um pouco esquisito, não vai?” “Nem um pouquinho”, disse a Lagarta. “Bem, talvez seus sentimentos sejam diferentes”,concordou Alice;“tudo que sei é que para mim isso pareceria muito esquisito.” “Você!” desdenhou a Lagarta. “Quem é você?” 
♥
“Realmente uma história muito plausível!” disse a Pomba num tom do mais profundo desprezo. “Vi muitas menininhas no meu tempo, mas nunca uma com um pescoço desse! Não, não! Você é uma cobra; e não adianta negar. Suponho que agora vai me dizer que nunca provou um ovo!” “Provei ovos, sem dúvida”, disse Alice, que era uma criança muito sincera; “mas meninas comem quase tantos ovos quanto as cobras, sabe.” “Não acredito nisso”, declarou a Pomba; “mas, se comem, então são uma espécie de cobra, é só o que posso dizer.” Era uma ideia tão nova para ela que Alice ficou em silêncio absoluto por um ou dois minutos,o que deu à Pomba oportunidade para acrescentar:“Você está procurando ovos, isso eu sei muito bem; o que me importa se é uma menininha ou uma cobra?” “Pois a mim, me importa muito”, Alice retrucou rápido; “mas não estou procurando ovos; e, se estivesse, não iria querer os seus: não gosto de ovo cru.” 
♥
“Como faço para entrar?” Alice perguntou de novo, mais alto. “Mas, afinal, você deve entrar?” disse o Lacaio. “Esta é a primeira pergunta.” Era,sem dúvida :só que Alice não gostou que lhe dissessem isso. “É realmente espantoso”, murmurou consigo, “como todas as
criaturas brigam. É de levar a gente à loucura!” O Lacaio pareceu ver nisso uma boa oportunidade para repetir seu comentário, com variações. “Vou ficar sentado aqui”, disse, “ora sim, ora não, por dias e dias”. “Mas o que devo fazer?” perguntou Alice. “O que quiser”, respondeu o Lacaio, e começou a assobiar. 
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“Bichano de Cheshire”, começou, muito tímida, pois não estava nada certa de que esse nome iria agradá-lo; mas ele só abriu um pouco mais o sorriso. “Bom, até agora ele está satisfeito”,pensou  e continuou:“Poderia me dizer,por favor,que caminho devo tomar para ir embora daqui?” “Depende bastante de para onde quer ir”, respondeu o Gato.
“Não me importa muito para onde”,disse Alice. “Então não importa que caminho tome”, disse o Gato. “Contanto que eu chegue a algum lugar”, Alice acrescentou à guisa de explicação. “Oh,isso você certamente vai conseguir”, afirmou o Gato, “desde que ande o bastante.” 
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“Mas não quero me meter com gente louca”, Alice observou.
“Oh! É inevitável”, disse o Gato; “somos todos loucos aqui. Eu sou louco. Você é louca.” “Como sabe que sou louca?” perguntou Alice. “Só pode ser”,respondeu o Gato,“ou não teria vindo parar aqui.”
♥
“Só que mostarda não é ave”, Alice observou. “Certo, como sempre”, disse a Duquesa; “que maneira clara você tem de expressar as coisas!”
“É um mineral, eu acho”, disse Alice. “Mas é claro”,disse a Duquesa,que parecia pronta a concordar com tudo que Alice dizia; “há uma grande mina de mostarda aqui perto.E a moral disso é…‘Quanto mais eu ganho, mais você perde’.” “Oh, eu sei!” exclamou Alice, que não prestara atenção a este último comentário. “É um vegetal. Não parece, mas é.” 
(Eu ri horrorres nessa parte)
♥
Passei pelo seu jardim e notei que atrás da porta 
A Coruja e a Pantera dividiam uma torta. 
A Pantera, bem gulosa, comia massa e recheio, 
Enquanto para a Coruja sobravam os caroços do meio. 
Quando a torta acabou, a Coruja não pôde sequer 
Ter por recompensa uma lambida na colher. 
(Esse versinho também me matou de rir)

Como dá para perceber um pouquinho por esses quotes, Alice é um livro divertidíssimo com algumas reflexões muito interessantes sobre a vida, as pessoas, a realidade e o sonho, além de ser um clássico que merece toda a pompa e atenção que recebeu! Eu amei ter lido esse livro e estou amando ler Através do Espelho, que volta em outra resenha!

Obrigada por acompanharem o blog! Beijinhos pessoas!

domingo, 23 de agosto de 2015

As Crônicas de Bane - Cassandra Clare

Informações:

Título Original: The Bane Chronicles
Título no Brasil: As Crônicas de Bane
Autor: Cassandra Clare, Sarah Rees Brennan, Maureen Johnson
Lançamento: 21 de maio de 2013
Editora: Galera Record
País de Origem: EUA
Série: Os Instrumentos Mortais

Sinopse: A vida do feiticeiro Magnus Bane é um dos maiores mistérios de Os Instrumentos Mortais e As Peças Infernais. Quem acompanha a saga dos Caçadores de Sombras, que chegou aos cinemas em super produção da Sony, já caiu pelos encantos do imortal, que agora ganha sua própria série. Em As Crônicas de Bane, Cassandra Clare se une a Maureen Johnson e Sarah Rees Brennan para revelar, em dez histórias, o mistério de seu passado — ainda mais nebuloso que seu presente.

O que eu achei: Quando eu estava lendo a saga TMI lembro que fiquei muito intrigada com Magnus, no livro além de ser um personagem muito misterioso ele é altamente exótico e engraçado e é bem difícil não se apegar a ele, mas nós não temos uma dimensão total do que ele sente em relação ao mundo do qual faz parte, diga-se de passagem, a tempo  mais que suficiente. Ainda não peguei na trilogia de As Peças Infernais, mas quando comecei a ler As Crônicas de Bane pude conhecer melhor um personagem cativante com uma vida muito difícil e um passado bem doloroso e isso só fez com que a empatia que eu sentia por Magnus aumentasse ainda mais. Vou falar um pouco das histórias por parte, sem spoilar. 1. O que realmente aconteceu no Peru - Somos levados por Magnus e seus amigos Ragnor Fell e Catarina Loss para uma viagem antiga pelo Peru, envolvendo piratas e corações partidos. Lembro que uma das cenas que me divertiram foi uma em que Ragnor olha pra água e diz: "Esses golfinhos são cor-de-rosa?" "- Já eram assim quando cheguei! - Magnus se defende. - Eu acho." A briga constante entre ele e Ragnor deixa tudo muito divertido e só faz crescer a tristeza pela perda dele em Cidade do Fogo Celestial (ou é Cidade de vidro, não lembro mais). Passamos por diversas e divertidíssimas aventuras com o feiticeiro mais engraçado e glamuroso da história da literatura. 2. A Rainha Fugitiva - Aqui temos o encontro nada convencional de Magnus com Maria Antonieta. Gente, a genialidade de Clare é tamanha que temos até aula de história indireta. A pedido de um estranho a serviço da família real que está presa por rebeldes, Magnus usa seus dons para salvar a rainha da França de seus inimigos e qual não é sua surpresa quando a mulher vai acabar no covil do vampiro mais perigoso do país? Para salvá-la, Magnus arrisca a própria vida e isso envolve balões invisíveis e uma mulher histérica. E mais uma vez, um coração partido. 3. - Vampiros, bolinhos e Edmund Herondale - Nesse capítulo vemos como Magnus e Camille se conheceram e temos a apresentação de Edmund Herondale, um dos ancestrais de Jace. Um rapaz que se apaixona por uma mundana a quem, com a ajuda de Magnus, salva de um demônio. Uma das cenas que mais me mataram de rir nesse capítulo foi: "- Afinal - falou Magnus em voz alta para si mesmo, balançando a bengala cuja extremidade era uma cabeça de macaco esculpida -, pessoas atraentes e interessantes simplesmente não caem do céu." Foi então que o caçador de sombras de cabelos louros que Magnus viu no Instituto deu um salto-mortal do alto de um muro e aterrissou com graça na rua na frente dele. "-Roupas maravilhosas feitas na Bond Street com coletes de brocado vermelho simplesmente não caem do céu! - proclamou Magnus aos céus em mais uma tentativa." O jovem franziu a testa. "-Como?" "-Ah, nada. Nada mesmo - disse Magnus [...]" aqui também temos uma visão diferente dos caçadores de sombras, o que eu achei mais legal no livro, ver os nossos "heróis" pelos olhos de um membro do submundo e temos assim um conhecimento mais sincero de como foi a trajetória deles até a geração de Jace, Alec, Clary e Isabelle como passamos a conhecer em Cidade dos Ossos. Nesse capítulo vemos quão implacável é a lei Nephilim quando Edmund é submetido a ela. 4. O Herdeiro da Meia Noite - Nesse conto conhecemos James Herondale, filho de Will e Tessa, como eu não li As Peças infernais ainda fiquei meio voando em algumas partes, mas temos uma trágica história de um garoto revoltado da vida por causa de seu coração condenado a um amor assassino. Mesmo no meio de todo drama e morte que o capítulo traz, ainda tem espaço para gargalhadas como na parte: "- Magnus - falou - o que aconteceu com James?" "- O que aconteceu? - perguntou o feiticeiro, pensativo. - Bem, deixe-me ver. Ele roubou uma bicicleta e pedalou sem usar as mãos, pela Trafalgar Square. Tentou subir coluna de Nelson e lutar com ele. Então o perdi por um breve período de tempo, e, quando o alcancei novamente, ele tinha andado até o Hyde Park, entrado no lago Serpentine, aberto os braços e gritava 'Patos, reconheçam-me como seu rei!'" gente, eu ri tão alto nessa parte que chorei. 5. A Ascensão do Hotel Dumort - O mais legal nesse conto foi conhecer a história do lugar onde os vampiros de Nova Iorque escolheram viver, O hotel, originalmente chamado Dumont, foi palco de uma das mais devastadoras cenas de horror e onde quase foi aberto o buraco negro que engoliria o mundo. Vemos como Magnus ajudou os caçadores de sombras a salvar a humanidade e como o hotel teve, em seus dias de glória, o prestígio e o palco de glamour e  sofisticação, berço do Jazz. 6. Salvando Raphael Santiago - Finalmente conhecemos a história de como Magnus e o líder do clã de vampiros se conheceram, em uma história repleta de perseverança e tristeza, acompanhamos um lado do feiticeiro que nos toca ainda mais profundamente. Quando ajuda Raphael em sua transição para vampiro e os passos necessários para levá-lo de volta para sua família sem que eles descubram o que ele é somos arrebatados por uma história emocionante e, ainda mais, conhecemos um pouco melhor o vampiro e entendemos suas razões para ser e agir como tal nos livros da saga. 7. A Queda do Hotel Dumort. Assim como o tópico 5, neste Magnus observa a decadência do hotel palco de um dos eventos mais chocantes do passado de Nova Iorque e como foi selado para apropriação dos vampiros. 8. O que Comprar para um Caçador de Sombras que já tem tudo? - Esse foi um dos contos mais fofos do livro, Magnus vai passar o primeiro aniversário de Alec e não sabe o que dar de presente para ele, damos boas risadas enquanto o feiticeiro incomoda seus amigos em busca de um conselho sobre o que escolher e se é certo ou não presenteá-lo. O que ele escolhe dar a Alec é a coisa mais fofa do mundo e percebemos quão forte e sincero é o sentimento de Magnus, um homem que teve o coração partido tantas e tantas vezes, mas que nunca se deixou fechar para o amor. 9. A Última Batalha no Instituto de Nova Iorque - Aqui vemos o encontro de Magnus com o Círculo de Valentim, tempos perigosos para todos os membros do submundo, temos uma dimensão clara do horror que o pai de Clary impunha aos membros do submundo sob as leis dos nephilim e em como a clave ficou cega para as atitudes deles. Assim como vemos o embate entre o feiticeiro e Valentim que quase causou a morte de Magnus e um verdadeiro massacre da família de caçadores de sombras que liderava o instituto de Nova Iorque. Assim como também podemos acompanhar o primeiro encontro entre Jocelyn, a pequena Clary de dois anos e Magnus no momento em que ela foi lhe fazer o pedido de bloqueio. 10. O Curso do Verdadeiro Amor - O primeiro encontro de Alec e Magnus não podia ter sido pior nem mais engraçado. Temos aqui as primeiras impressões do feiticeiro ao filho mais velho dos Lightwood e em como o tímido e inexperiente Alec convidou Magnus para sair, um encontro cheio de conflitos e que rende boas risadas. Mas também temos o momento fofo de um lado de Alec que não conhecemos nos livros e foi legal, nos aproximou um pouco mais do personagem, além de ns dar uma ideia bem clara do motivo de Magnus ter se apaixonado por ele. Capítulo Bônus - Não vou falar muito sobre ele para ser surpresa, mas é um capítulo divertidíssimo que explica claramente a raiva de Magnus em Cidade do Fogo Celestial quando rompeu com Alec.
O livro é muito bom, assim como todos da série. Amei cada página e valeu muito a pena, 5 estrelinhas! Pra quem se apaixonou por Magnus como eu vai adorar conhecer um pouco mais da vida dele, não dá pra saber tudo, algumas coisas ainda ficam meio abertas, pelo menos pra mim, mas a gente tem uma ideia bem legal de como pensa um dos personagens mais marcantes e engraçados de Os Instrumentos Mortais.

Então galera, eu demorei pra caramba para, em fim, postar a resenha, eu sei. Minha vida anda muito bagunçada e eu ainda estou tentando fazer a rotina dar certo, mas não anda resolvendo muito. Vou ver como faço para não abandonar o blog, prometo. Vou arrumar tempo para tudo que preciso fazer, obrigada por continuarem acompanhando e espero que tenha curtido a resenha.
Beijão!

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Conhecendo o Autor: Mariely Oliveira

Perfil:

Idade: 17 Anos
Nascimento: 5 de Fevereiro de 1998
Mora em: Belém do Pará
Livros Publicados: Minha Querida Chefe (Editora Angel)
                                 Princesa Implacável (Amazon)
Livros na Web: Italiano? Espanhol?, Doce Pecado, O Professor.
Plataformas: Wattpad e Nyah!Fanfiction
Blog Pessoal: Segredinhos da Mary

Konnichiwa, blogueiros!!!

Quanto tempo, não? Aos poucos eu vou tentando colocar as coisas em ordem e hoje eu venho com um post super especial para vocês, uma entrevista com a autora Mary Oliveira, uma jovem escritora estreante que anda conquistando corações de leitoras do gênero hot no wattpad. Seu livro Minha Querida Chefe foi um sucesso de acessos no Wattpad e lançado pela Editora Angel, uma editora independente e também nova no mercado. Eu conversei um pouquinho com a Mary sobre livros, sobre seus projetos e sobre a literatura erótica que, para mim, é uma novidade. Ficou muito lega, ela é não apenas a simpatia em pessoa, mas muito solícita e engraçada. E vocês conferem essa entrevista agora aqui no Book Of Days. Vou deixar todos os links dela no final da entrevista, onde achar os livros e o blog pessoal dela onde encontra resenhas de suas leituras e novidades sobre seus livros.

BOD: Quando você começou a escrever?

Mary: Eu tinha quatorze anos, mas nunca concluí a estória (risos). Com quinze anos decidi tentar de novo e conseguir concluir minha primeira estória; ItalianoEspanhol.

BOD: O que te fez se interessar por literatura e que livro te motivou a começar a escrever?

Mary: Eu sempre tive uma curiosidade muito grande de ler os livros de Willian Shakespeare, tanto que os livros dele foram os primeiros que li. Depois de algum tempo, uma amiga me apresentou ao site Nyah Fanfiction e li alguns Fics lá. Depois decidi tentar escrever uma estória. Um original.

BOD: Um autor que te inspira.

Mary: Sidney Sheldon. Sempre. Ever. Amo os livros dele.

BOD: Book of Days quer saber: você tem alguma mania estranha quando está escrevendo?

Mary: Eu repito as falas fazendo as caras e bocas que imagino os personagens fazendo (gargalhada). Meu Deus. Não acredito de contei isso. Que vergonha.

BOD: Você escreve um tipo de literatura adulta, certo? Como sua família e amigos encaram essas cenas de sexo nos seus livros?

Mary: Ótima pergunta! Bem, minha família ficou bem surpresa ao descobrir esse pequeno detalhe (risos). Uma tia que comprou o livro e começou a ler me ligou especialmente para me perguntar de onde eu tirava certas ideias! (fiquei vermelha como tomate e só estava falando com ela por telefone). Mas em nenhum momento minha família me recriminou ou tentou me convencer a parar de escrever. Pelo contrário, até hoje eles me incentivam muito.
Os meus amigos? Alguns não ligam, outros não sabem e poucos me irritam profundamente com comentários que deixam opiniões e alfinetadas subentendidas. Desvalorizam a minha opinião a respeito de sexo e relacionamentos. Como se eu deixasse de ser levada a sério porque escrevo determinado gênero literário.
Só acho que: eu era essa Mary antes de descobrirem sobre minhas estórias. Não vejo motivos para certas coisas mudarem depois que descobrem sobre elas.


BOD: Qual a principal mensagem que você quer passar com as suas histórias?

Mary: Se o amor é verdadeiro, os problemas e empecilhos não serão suficientes para acabar com ele. Por mais que sejam muitos.

BOD: Você tem algum conselho ou dica pra quem deseja escrever um livro?

Mary: Não desista! Nada é fácil nessa vida. Escrever um livro não é diferente. O primeiro passo para conseguir, é não desistir.

BOD: Qual a frequência de escrita do seu dia-a-dia? (Quantas páginas ou palavras você escreve por dia?)

Mary: Isso depende. Tem dias que não escrevo nada. E em outro escrevo até seis mil palavras. Depende muito da inspiração e do meu tempo.

BOD: Você tem um livro favorito?

Mary: Um para cada gênero preferido pode ser? Chick-lit: Fiquei Com Seu Número. Romance Policial: Se Houver Amanhã. Romance de Epóca: Muito Mais Que Uma Princesa. Suspense: O Inocente.

BOD: Você pode falar um pouco dos seus projetos atuais e de algum projeto futuro?

Mary: Atuais: estou tentando desesperadamente concluir duas estórias: Doce Pecado e ItalianoEspanhol – Volume II.

Projetos futuros: Minha Querida Psicóloga (um spin off sobre o irmão do Ian de Minha Querida Chefe). E o livro A Descoberta de Naíma.

BOD: Você trabalha? Se sim, em que?

Mary: Atualmente sou jovem aprendiz, auxiliar administrativa. Sim, sou novinha ainda! Dezessete anos. (risos)

BOD: Qual a coisa que você acha mais difícil em ser uma escritora?

Mary: Lidar com a falta de compreensão, talvez. Algumas pessoas acham que você é escritora e vive daquilo. Por isso é obrigada a escrever dia e noite e estar sempre atualizando suas estórias. Sendo que não é bem assim.

BOD: Por fim, deixe uma mensagem aos leitores desse blog e um convite para comprarem seus livros e onde podemos achá-los.

Mary: Então, pessoas, espero que tenham gostado da entrevista tanto quanto eu gostei de responder as perguntas! (risos). Minhas estórias são de romance, algumas também são eróticas. Então se você gosta do gênero, ou não, pode dar uma olhadinha nelas na plataforma Wattpad.

Eu gostaria de agradecer à Katharynny por me convidar a responder estas perguntas. Beijos gordos a todos. <3

BOD: Mary, muito obrigada pela gentileza e atenção! Foi um prazer enorme entrevistar você!

E aí? Curtiram a entrevista? Eu adorei conversar com ela, é sempre um aprendizado quando você conversa com pessoas da área que você atua ou quer atuar! Desejo super sucesso pra Mary e seus livros divos! Confira os links da gata:

Princesa Implacável: 

Minha Querida Chefe:

Blog Segredinhos da Mary: http://segredinhosdamary1.blogspot.com.br 

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Anime-Se! Vampire Knight


Informações:

Título Original: ヴァンパイア騎士 "Vanpaia Naito"
Gênero: Drama, Romance, Fantasia, Sobrenatural, Shounen-ai, Comédia
Autor: Hino Matsuri
Nº de Episódios: 26 
Temporadas: 2 (Vampire Night e Vampire Night Guilty)
Ano: 2008
País: Japão
Nota: *****
Sinopse: A história passa-se no Colégio Cross, um internato de prestígio que divide os alunos em dois grupos: A Day Class (Classe do Dia), cujos alunos são humanos e todos usam uniformes escuros, e a Night Class (Classe da Noite), constituído apenas por vampiros e todos usam uniformes claros. O objetivo do colégio é promover a convivência pacífica entre ambas as espécies. Então a principal regra para a Classe da Noite é que é proibido beber sangue humano dentro dos limites do colégio, em substituição, eles devem tomar pastilhas de sangue. Porém a maior parte da sociedade humana (incluindo a Day Class) não sabe e não pode saber da existência de vampiros, então para guardar esse segredo e fiscalizar se a Classe da Noite está seguindo as regras, foram criados cargos de Monitores que na realidade atuam como os Guardiões do Colégio. Por serem os únicos na Day Class que sabem sobre os Vampiros, Yuuki Kurosu (ou Cross, na versão americana), e Zero Kiryuu ocuparam tais cargos.

Yuuki não possui memória alguma antes dos seus 5 anos de idade, a sua única lembrança mais antiga é a de 10 anos atrás, quando foi salva por Kaname Kuran de um Vampiro de Nível E (Vampiro Ex-humano que perdeu a sua consciência e é dominado pelos instintos), que a atacara durante uma noite nevosa. Kaname a levou para casa de um velho amigo dos seus pais, Kaien Kurosu, onde foi adotada. Yuuki acredita, assim como o seu pai, que a maioria dos Vampiros são bons e que podem conviver amigavelmente com os humanos, ao contrário do seu parceiro, Zero, que odeia Vampiros e duvida da concretização desse sonho pacifista. Isso porque a sua família foi assassinada por uma vampira, sendo ele o único sobrevivente.

O que eu achei: Vampire Night foge um pouco do costume nos animes e filmes de vampiros que eu já vi, e por ter uma história completamente misteriosa e diferente me prendeu a atenção desde o primeiro episódio. Acompanhamos a história de Yuuki, uma garota que vive em um internato de duplo horário que, ao contrário do que os alunos humanos sabem, é também frequentado por Vampiros. Ela e seu amigo Zero são os monitores, responsáveis por manter os alunos humanos longe do contato com os vampiros e a paz na escola. Yuuki é protegida por Kaname Kuran, um dos vampiros mais fortes e aristocráticos da chamada turma da noite e o líder dos vampiros, ela é grata a ele por tê-la salvo quando era criança de um vampiro nível E. Mesmo sabendo que é impossível um relacionamento entre uma humana e um vampiro, Yuuki não pode resistir a paixão avassaladora que sente por Kaname, sua beleza etérea e irresistível, o que gera o ciume quase doente de Zero, que é apaixonado por ela. Quando seu melhor amigo é transformado em um vampiro, os ânimos da escola ameaçam se abalar, pois além de Zero odiar vampiros, Yuuki fica com medo que ele tente algo contra si mesmo, e contrariando os pedidos de Kaname ela se doa completamente a ajudar Zero nessa nova transição, mesmo que não possa retribuir os sentimentos que ele tem por ela. Os alunos da turma da noite são lindos e atraem a atenção dos alunos humanos da escola, todos eles tem uma habilidade especial e devotam total submissão a Kaname, dando a vida por ele sem pestanejar, a maioria deles sente uma atração misteriosa pelo sangue de Yuuki, especialmente um dos vampiros que tem o mal costume de provocá-la, mas sabem que ela é protegida de Kaname e que o vampiro que se atrever a tocá-la corre sério risco de ser punido com a morte. Mesmo assim, a vida de Yuuki está constantemente em perigo o que leva Zero e Kaname a estarem sempre atentos e, vez ou outra, disputando sua proteção.  Inicialmente, achei Yuuki um pouco irritante, principalmente por ela ficar dividida entre Kaname e Zero, e por contrariar Kaname ajudando e alimentando Zero, sim, eu era team Kaname forever. Mas o final me surpreendeu bastante, quando a partir da segunda temporada tudo é explicado, e mesmo descobrindo o lado meio "defeituoso" do meu vampiro lindo, mesmo assim continuei shippando até a morte. Infelizmente, o anime não pega toda a série de mangá então a gente fica meio sem saber o que vem "depois". O mangá tem 18 volumes e ao que parece (pelo tempo que já passou) uma terceira temporada do anime é impossível. O que me deixou bem triste porque vale muito a pena. A hierarquia vampirica é interessantíssima, o clima de tensão e mistério que rondam a história é instigante e não deixam você parar de assistir! Dei cinco estrelinhas!!!

terça-feira, 4 de agosto de 2015

O Livro das Princesas

Oi, oi, povo lindo!! Finalmente terminei de ler O Livro das Princesas, um livro que há muito eu queria e que finalmente, graças a minha amada irmã, consegui pôr as mãos! Confesso que ele não superou totalmente as minhas expectativas, mas foi uma leitura com algumas surpresas. São 4 contos de 4 princesas e, sendo sincera, eu queria mesmo ver a versão de A Bela Adormecida porque eu quero pôr as mãos em todas as versões dessa história, tanto é que escrevi e publiquei uma. Eu demorei para ler o livro e sei disso, mas me dêem um desconto, com o tratamento e a nova rotina eu tenho estado com um tempo bem apertado e estou brigando para colocar todas as minhas atividades nas 10 horas úteis em que fico acordada até a hora de dormir, mas como a faculdade vem aí, a coisa vai ficar mais apertada ainda. Bem, mas vamos aos contos:

A Modelo e o Monstro
Releitura de A Bela e a Fera por Meg Cabot. Belle Morris é uma famosa modelo que odeia o seu trabalho e odeia ser julgada pela sua belíssima aparência. Ela iniciou sua carreira cedo como única saída para pagar as contas altas da família e da internação da mãe que estava morrendo de câncer no cérebro.
Quando seu pai finalmente decidiu se casar de novo, vê a chance de fazê-la tirar férias. Belle ganhara um quarto no camarote VIP de um transatlântico através de sua empresa, dera o quarto de presente de casamento para o pai e a madrasta e ela e sua nova irmã, Penny, ficaram em um quarto comum. Belle achou a ideia ridícula, que tipo de casal leva as filhas para a lua de mel? Mesmo assim, se viu sem alternativas além de aceitar.
A bordo do navio ela percebe que alguém a observa da área mais restrita do cruzeiro, mesmo que não consiga ver seu rosto, ela acaba fantasiando-o, chamando-o de seu “estranho misterioso” e quando ele lhe salva de ser violentada por um dos tripulantes, Belle acaba descobrindo que seu estranho misterioso é muito mais do que sua fantasia é capaz de alcançar.
Particularmente acho que a Meg Cabot deve ter sido uma “filhinha de papai”, desde que eu li A Mediadora (que é ótimo, por sinal!) e vi aquela Suzannah meio fútil, consumista e que só ligava para a aparência, não achei muita diferença na personagem principal desse conto que, mesmo tendo toda a “bondade” da Bela do conto Francês, é rica e tem uma personalidade trabalhada de forma meio superficial (minha opinião). A “fera” foi bem o que eu esperava mesmo, me lembrou um pouco o seriado Beauty and The Beast e a personalidade dele, mesmo tentando ser moldada no padrão “egoísmo da fera” da Disney, não me convenceu muito não.

Cinderela Pop (Princesa Pop)
Releitura da Cinderela pela Paula Pimenta. Confesso que me surpreendi com a história, não que eu não goste da Paula, mas Fazendo o meu filme não me convenceu muito e como a primeira impressão é a que fica eu tive meio que um pé atrás quando comecei a ler o conto (que é o maior do livro!). Conta a história de Cintia, uma guria meio “revolts” da vida depois que descobriu que o pai traiu a mãe e os dois se divorciaram. O pai, César, casou com a amante que tinha duas filhas gêmeas e Cintia foi viver com a irmã da mãe, Helena, já que a mãe era arqueóloga e estava trabalhando no Japão onde moraria por três anos.
Quando é obrigada a ir na festa das meio-irmãs ela descobre duas coisas que lhe tiram totalmente do controle: a primeira é que, sem saber, foi contratada para ser Dj na festa e seu pai não sabe sobre o seu trabalho. A segunda é que a banda de Fred Prince, um ídolo pop famosíssimo e que ela detesta, vai tocar na festa. Ajudada pela tia e a melhor amiga ela acaba dando um jeito de ir sem que o pai descubra que ela é a Dj, mas o destino acaba colocando Frederico em seu caminho e, mesmo sem perceber, a garota fica apaixonada por ele, que tem personalidade e excelente gosto musical, mas quando descobre que Frederico e Fred Prince são a mesma pessoa as coisas se mostram ainda mais complicadas do que parecem.
O garoto além de estar apaixonado por ela, faz o maior rebuliço para encontrá-la, uma vez que ambos estavam de máscara na festa. E tudo que ele tem é seu all-star preto pintado com símbolos de copas. Ele a convida através do twitter para uma festa onde sua banda vai tocar e pede que ela leve o outro par. A partir daí sua madrasta vai fazer de tudo para impedir esse amor de dar certo do mesmo modo que destruiu a família de Cintia que precisará de todas as suas armas para não perder seu príncipe.
A história foi fluida e bem condizente com a versão original, só que de uma forma realmente moderna. A coisa foi bem menininha mesmo, tipo Fazendo Meu Filme, só que de um jeito melhor. Assim como a Meg Cabot, eu sei que a Paula Pimenta é uma filhinha de papai, sempre foi, então é até concebível seu ponto de vista meio “materialista” nas histórias que tem como personagem sempre meninas de classe alta. Curti pra caramba o caráter e a personalidade do “príncipe” que é um dos principes mais legais da Disney (Assisti as 3 Cinderellas!) e não curti muito a Cintia, achei ela meio “covarde” ao contrário da verdadeira Cinderella que é sempre batalhadora. Gostei pacas do fato da mãe dela ter feito o papel de “fada” ficou bem bacana, e do roteiro da história como um todo, foi realmente bem surpreendente. Por ser um conto (bem grande por sinal) achei o final um pouquinho “acelerado” (acho que alguém se empolgou enquanto escrevia e passou do limite!) mesmo assim valeu muito a pena ler. Curti mais que o conto da Cabot.
A Princesa e o Unicórnio
Releitura de A Bela Adormecida pela Lauren Kate divosa. Confesso que comprei esse livro principalmente por causa dela, além de amar a Lauren Kate, sério ela tem a melhor narração ever! Eu sou fixada por todas as versões possíveis de A Bela Adormecida.
Em A Princesa e o Unicórnio temos uma visão meio dualística entre presente e passado, o que me lembrou um pouco o conto A Filha da Exterminadora de Meg Cabot no livro Formaturas Infernais (meu conto favorito desse livro), pelo fato de os capítulos levarem os nomes dos personagens, e a escolha, diga-se de passagem, foi bem inusitada: Percy e Talia. Eu não li Percy Jackson, mas me lembrei na hora da série (Isso é uma mensagem pro Riordan, Kate?), então, Percy é um garoto de 17 anos (ou 16) que está com uma viagem programada para Paris e nenhuma vontade de ir em decorrência do seu coração recentemente partido pelo término do namoro com Amber, que o trocou pelo vocalista Hippie de uma banda. Assim, ele não vê sentido em ir para a cidade mais romântica do mundo quando seu coração está solitário e despedaçado, mas como sua mãe já pagara tudo ele se vê obrigado a ir.
Lá chegando, fica um pouco isolado dos outros até que vão finalmente visitar um castelo antigo, entediado, Percy aproveita que se distanciou do grupo e vai por um caminho diferente, em um jardim afastado do castelo que ele imagina ter “cheiro de mofo” e onde o grupo passaria duas horas. Em sua empreitada, acaba entrando em uma história cheia de mistérios que pode mudar sua vida e seu coração partido para sempre.
Eu achei a história bem bolada, com toda a genialidade da Lauren Kate em fazer essa ponte entre passado e futuro, mesmo que o conto tenha sido muito curtinho e me deixado com umas interrogações na cabeça, eu gostei pra caramba. Achei umas coisas meio sem sentido, mas deu pra passar, eu gostei muito a Lauren realmente deu um outro ar pra o clássico Sleeping Beauty e eu realmente adoraria que ela fizesse um livro ou uma versão estendida do conto.
Do Alto da Torre
Essa é uma releitura de Rapunzel pela Patrícia Barboza que eu desconhecia totalmente até começar a ler esse livro. Ela tem uma escrita bem fluída e eu gostei, mas o conto ficou muito songfic, sério, eu sei que a guria é totalmente apaixonada pela Katy Perry. Camila é uma garota que vive no 12º andar de um prédio em um apartamento junto com a madrinha, Laura, depois que seus pais morreram em um acidente de carro. Quando criança, ela ficou doente e a madrinha fez uma promessa de nunca cortar seus cabelos até os quinze anos se ela ficasse boa. Desde então, Camila sonha com o dia em que as longas e pesadas madeixas vão enfim conhecer a tesoura.  Ela sonha em ser cantora, e escondido da madrinha, com a ajuda do amigo Pedro, acabou criando um perfil no youtube com um fake, usando uma peruca e óculos, com piercings falsos, sua voz acabou atraindo muitos fãs inclusive na escola que ela estuda, especialmente Willian, sua versão real de príncipe encantado.
Mas quando Pedro sofre um acidente de carro após uma discussão na casa de Laura, Camila vai acabar descobrindo que muitas vezes você precisa acordar para ver as coisas como realmente são, e que contos de fadas podem acontecer das maneiras mais inusitadas. Eu gostei do conto, achei legal, mas além de ser beem previsível ficou muito songfic mesmo, curti a escolha das músicas da Katy Perry, e o jeito que ela “modernizou” a história ficou muito bacana. Foi legal conhecer a Patrícia, ela tem uma escrita muito gostosa.

domingo, 2 de agosto de 2015

Anime-Se! Nagato Yuki-chan no Shoushitsu

Informações:

Título Original: 長門有希ちゃんの消失 - O desaparecimento de Nagato Yuki
Ano: 2015
Autor: Touko Machida
Número de Episódios: 16
Gênero: Romance, comédia, drama
Nota: ***

Sinopse: Nagato Yuki, a tímida presidente do clube de literatura, nunca conseguiu ser firme próxima aos outros. Mas perto de Kyon, o único garoto no pequeno clube de três pessoas, Yuki se vê mais vacilante que o normal. Por Kyon e seu amado clube, Yuki deve encontrar sua confiança e deixar sua verdadeira personalidade brilhar!

O que eu achei: A sinopse não tem muito a ver com o anime, mas até vale. Somos levados ao mundo de Nagato, uma garota tímida, fofíssima, que é viciada em videogame e tem um clube de literatura, mas não fala sobre livros. Mas perto de Kyon, Nagato mal consegue abrir a boca, ao contrário da sua melhor amiga, Asakura, que cuida dela como se fosse uma mãe. Aos poucos, novas pessoas vão aderindo ao clube de literatura e as aventuras começam, mas quando um estranho acidente faz a personalidade de Nagato ser trocada por uma outra totalmente diferente, mais séria, sombria, que lê muito e é ainda mais fechada, Kyon começa não apenas a perceber, mas a se apaixonar por essa versão tão diferente dela. A guerra entre as personalidades de Nagato começa a conflitar e a antiga Nagato luta para voltar ao seu "normal" enquanto Kyon e Asakura ficam divididos em querer a antiga ou a nova Nagato.
O anime em si é bom, é leve e bem engraçado, ri muitas vezes, o fato da Nagato ser muito fofinha arranca suspiros e ataques de fofura, ela come como um elefante kkkk é muita resenha, e quando ela fica tímida perto do Kyon dá vontade de morder ela de tão fofa! Achei que a transição entre as duas personalidades dela ficou bem estranha, do nada surgiu uma Nagato séria, totalmente oposta a outra fofa e divertida, mesmo que com seu jeitinho introvertido. A busca para saber o que aconteceu e tudo mais, os sentimentos dos amigos dela foram bem explorados e curti isso, mas achei a relação dela com o Kyon muito pouco explorada e de um jeito muito vago, tanto é que o final do anime não me convenceu nem um pouco! Fiquei revoltada na verdade, espero que façam uma segunda temporada pelo menos. Dei nota 3,0 vale a pena porque é um anime curtinho e você se diverte muito.

25 Fatos (Especial Aniversário)

Bom, como alguns de vocês deve saber, dia 31 foi meu aniversário e eu completei 25 anos (uma velha!). Então, como eu não gravo mas vídeos para o canal e essas coisas, decidi fazer escrevendo mesmo um desses posts de N coisas sobre mim, como vocês me conhecem bem pra caramba, vou usar a idade que completei e contar 25 fatos sobre minha nada interessante pessoa. Escolhi 25 fatos bem óbvios, mas que talvez alguns não saibam. Então, vamos lá:

1. Eu sou uma bagunça. - Sério, se você encontrar alguém mais desorganizada que eu mate porque não é gente! Eu sou incapaz de seguir uma rotina, de arrumar meu quarto, a única coisa realmente organizada na minha vida é o meu livreiro. Sou naturalmente indisciplinada e bagunceira.
2. Faço tudo com música. - Eu sou uma inimiga do silêncio. Odeio fazer qualquer coisa sem ter um fone enfiado no ouvido ou tocando no computador, no rádio, em qualquer canto. Mas tem sempre que ter alguma coisa fazendo zoada perto de mim. (Uma zoada boa de preferência). Muita gente não sabe, mas eu sou fã de música clássica e sou apaixonada pela Sinfonia número 9 em Dó menor do Beethowen.
3. Sou maníaca por cadernos e canetas - Pense numa coisa que eu compro compulsivamente mesmo que não precise. Tenho uma pilha de cadernos nunca usados e canetas o bastante pra usar uma por dia sem repetir. É quase a mesma mania que eu tenho de comprar livros.
4. Não gosto de falar no telefone. - Meu telefone só tem a função de mandar mensagem, ouvir música e armazenar vídeos que me tiram de momentos de tédio. Mas não gosto de ligar nem receber ligação nem mesmo no telefone de casa. (Na verdade eu não sou muito sociável né?)
5. Tenho fobia de matemática. - Eu nunca fui boa em matemática, desde que era criança, essa matéria sempre me deu muita dor de cabeça e me rendeu muitos traumas. Sempre que preciso calcular qualquer coisa, mesmo no dia-a-dia, entro em pânico e calculo errado. Tenho que ter uma calculadora sempre à mão.
6. Tenho problemas de concentração. - Por alguma razão eu nunca consigo me concentrar numa coisa só, estou sempre me distraindo com várias coisas ao mesmo tempo. Tenho tentado drenar isso, mas é complicado. Quando estou estudando ou escrevendo divido a atenção com trocentas outras coisas, sou ruim em focar a atenção em um trabalho só.
7. Queria ser poliglota. - Mas devido ao fato 6 é meio difícil. Por isso gosto de cantar em muitos idiomas, me faz sentir algo bom quando falo outra língua mesmo sem entender. Pelo fato de eu ser muito desatenta, preciso estudar com alguém sempre, pra manter o foco e treinar a conversação, dividir dúvidas e essas coisas. Estou apanhando pra aprender Japonês sozinha justamente por isso, não acho nenhum maluco pra quebrar a cabeça comigo.
8. Odeio serviço doméstico. - Uma das razões para eu evitar terminantemente a palavra casamento é o serviço doméstico. Eu não sei cozinhar e ODEIO arrumar casa. Faço por obrigação, mas odeio mesmo. Lavar roupa, limpar cozinha, são atividades que me fazem querer um emprego muito rentável pra contratar uma doméstica.
9. Amo casacos! - Infelizmente, onde eu moro é muito quente, mas eu sou apaixonada por casacos, sobretudos, blusas de manga comprida, roupas de inverno no geral!
10. Não sei lidar com elogios. - Não que eu não goste deles, mas na maioria das vezes ou eu não acredito ou não sei como lidar com eles, então prefiro não recebê-los, principalmente quando se trata da minha aparência (porque eu nunca vou acreditar) ou das minhas habilidades (porque eu sempre vou achar que preciso melhorar MUITO).
11. Tenho "medo" de gente. - Okay, não chega a ser drástico, mas se você me soltar no meio de um monte de gente que eu não conheço e eu estiver sozinha acredite, eu vou ter um surto de nervos. Não sei interagir com pessoas, prefiro sempre passar despercebida e ficar isolada, o problema é que a minha paranóia nunca me deixa em paz na presença de pessoas quando estou sem nenhum conhecido por perto. Um dos maiores problemas com o fato de eu escrever é a divulgação, eu sou muito ruim quando preciso falar com pessoas ou me dirigir à elas por conta própria.
12. Queria ser nerd. - Sério, se tem algo nessa vida que eu acho lindo são pessoas inteligentes! Mas eu sou muito ruim fazendo pesquisas, sou triste em matemática e não sei jogar dama nem videogame. Mesmo sendo muito curiosa (E eu sou curiosa pra caramba!) minha inteligência se resume a 2. E estou sendo generosa. Eu sou incapaz de ficar horas estudando, mesmo em semana de provas.
13. Não gosto de fazer compras. - Quando isso não se resume a livros e cadernos eu detesto fazer compras. Tipo, sou daquelas que entra rapidinho na loja de sapatos escolhe o que gosta prova e leva, sem demora. Se fosse rica levava logo todos os que gostei pra não ter que voltar lá por um bom tempo. Roupa do mesmo jeito, embora seja um pouco chata pra comprar roupa. Se eu pudesse, mandava minha mãe e irmã comprarem isso por mim. Não curto nada ficar andando de loja em loja, provando calça e essas coisas. Acho chato demais. O único lugar que eu gosto de dar muita pernada é livraria, passaria horas dentro de uma desejando um cartão de crédito sem limite pra levar um caminhão de livros pra casa.
14. Sou uma vampira. - Se pudesse passava a noite toda acordada, mas passaria o dia dormindo. Sou mais produtiva de noite que de dia, odeio acordar cedo (mesmo que esteja sendo obrigada agora) e passaria a noite e a madrugada acordada sem problemas, escrevendo e lendo.
15. Sou supersticiosa. - Não que eu acredite em signo e cartomante. Mas já deixei de usar coisas por atribuir a elas má sorte, como por exemplo um colar que eu usava quando recebi a notícia que meu primo morreu, nunca mais o usei. Ou a música que estava ouvindo quando recebi a notícia da morte da minha segunda mãe, nunca mais consegui ouvi-la. E sou supersticiosa com coisas religiosas também, por exemplo, não consigo sair de casa sem a minha medalha de Nossa Senhora das Graças.
16. Coloco as mãos nos bolsos e evito contato visual quando estou nervosa ou com vergonha. -  Isso é a minha irmã quem diz, sempre que estou tímida ou com vergonha coloco as mãos nos bolsos, quando não tenho bolsos cruzo os braços, olho pro lado e começo a rir. Acho que é comum meu, porque nunca reparo nisso, faço naturalmente kkkk.
17. Sempre quis ver um hospício por dentro. - Isso é uma vontade meio bizarra, mas sempre tive curiosidade de ver de perto como funciona e como é o dia a dia em um manicômio, tanto por curiosidade quanto por que queria escrever um livro com uma personagem que tivesse doença mental.
18. Não gosto de música nacional. - Não é o fato de ter preconceito nem nada, é que eu simplesmente não curto músicas em português. Ás vezes escuto algumas, como Sandy e Junior, Marina Elali ou Ana Carolina, mas é muito raro. Prefiro músicas em inglês, coreano, japonês, francês, italiano ou qualquer outro idioma. E os estilos nacionais também não me atraem em nada.
19. Odeio que me atrapalhem quando estou trabalhando - Eu já sou hiperativa, e aí alguém vem me distrair mais ainda, quando estou escrevendo ou aprendendo alguma música, ou mesmo estudando Japonês, fico furiosa! 
20. Tenho uma memória péssima! - Não sei como, mas eu consigo esquecer das coisas tão fácil que me assusto. Uma pessoa me fala o nome hoje e amanhã eu não lembro mais. Isso me leva a, sempre que alguém me pede uma coisa, eu escrever logo num caderno ou na mão para não esquecer depois. Isso vale as vezes até pra coisas que eu aprendo, esqueci como se armazena coisas no cérebro kkkk
21. Enjoo das coisas rápido. - Quando me proponho a fazer algo, vou com toda a energia de uma vez, no calor da empolgação, mas na maioria das vezes com a mesma intensidade eu perco totalmente o interesse. Isso vale até pra pessoas! Quando eu percebo que elas estão começando a gostar de algo só porque eu gosto ou tentando me agradar de forma exagerada, começo a enjoar delas. É uma coisa meio chata, mas é um fato sobre mim.
22. Sou ciumenta com as minhas coisas - Isso poderia se aplicar como egoismo também, ou narcisismo, mas quando tenho algo sou ruim em dividir, é meu e só meu. E quando é com livros eu sou ciumenta E chata (ainda mais), se meu livro vier com um cheiro diferente a pessoa estar propensa a ser assassinada, por isso é raríssimo eu emprestar um livro. Isso vale com as músicas e artistas que eu gosto, filmes e até mesmo amores platônicos ou a minha irmã. Bizarro, mas verdade.
23. Nunca beijei - Na verdade, isso que eu sou BV não é exatamente novidade, é que eu não acho bacana essa coisa de ficar e nunca tive um namorado (e aparentemente nunca vou ter). Então, nunca beijei, e confesso que rola um medinho também kkk.
24. Tenho medo de facas. - Certo, isso não vem a ser uma fobia nem nada, mas eu não gosto de manusear facas e tenho certo receio quando alguém perto de mim está com uma, fico imaginando que vou ser estripada. Por isso, filmes de terror pra mim nem em sonho! Esse medo de facas está diretamente ligado à minha fobia de sangue e gargantas abertas.
25. Meu quarto é minha casa. - Se colocassem um banheiro e uma geladeira no meu quarto eu não sairia de lá nunca mais. Posso passar o dia inteiro dentro dele sem ver a cara de ninguém e mal vou perceber. É o meu lugar favorito no mundo, onde eu escrevo, leio e me sinto confortável. Minha mãe costuma dizer que meu quarto é meu "apartamento" dentro de casa, sempre que alguém vem atrás de mim ela diz logo: "Tá na casa dela". É engraçado.

Bem, e é isso. Algumas coisas aí todo mundo sabe, mas outras nem tanto... São 25 fatos sobre a minha desinteressante e bizarra pessoa. 

terça-feira, 28 de julho de 2015

Noiva Desafiadora - Joanna Fulford

Informações:

Título Original: The Viking's Defiant Bride
Título no Brasil: Noiva Desafiadora
Autor: Joanna Fulford
Ano: 2014
Gênero: Histórico, Romance
Páginas: 288

Sinopse: A grande batalha!

Bela e corajosa, lady Elgiva é um prêmio tão precioso quanto as terras que o poderoso viking Earl Wulfrum acabara de conquistar. Ele levará Elgiva para casa e a tomará como esposa, mesmo que contra a vontade dela. Wulfrum é um guerreiro lendário, mas dominar o coração de sua mulher será a maior batalha de sua vida. Entretanto, a forma como Elgiva reage aos seus toques indica que ela talvez esteja escondendo algo que apenas poderá ser descoberto na noite de núpcias…

O que eu achei: Elgiva perdeu tudo quando o irmão morreu em um acidente na caçada e a deixou sozinha com uma propriedade enorme e dois sobrinhos pequenos para cuidar. Vendo-se sem saída, ela tem de aceitar o pedido de casamento de Conde Alwyn, mesmo sem amá-lo, mas quando o castelo é atacado pelos vikings, vindos à Nortúmbria para vingar a morte de seu líder, ela se vê nas garras de lorde Wulfrum, um viking que esbanja poder, mas esconde dentro de si uma alma justa e uma história difícil. Como os seus perderam a batalha contra os nórdicos ela é forçada a casar com Wulfrum, agora dono do seu castelo e das suas terras, assim como do seu povo. Elgiva não consegue esconder o ódio que sente por ele, ao mesmo tempo em que não consegue entender a gentileza de Wulfrum para com ela, ele parece divertir-se com sua relutância e seu afinco em resistir a ele, e não a força em nenhum momento a ser dele, mesmo desejando-a como um louco. Aos poucos, Elgiva acaba percebendo que o homem que a forçou a se casar é muito mais que uma fria parede de músculos sedenta por sangue, mas um homem ávido por carinho, com um coração bom e apaixonado sinceramente por ela.
O clima do livro é bem antigo mesmo e achei tanto a cultura viking quanto a época bem retratados, a história de Elgiva e Wulfrum é muito fofa e, como em todo livro que eu leio desse tipo de autora, sempre rola aquele orgulho e aquele medo de falar que atrapalham a relação em metade da história. Há cenas de revirar o estômago bem características da violência viking, eu fiquei um pouco irritada com a indecisão dela e, até mesmo deslealdade, com os próprios sentimentos e em relação aos rebeldes, entendia o dilema de ser parte de um povo e "submetida" a outro, mas ela sabia que o marido não era um homem ruim e poderia ter evitado muitas coisas ruins se tivesse sido honesta desde o início. As partes de tensão foram muito boas e até mesmo a safadeza característica desses livros, para uma história de época, foi muito bem escrita sem nenhuma extravagância.Sensual, tenso, fofo e forte nos pontos certos, valeu muito a pena ter lido! Cinco estrelinhas!!!

Oooi, meu povo!
Desculpem a demora com a resenha, agora tenho que me empenhar para fazer tudo de dia, ler, escrever, estudar, já que eu tenho hora para dormir... Então, estou me organizando ainda para manter uma rotina que seja suficiente e abranja tudo. E sou horrível com isso! Já vou começar a ler outro livro! Desculpem mesmo. Ainda não concluí nenhum outro dorama, então vou trazer o Anime-Se com um dos animes que concluí recentemente. Obrigada por continuarem acompanhando o blog e desculpem mesmo o sumiçozinho.
Amo vocês!

domingo, 19 de julho de 2015

A Maldição da Locomotiva e outros avisos

E hoje eu estou aqui para comentar sobre esse livro da literatura nacional - e local - de um escritor estreante da minha região. Esse é o primeiro livro dele e foi lançado recentemente aqui. Eu tive o prazer de conhecê-lo, ele veio me visitar em casa e eu pude ler a história.
O mais interessante, além de ela se passar na minha cidade, é que se passa nos anos de 1900 quando um garoto chamado Chico sofre um acidente na linha de trem da estação desativada e, por pouco não é atropelado por um trem estranho com o número 13 e um cangaceiro amedrontador "montado" nela tocando uma música sinistra em sua sanfona. Curioso, Chico acaba descobrindo que não passam mais trens por sua cidade há anos, mas que um acidente suspeito com um trem número 13 havia matado, anos antes, 13 pessoas. Enquanto começa a investigar os acontecimentos do passado com sua nova amiga Joana, Chico vai embarcar numa aventura perigosa que pode acabar destrancando a chave da destruição do mundo!

Eu gostei muito da história do Roberto, achei a ideia bem inusitada e inteligente, o livro é bem pequenininho, só tem 22 páginas, li em menos de uma hora. Me diverti muito. Não posso falar muita coisa pra não spoilar, porque como a história é bem pequena qualquer detalhe a mais se torna spoiler. Se você quiser adquirir um exemplar é só entrar em contato com o autor no facebook (procure por Roberto Rodrigues), ou no facebook da Lira Cultural de Arcoverde.

Agora avisos que não tem a ver com o livro:

Como o post ficou muito pequenininho vou aproveitar o barco para dar uns avisos aqui. Como vocês sabem eu voltei pro tratamento, então ando mais dormindo que acordada, como ainda tá no início não tem feito muito efeito além desse, mas eu tenho piorado um pouquinho, a apatia tem ficado mais forte, aí eu não tenho lido nem escrito com muita frequencia, razão pela qual eu ainda não postei a resenha do livro que estava lendo e peço que me desculpem. Vou atualizar o blog assim que puder com tudo que tem que ser postado.
Até, blogueiros! E, novamente, desculpas.

quarta-feira, 15 de julho de 2015

Koizora: Filme & Dorama


Informações:

Título Original: 恋空―切ナイ恋物語
(Koizora: Setsunai Koi Monogatari, lit. "Céu de amor: Uma história de amor triste)
Ano: 2007 (Filme) 2008 (Drama)
País de Origem: Japão
Elenco: Haruma Miura, Yui Aragaki (filme) Erena Mizusawa, Koji Seto (Drama)
Autor: Mika
Gênero: Seinen, Drama, Romance, Tragédia
Nota: *****

Sinopse: Koizora é um filme emocionante sobre o amor entre dois jovens, Hiro e Mika.
Hiro encontra o celular de Mika e pega o numero dela antes de devolver o celular,após isso Mika começa a receber ligações constantes de Hiro, mas ela nem sabe quem ele é, com o tempo eles começam a se tornar amigos, e conversam durante as férias todas.
Quando as férias finalmente terminam Mika e Hiro resolvem se conheçer pessoalmente , quando eles se encontram Mika nem acredita que o garoto que ela viu seja o Hiro, já que ele tem uma aparência um pouco rude.
Quando começam a se conhecer melhor eles começam a se apaixonar um pelo outro e passam por muitos momentos felizes, mas também por muitas situações dificeis.
Um dia Hiro some sem dar explicações, mas Mika vai descobrir que a verdade por trás desse sumiço repentino pode ser muito mais dolorosa do que ela imagina. (Fonte: Dopeka)

O que eu achei: Koizora é quase a versão Japonesa de Um Amor para Recordar. Quase. E se eu fosse escolher uma palavra para traduzir esse dorama seria sofrimento. Reza a lenda que foi baseado na vida da Mika, não sei se é verdade, mas se for essa guria é uma pessoa forte! Forte como eu não consigo acreditar que alguém seja para passar por tudo que ela passou. Vou tentar não spoilar muito então vamos ao enredo.
Mika era uma jovem quieta e sonhadora que vivia sua rotina como toda estudante japonesa normal. Mas a sua amiga acaba se apaixonando por um garoto da sala ao lado e ele se interessa pela própria Mika, o que não funciona, mas ela também atrai a atenção do seu amigo de cabelos loiros e brinco, Hiro, um garoto que aparenta ser barra pesada. Mika se sente intimidada por ele, mas não lhe dá bola inicialmente até perder seu celular. Ela pede que uma amiga telefone para ela para ver se encontra e acaba indo procurá-lo na biblioteca onde o acha no meio de uma estante de livros, chamando, mas não é sua amiga que está telefonando e sim um garoto misterioso que começa a ligar constantemente para ela, conforme vão conversando os dois acabam inevitavelmente se apegando e se apaixonando, mas ao descobrir que sua paixão de verão por telefone é Hiro, Mika não aceita de cara até que passa a conviver de fato com ele o que leva ao ciúmes doente da obsessiva ex-namorada dele, Saki. Depois de ser vítima de violência, difamação e um aborto, Mika não imaginava que sua vida pudesse piorar, mesmo assim tinha Hiro sempre ao seu lado e podia se reerguer, mas o destino estava prestes a mudar as cartas em sua mão e testar o tamanho da sua força e da sua fé.
Os acontecimentos mudam um pouco do filme para o dorama, no filme as coisas acontecem um pouco mais rápido e no dorama são mais desenvolvidas, mesmo assim eu gostei mais do filme, tanto pela atuação exepcional do Miura - de quem sou declaradamente apaixonada - quanto pelo nível de fofura dos acontecimentos, chorei mais com o filme, mas indico o dorama também, pois é muito bom! Valeu a pena assistir os dois. Como eles são pequenininhos não vou falar mais pra não spoilar ainda mais, mas eu super recomendo tanto pra quem procura um filme pra ver com o namorado, pra quem quer ver um dorama na TPM, ou para aquelas que curtem uma história de amor e superação, contada de forma doce e sincera. Mas prepare lenços, pois você vai chorar muito! Cinco estrelinhas!

domingo, 12 de julho de 2015

O Reino Das Vozes que Não se Calam - Carolina Munhóz e Sophia Abrahão

Informações: 

Ano: 2014
Gênero: Fantasia, Romance
Editora: Rocco
Nota: ****


Sinopse: Se você encontrasse um lugar onde todos o aceitassem... Seria capaz de abandoná-lo? Sophie se esconde de todos e de si mesma: insegura, não consegue enxergar sua beleza e talento, e sente dificuldade em se relacionar com os outros. Seu dia a dia se perde entre os caminhos tortuosos dos que convivem com a depressão e o bullying, e a jovem aos poucos vai se fechando na escuridão de seus pensamentos. Desamparada e sem coragem de lidar com seus problemas, ela acaba descobrindo um lugar mágico: um Reino onde as vozes não se calam e as criaturas encantadas se tornam reais. Um local colorido onde ela finalmente poderá se encontrar. Dividida entre a realidade e a fantasia, Sophie contará com a ajuda preciosa de um rapaz comum e uma guardiã encantada, que lhe mostrarão os segredos da alma e a farão decidir se vale a pena enfrentar seus medos ou viver em um eterno conto de fadas. Espécie de conto de fadas contemporâneo, em que um mundo mágico é palco para uma história de autoconhecimento e o poder dos sonhos, o romance conta a história de Sophie, uma garota cansada de sofrer com a indiferença das pessoas até descobrir um Reino onde seus talentos são reconhecidos. Cedo ou tarde, porém, ela terá que decidir entre a realidade e a fantasia, numa jornada repleta de descobertas e desafios.


O que eu achei: Engana-se quem pensa que esse é um "inocente livro sobre bullying". A mensagem é bem mais pesada e intensa do que parece. Comprei esse livro pelo título, e imaginei doze mil versões dele na minha cabeça, mas nenhuma perto do que li. Tem o pássaro grande do Harry Potter com outro nome, só faltou mesmo as varinhas mágicas, mas havia magia sem elas. O livro é, na verdade, uma grande metáfora para o autoconhecimento, como viram na sinopse, Sophie (que eu ainda acho que é um alter ego da Sophia) encontra um reino mágico onde descobre que é herdeira do trona, "surpreendentemente" nesse reino ela é amada e aceita pelo que é, mas precisa superar três provas para poder assumir o trono e viver naquele reino para sempre. Afinal, por que ela iria querer viver em um mundo onde ninguém a aceitava? Onde todo mundo a julgava, machucava, maltratava e ignorava? Um mundo onde ninguém a ouvia? No reino ela seria feliz. Sophie é o reflexo de muitos adolescentes e jovens que vivem um mundo cheio de seres do pântano e são constantemente vítima de maus tratos por não terem a "aparencia padronizada". Sua busca pelas missões colocará Léo e Mônica em seu caminho e ao longo do processo ela vai descobrir que o sofrimento é necessário alguns momentos da vida para que possamos enxergar a magia que existe na nossa vida, ela precisará enfrentar o engano, a loucura e a morte para perceber que as criaturas do seu reino mágico também existe no mundo que ela sempre julgou cinza e sem vida. A história é bem equilibrada, alternando momentos cômicos com assuntos sérios e pesados. Tem uma filosofia por trás de toda a metáfora do reino que, inicialmente, fica difícil de enxergar embora você levante suas hipóteses, mas o final do livro é bem previsível. Mesmo assim você consegue aquela empatia com a personagem, principalmente se você ja viveu algo semelhante com o dela. Uma das coisas que me chamou a atenção no livro foi a forma como é abordado o tratamento psiquiátrico, como eu já me submeti a um percebi que no livro provavelmente ele foi visto sob a perspectiva da "elite" uma vez que não tinha quase nada a ver com o que eu fiz e de certa forma a personagem e eu éramos medicadas pelo mesmo diagnóstico: depressão. Achei o livro legal, foi o primeiro trabalho dessa autora que eu li e foi uma experiência boa, ela tem uma escrita simples, mas que consegue te envolver, o estilo me lembrou um pouco a Paula Pimenta, mas a estrutura textual da Carolina é mais comum e o que nos aproxima mais do texto.  Quatro estrelinhas.

Anime-Se! KYOU, KOI WO HAJIMEMASU (Hoje, eu me apaixonei)


Informações:

Título Original: 今日、恋をはじめます 
Gênero: Drama, Romance 
Autor: Kanan Minami 
Nº de Episódios: OVA 2 Episódios. Live Action 
Nota: **** 

Sinopse: Tsubaki Hibino ( Emi Takei ) é uma estudante do colegial que não tem um objetivo específico em sua vida apenas terminar o ensino médio e entrar em uma universidade para deixar sua mãe orgulhosa. Ela gosta de cortar e pentear o cabelo dos outros principalmente o da sua irmã Sakura. Ela sofre de baixa auto-estima e não esta confiante em se vestir elegantemente. Devido a isso, ela é muitas vezes provocada na escola por ser antiquada e fora de moda. Um dia o popular estudante Kyota Tsubaki (Tori Matsuzaka) um playboy que comanda toda a sala de aula, começa a perseguir Tsubaki, Kyouta faz dela o seu próximo alvo e embora ela resista à sua provocação ela começa a se apaixonar por ele. Porém Kyota foi abandonado pela mulher que ele mais amava desde então ele não acredita em nenhuma mulher para ele todas as mulheres não são de confiança. Como Tsubaki vai conseguir entrar no coração fechado de Kyota? (Fonte: Dopeka)

O que eu achei: Eu havia assistido esse anime há um tempo (tanto que quando eu vi de novo mal me lembrava) e confesso que não havia entendido bulhufas da história. Isso porque, pesquisando, eu vim descobrir que o anime, composto por duas OVAS, não abrangia a história completa do mangá. E eles cortaram tanta coisa que ficava impossível de entender. Foi quando eu encontrei a Live Action e vi comentários muito positivos sobre ela, dizendo que era muito melhor de entender. Decidi arriscar. Eu não sou muito acostumada a assistir dorama (novela japonesa) ou mesmo produções japonesas, mas fiquei interessada em descobrir a história, já que quando se trata de animes ou dramas sempre me atraem, principalmente os shoujos mais melosos. Conhecemos na trama, Tsubaki, uma garota tímida que adora cortar cabelos e fazer penteados, acaba de ser transferida para uma escola aparentemente de gente rica e lá conhece Kyouta um cara que odeia todas as mulheres, usa-as e as dispensa. Isso porque, quando era criança, sua mãe fugiu com um amante e ele acha que todas as mulheres são mentirosas. Tsubaki nunca havia pensado em se apaixonar, principalmente por aquele garoto arrogante de cabelos compridos que também se chamava Tsubaki (eu sei, é confuso. O nome dele é Kyouta Tsubaki e o nome dela é Tsubaki) logo de cara os dois já se odeiam, ele fica tirando sarro dela pelo modo como ela se veste e pelo cabelo dela, no meio de uma briga na sala, Kyouta beija Tsubaki na boca na frente de todo mundo dizendo que ela é "a garota dele", por raiva, ela acaba cortando o cabelo dele e como vingança, ele promete tirar todas as primeiras experiências dela. No anime você não consegue entender isso muito bem, mas no live action fica mais fácil. Conforme vão se aproximando, e por mais que ele aparente desprezá-la, Kyouta percebe que Tsubaki não é sua mãe e é diferente de qualquer garota com quem ele já se envolveu, mas é difícil para que ele admita isso, mesmo quando ela o enfrenta no dia de seu aniversário. Assim, os dois começam um relacionamento conturbado com Tsubaki tentando domar o gênio complicado de Kyouta e ele tentando aprender como lidar com seus próprios sentimentos e a ser delicado com ela. 
Realmente o Live action é melhor, achei a OVA muito mal explicada e, se você não chegou a ler o mangá (eu sequer sei como é um) não vai entender nada se só assistir ela. No entanto, eu achei a atuação muito fraquinha... como se faltasse aquela "química" entre os atores. Não sei se isso é comum dos filmes japoneses ou se é o costume mesmo já que é algo que eu não vejo com frequencia, senti isso com menos intensidade no Kimi ni Todoki, os atores pareciam se entrosar melhor (e o que interpretou o Kazehaya *-*) mesmo que, no caso deles, o anime seja infinitamente melhor. Mas é um filme legal, eu gostei de ter visto, embora tenha achado o Kyouta muito melhor no anime, o carinha que interpretou ele era muito nada a ver. Outro ponto que eu curti foi que a Tsubaki no live é muito menos "babaca" que a do anime. Quatro estrelinhas. 

terça-feira, 7 de julho de 2015

Beijos Gelados - Kate Hardy

Informações:

Ano: 2012
Gênero: Romance "adulto"

Sinopse: Tentador… e 100% livre de calorias!
Dante Romano pode ser moreno e delicioso, mas Carenza Tonielli jamais venderá a ele a sorveteria de sua família, mesmo que seja o único capaz de ajudá-la a administrar a empresa! E quando Dante a olha como se ela fosse o próximo sundae irresistível do menu, ainda que desconfiada, Carenza simplesmente não consegue evitar a mistura entre negócios em uma taça dupla de prazer.…
Sinal de um caso tórrido que a está fazendo perder o juízo! Porém, ao contrário de Carenza, Dante é perito em manter suas emoções secretas, até ela decidir virar a mesa e provar a ele que às vezes viver o momento e não deixar para depois é muito mais gostoso!

O que eu achei: Sempre que eu compro um livro da Harlequin, eu já tenho em mente que não vou me surpreender muito. Esse, em particular, eu ganhei na compra de outro livro, adoro essas promoções dois pelo preço de um. Bem, como na sinopse, a história segue Carenza (nome estranho, viu?) e Dante. Ela, uma filhinha de vovô (porque os pais dela morreram quando ela era pequena) criada num berço de ouro que quer assumir os negócios da família para provar a si mesma que não é uma inútil e porque o avô, de idade já avançada, precisa se cuidar e aproveitar a aposentadoria. Ele um homem dono de uma cadeia de restaurantes, que vive para o trabalho e cresceu na vida com muito esforço depois de uma infância difícil. Ele quer comprar a empresa dela, ela quer a ajuda dele para reergue-la e acaba surgindo a proposta de Dante ser mentor de Carenza, mas a atração entre os dois é imediata, mesmo que ele ache que ela é uma socialite mimada e sem futuro. Inicialmente, a relação resume-se a sexo e negócios, mas conforme os dois vão se conhecendo mais novos sentimentos começam a surgir e Carenza vai ter que mostrar a Dante que o seu passado não tem influencia alguma em quem ele é. 
Como todos os Sabrinas e Biancas da vida, esse também é bem previsível, mas muito gostoso de ler e é por isso que eu continuo comprando esses livros, é uma leitura rápida e muito gostosa. Beijos Gelados tem Nápoles como cenário, os personagens não me cativaram muito não, principalmente a guria. Mas o enredo é bom e vale a pena ler.

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Heartstrings


Informações:

Título Original: 넌 내게 반했어 "Neon Naege Banhaesseo"
(Literalmente: Você se apaixonou por mim)
País de Origem: Coréia do Sul
Ano de Lançamento: 2011
Número de Episódios: 15
Gênero: Romance, Comédia, Drama
Elenco:  Park Shin-hye e Jung Yong-hwa
Escrito por: Lee Myung-sook

Sinopse: Lee Shin (Yong-Hwa) é o garoto mais popular da faculdade, faz o curso de música moderna, ama tocar guitarra e tem uma banda chamada ‘The Stupid’, odeia as garotas que o persegue e também nutre uma enorme paixão por Jung Yoon-soo, uma professora de balé e ex-bailarina. 
Lee Kyu-won estuda na mesma faculdade que ele, mas faz parte do departamento de música tradicional coreana por grande influência de seu avô que é um famoso cantor desse estilo e acha que nada é melhor que seu estilo musical. 
Os dois, pessoas completamente diferentes, entrarão juntos em uma jornada que envolve o que eles mais amam na vida: a música.

O que eu achei: Esse foi o meu primeiro K-Drama então dá aquela nostalgia e a vontade de assistir de novo (mas aí eu lembro que tenho uma lista de 43 animes e doramas pra ver). Eu tinha acabado de assistir Itazura Na Kiss e Hana Yori Dango quando, ao marcar no Banco de Séries, a foto desse drama me chamou a atenção. Gostei da sinopse e procurei pra dar uma conferida. Jovens, senti orgulho de mim mesma quando notei de cara que não era Japonês que eles estavam falando. Normalmente as pessoas acham que línguas asiáticas são tudo a mesma coisa, não são. E ainda tem gente que confunde Coreano com Chinês, pode acreditar. Felizmente, por alguma razão que desconheço, consigo identificar as três de boa. Quando voltei ao banco de séries vi que o drama era Coreano. Mesmo assim, pelo enredo e por me apaixonar de cara pelo Yong-Hwa eu continuei assistindo e, a partir daí, os K-Dramas entraram na minha vida, assim como o K-Pop apresentado pelos lindos do EXO-K. Bem, a trama segue basicamente Lee-Shin e Lee Kyu-won (Nunca vou me acostumar com esses nomes Coreanos!). Lee Shin (Yong-Hwa) é um estudante universitário de música, além de ser o vocalista e guitarrista da banda "The Stupid". Ele é bastante conhecido por sua beleza (e isso ele tem sobrando!), personalidade arrogante e, acima de tudo, sua enorme paixão pela música. Todos acham que Shin possui um coração frio e reservado, porém, no fundo, ele tem um lado gentil. Todos os sonhos e planos para o seu futuro se baseiam na música, tanto que, inicialmente, ele se apaixona por Jung Yoon Soo, uma professora de dança da sua universidade. Porém, sua vida muda quando ele conhece Lee Gyu Won.
Lee Kyu Won (Shin-hye) é uma estudante alegre, brilhante e extrovertida, que nasceu em uma família de prestígio e está se formando em Música Tradicional Coreana. Ela toca gayageum. O avô de Kyu Won, Lee Dong Gun, é um dos três melhores músicos tradicionais de sua época e seu maior desejo é ver sua neta se tornar um prodígio nessa área. Tentando realizar as expectativas de seu avô, Kyu Won entra na universidade e se foca nos estudos. Lá, faz amigas que são fãs da banda "The Stupid". Dessa forma, Kyu Won acaba indo a um show da banda com suas amigas e, ao ver Lee Shin se apresentando ao vivo, sente uma admiração imediata pelo garoto. 
Mas essa admiração acaba no momento em que ela vê como ele é arrogante e indiferente a tudo. No entanto, ela acaba pedindo a ele que a ajude com sua banda, que é famosa, a arrecadar fundos para sua professora de música que está internada e precisa arcar com as despesas do hospital e de uma cirurgia. Porém, no dia do show, Lee Shin acaba faltando por um problema com a irmã e a professora de Kyu-won acaba morrendo antes de ela conseguir levar o dinheiro. Furiosa e decepcionada, ela passa a odiar Lee-Shin, e os dois acabam em um desentendimento, fazendo uma aposta para provar qual estilo é melhor, se a música tradicional ou a moderna. O perdedor deveria ser escravo do ganhador por um mês. Kyu-Won acaba perdendo e se torna criada de Lee-Shin o que faz com que a gente gargalhe em certas cenas do drama. Mas a aproximação deles acaba mexendo com o coração da guria e, mesmo sabendo que o indiferente e irritante garoto é apaixonado pela professora de balé, ela tenta conquistá-lo mesmo assim.
Logo após Lee Kyu Won fazer o teste para participar do festival da faculdade, basicamente por acidente, todos veem o seu potencial. Assim, isso faz com que a mãe de Han Hee Joo tenha que armar um plano, junto com Tae Joon, um dos administradores da universidade, para destruir Lee Gyu Won, de modo que sua filha não tenha o seu brilho ofuscado pela garota. 
Conflitos, corações partidos e remendados, fofura, intrigas e muita risada é garantida com Heartstrings, e lágrimas, meus amigos... Muitas lágrimas! Confesso que o final me decepcionou um pouco, eu esperava um pouco mais, mesmo assim valeu a pena as 15 horas que passei assistindo (sim, pois cada capítulo tem 1h), é um drama emocionante e me proporcionou a chance de assistir todos esses outros K-Dramas incríveis que tenho trazido pra vocês, principalmente The Moon That Embraces the Sun (Não viu? Você definitivamente PRECISA conhecer esse drama! Clica AQUI).

Se quiser ver online e legendado está disponível na Dopeka, só entrar nesse link: http://www.dopeka.com/doramas/%E2%99%A5-heartstrings/

Por enquanto é isso, povo lindo! Até a próxima!

sábado, 4 de julho de 2015

O Códex dos Caçadores de Sombras

Informações:

Título Original: The Shadowhunter's Codex
Autor: Cassandra Clare, Joshua Lewis
Série: Os Instrumentos Mortais
Ano: 2014
Série: Os Intrumentos Mortais
Gênero: Ficção, Fantasia

Páginas: 288

Sinopse: Anjos, demônios, fadas, vampiros, lobisomens, feiticeiros: todos eles existem e precisam ser administrados e mantidos em paz. O Códex dos Caçadores de Sombras é o guia essencial para aqueles que precisam de todas as ferramentas e conhecimento para se juntar a esse seleto grupo.

O Códex abrange de tudo. Desde a história e leis do Submundo a como identificar, interagir e, se for o caso, matar seus diferentes habitantes. Foi-se o tempo em que preciosos momentos de batalha eram perdidos respondendo a questões banais de recrutas iniciantes!

O que eu achei: Olá a você, querido leitor, que acha que vai descobrir tudo sobre esse precioso livro nesta resenha! Não! Você não vai! Se você é um shadowhunter formado com certeza esse post seria inútil para você, se você é um mundano (pessoa comum do mundo humano sem Visão e nem relação com o mundo das sombras) a página dois do Códex diz claramente: "Não é necessário dizer que é contra a Lei compartilhar o Códex com qualquer pessoa que não seja um Caçador de Sombras ou mundano em processo de Ascensão (ver "Casamentos" página 187)." então deixe de tentar descobrir coisas que não lhe apetecem, mundano, e dê meia volta, pois esse post vai ser um breve resumo do que achei do livro sem NENHUMA revelação comprometedora sobre o códex, uma vez que a lei me impede de falar qualquer coisa a respeito do mundo das sombras com quem não é nephilim U.U
Gente, esse livro é tudo que eu esperava dele, foi, assim como os demais da série, excetuando As Crônicas de Bane que eu ainda não li, uma viagem maravilhosa por esse mundo fantástico criado pela Cassandra Clare. Bem que dizem que os aprendizes tendem a superar os mestres e ela, na MINHA OPINIÃO superou sem dúvida seu ídolo que é a J.K. Rowling. Não é aquele tipo de livro "chato" cheio de regras e com uma historia massante sobre as criaturas, mas é contado de maneira divertida (e não vou dizer como) e muito bem elaborada. Foi uma jogada de mestre pra série e é INDISPENSÁVEL para qualquer fã e para todo caçador de sombras em formação como eu. Amei cada página, depois de ler fica impossível você não acreditar verdadeiramente no mundo das sombras, é tão real! Vale a pena, compre mesmo! Ele vale cada centavo. E, como a lei me impede de dizer mais, encerro aqui esta resenha.

Olá leitores (se é que vocês existem!) tudo bem? Então, eu estou de férias, comecei a estudar Japonês, estou estudando simultaneamente o alfabeto coreano, comecei a fazer dança, vendo o máximo de doramas e animes possível e escrevendo. Então, por isso venho pra cá sempre que posso e quando termino um livro. Quero aproveitar minhas férias o máximo. Afinal, são só 4 semanas e logo o período que vem volta com tudo e eu paro de ter paz. Por isso, até a próxima resenha, o próximo dorama e o próximo Anime-Se! Beijão!